neo concepts
Contos Eróticos da vida real
atreva-se a publicar o seu e surpreenda-se com o feedback (agora 100% abertos)
  

Conhece um conto erótico digno de ser partilhado?


O Seu Nome* : O Seu Email* :   * Deseja Receber Notificação? :
* O SEU EMAIL NUNCA será divulgado ao público. Serve apenas para você receber as notificações do seu conto.

Obrigatório: Qual o título deste conto:  

Palavra Chave/TAG 1:    escreva 4 palavras/tags que definam o seu conto,
Palavra Chave/TAG 2:    o seu conto ficará associado a estas palavras chave.
Palavra Chave/TAG 3:   
Palavra Chave/TAG 4:   

Associar uma Imagem:    Opcional. Pode associar uma imagem ou foto ao seu conto. Imagens de Sexo explícito são proibidas.
Categoria Temática:

Descreva pormenorizadamente o seu conto erótico.
Anti-spam* (ESCREVA APENAS OS 3 SÍMBOLOS A PRETO):      captcha image   






Divirta-se no Bate-papo do Eu Confesso. Entre por aqui.



Mais Vídeos Gratuitos? Veja aqui:

Este conto foi lido 2774 vezes.
Depois de ler este conto, porque não uma visitinha a estes desabafos Sexys:

Confissão: Atração por travestir
Bom eu tenho uma tara muito grande por trans minha esposa nem imagina às vezes fico vendo sites aond...

Publicado em 5 February 2018 | 7:13 am
Confissão: Tentação demais pra mim
existe um cara com o qual tenho uma atraçao inevitavel. Ele é muito gato, olhos verdes, cabelo lindo...

Publicado em 5 February 2018 | 6:48 am


E agora... O conto de ferdyportugal :

Quando era adolescente, tinha cerca de 14/15 anos, tive uma \"paixão\" por um colega de liceu, por causa dos pés dele.

Naquele tempo os liceus eram somente frequentados por pessoas do mesmo sexo. Assim, havia liceus para rapazes e liceus para raparigas.

Na minha turma tinha dois colegas que tinham por costume usar sapatos de pala, estando todo o tempo nas aulas brincando com os sapatos, descalçando-os e tornando a calçar, brincando com eles na ponta dos dedos, e usando meias brancas muito finas que quase permitiam vislumbrar os dedos e restante parte dos pés. Em especial um deles atraia-me particularmente porque era algo feminino corporalmente e também nos gestos. Não que fosse afeminado, mas tinha uma certa beleza feminina.

Eu ocupava sempre uma secretária que permitisse ver aquele seu jogo constante calçando e descalçando os sapatos e brincando com eles na ponta dos dedos, e, por outro lado, que me permitisse masturbar-me com a visão sem ser visto pelos restantes.

Quando íamos para as aulas de educação física, eu sempre me colocava em posição perto dele que me permitisse ver bem os seus pés nus quando mudávamos de roupa para a aula.

Este foi provavelmente o primeiro momento em que me apercebi de que também os pés de um rapaz me excitavam a ponto de os querer possuir e estar a todo o momento preparado para os poder ver nus, ou quando ele brincava com os sapatos daquela forma tão sensual. Naquela altura nada sabia ainda sobre fetiches, muito menos acerca do nosso em particular. Apesar de tudo, nunca ele se apercebeu da excitação que me provocava, nem das múltiplas vezes em que eu gozara a observar o seu jogo de sapatos fora dos pés.

Mais tarde tive uma experiência homossexual com um colega de faculdade, que passou por nos masturbarmos mutuamente e chupando-nos mutuamente, depois de eu não resistir a acariciar, chupar e lamber os pés nus dele, enquanto dormia, no que fui apanhado por ele acordar e me dizer que aquilo era fenomenal e que eu tinha que continuar. Começou a masturbar-se enquanto em lhe lambia e chupava os dedos dos pés (na verdade pés deliciosamente perfeitos, magros com dedos esguios e extremamente macios) e depois...foi o que eu disse acima. Nunca mais repetimos a experiência e continuamos amigos, sem comentarmos o acontecido alguma vez mais. Ambos tínhamos já namoradas, mas a distância e a ocasião...

A ocasião faz o ladrão, não é como se diz? *rs

Por outro lado, frequentei um colégio onde aí sim já havia mistura de rapazes e raparigas. Mas colégio onde se praticavam castigos corporais.

Numa das disciplinas, a Matemática (na qual nunca fui especialmente dotado, encontrei um professor de cerca de 40 anos que aparentemente (pensava eu então, hoje penso de maneira diferente) não me gramava. Não havia aula em que eu não fosse castigado com reguadas. E numa dessas aulas, depois de ter sido chamado ao quadro para resolver certo problema, acertei. Coisa que era raro acontecer, sublinhe-se. Fiquei aliviado, pois pensei que daquela vez tinha escapado ao castigo que, confesso-te, era extremamente doloroso, pois ele mostrava prazer no que fazia, utilizando uma trave de madeira de uma cadeira velha partida para castigar as palmas das mãos com intensa força.

Pois passado algum tempo, nessa mesma aula, voltou a chamar-me ao quadro. E como dessa vez falhei na resolução do problema matemático, castigou-me com particular dureza e severidade, deixando-me as palmas das mãos a arder de tanta violência aplicada.

Sofri com aquele professor como nunca tinha sofrido e não havia aula com ele em que eu não fosse severamente castigado, com tanta reguada dada em cada uma das palmas das mãos que eu perdia a conta. Somente sei o estado em que as mãos ficavam.

