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A Carona!

A Carona!




Último post na Rede Social para adultos
"Par Compatível 18+". Faça a sua conta. É Grátis:

madalena publicou o seguinte:

Sou muito safada, adoro sexo e adorei esta rede social. Fazia falta um local assim. Adoro chupar um pau grosso e quente.

cavaleiro gostava de te conhecer sua safada, também adoro sexo e gosto de mulheres que me chupem o pau adoro dar o meu leitinho quentinho, ...
luiggi nossa podemos nos dar mt bem pelo visto ...
saul vc e deliciosa eu tenho o que vc quer ...

Este conto foi lido 2277 vezes.
Depois de ler este conto, porque não uma visitinha a estes desabafos Sexys:

Confissão: sou bi e apaixonada por minha chefe, ela é casada
Eu confesso que trabalho há mais de dois anos e desde a entrevista me apaixonei por minha chefe. A c...

Publicado em 25 April 2014 | 5:06 am
Confissão: novinho quer dar cu virgem
Eu confesso que sou um novinho Branquinho bem gostoso e com um rabo enorme! Quero perder minha virgi...

Publicado em 25 April 2014 | 4:55 am


E agora... O conto de Pinduca Fernandes :

A Carona!
Por: Pinduca Fernandes.

Após uma viagem com romeiros para Aparecida, eu estava voltando para casa vazio, pois deixara os passageiros em outra cidade. Chovia copiosamente e resolvi parar no 1º posto que apareceu na estrada. Parei o ônibus debaixo da cobertura e como a lanchonete estava aberta, fui tomar um cafezinho. E esperei aproximadamente por 25 minutos até a chuva passar. E aos poucos, ela foi diminuindo, ficando uma chuva fina, mas insistente. Resolvi continuar a viagem e ao chegar para abrir a porta do ônibus, uma jovem me esperava, pois queria uma carona. Percebi que era um travesti.
-Eu escutei você falando com o balconista para onde você ia e eu moro lá. Por favor, pode me levar? Já é tarde e eu não tenho mais condução!
-Quantos anos você tem?
-23 anos!
Tem documento?
Estão aqui! E mostrou a bolsa que levava.
-É só você?
-Sim, estou sozinha.
Moreninha, cabelos lisos até o pescoço, bem produzida, usando uma mini saia curta. Não vi nenhum mal leva-la. Entramos, mas só que ela sentou no degrau que fica na entrada do corredor. Liguei o