A minha vergonha naqueles castigos era agravada porque nessa mesma aula tinha duas colegas já adultas, sendo uma delas até casada. Sentir-me castigado assim à frente delas era para mim o maior dos vexames. Mas ao mesmo tempo, estranhamente, eu retirava daquele sofrimento que era real e doloroso, uma excitação sexual que não sabia explicar.

Hoje estou certo que o professor era notoriamente um sadomasoquista e que eu lhe agradava particularmente para os castigos. Por isso ele os dava não disfarçando o prazer que isso lhe dava. E eu estou também certo de que o facto de hoje ser masoquista e tirar prazer em ser castigado, quer com reguadas nas mãos, quer nas solas dos pés, se deve a essa experiência que tanto me marcou.

E daí para a frente nunca mais tive mais experiências dessas nos estudos e pelo contrário tornei-me num revoltado. Nunca os meus pais souberam dos castigos, pois eu tinha vergonha de o confessar. Se o tivesse feito teria evitado que esses castigos continuassem. Mas já nem sei se eu próprio já não os quereria e se de facto já não teria prazer na dor que eles me causavam, pois nunca lhes fugi.

Na verdade, acho mesmo que já nesse momento eu tirava prazer sexual de tudo aquilo.

Tenho mesmo a percepção hoje de que se ele tivesse querido algo mais de mim, em privado, eu não resistiria, pois confesso que algumas vezes, enquanto era dolorosamente castigado, pensava e imaginava o professor nu, eu a chupar-lhe o pénis enquanto era castigado no corpo totalmente nu, nas palmas das mãos, e também imaginava como seria a sensação de dor, aliada ao tesão, se ele decidisse mandar-me descalçar e castigar do mesmo modo e violência as minhas solas nuas.

Achei mesmo que ele poderia e deveria usar também cintos de couro e chicotes para os castigos e algumas palmatórias de couro. Ainda me recordo de já nessa altura pensar como seria após ser bem castigado, engolir o pau dele, chupar e ter que aceitar que ele largasse todo o esperma dentro da minha boca. E não escondia a ideia de poder mesmo ser penetrado no ânus pelo pénis dele que imaginava (pela configuração através das calças justas) ser enorme e grosso.

Mas isto ficou somente num sonho que nunca se concretizou. Mas hoje estou certo de que eu próprio o desejaria ver concretizado.

Nunca contei isto a ninguém, é a primeira vez que o confesso.

A verdade, é que tenho prazer sexual na dor, quer sendo eu o castigado, quer castigando quem comigo praticar sexo e o aceite com limites. Tive mesmo uma amiga (amante) que era masoquista.

A Luísa, que depois saiu daqui do Porto e foi para Aveiro, era lésbica e masoquista e apaixonou-se por mim. Ela quase logo de início me confessou que gostava de ser chicoteada e que queria que eu a açoitasse sempre que fizéssemos sexo. Comprou mesmo dois chicotes para que eu os usasse nela.

Praticava um sexo oral fenomenal e enquanto eu a chicoteava, ela chupava-me até eu me vir na boca dela. E aceitava sem reservas que lhe penetrasse o ânus com um plug enquanto a chicoteava inicialmente presa pelos pulsos a colunas, e depois de bem marcada em todo o corpo (em especial nas costas, no traseiro, nas coxas e solas nuas, bem como nos seios), eu penetrava-a analmente com o meu pénis, depois de lhe retirar o plug. Foder-lhe o cu e a boca enquanto olhava o seu corpo marcado pelo chicote aumentava-me o tesão e desejo de forma irreprimível e ela apercebia-se bem disso, excitando-me com comentários acerca das marcas do chicote no seu corpo e como isso me excitava e deixava tão duro.
Terminávamos com ela a chupar-me o caralho, enquanto eu a chicoteava nas costas e pés, e ela enfiava um e depois dos dedos no meu orifício anal, e penetrando-me o cu enquanto me chupava com mestria e visível prazer e sofria as chicotadas que aumentavam de intensidade à medida que a minha excitação também crescia. O prazer de ser chupado, ou meramente massajado no caralho e ao mesmo tempo ser penetrado no cu é algo que me dá um tesão incomparável. Não tenho dúvidas de que sou, no mínimo, bissexual, pois adoro ser penetrado no cu (embora nunca tenha sido fodido por um caralho por temer as dores) e adoro chupar um caralho bem potente e grande e receber toda a esporra dentro da boca e depois engolir.




#9764 Comentários - 20-03-2016 - 09:43 AM por ferdyportugal - Sadomasoquismo - Confirmo, É EXCITANTE (4) - Nota negativa! (4)
Remover dos Favoritos
Enviar a um Amigo
Este conto já foi visto antes

Contamos com a sua decisão. Você leu a totalidade deste conto? Gostou? Não?

Agradecemos que faça a sua votação. Clique num dos links em cima.
Clique em "Confirmo, É EXCITANTE" se gostou do conto ou clique em "Nota negativa" se não gostou. por favor faça-o em consciência. Obrigado pela sua participação.

Comentários dos usuários:

Nota: O site Contos Eróticos (contoseroticos.mundopt.com) não se identifica com os comentários aqui publicados. Os comentários são da inteira responsabilidade dos seus autores e podem ser removidos sem aviso prévio. Se você encontrar aqui algum comentário que considere que ultrapassou todos os limites, por favor clique no link "Relatar" para o reportar à administração. Obrigado.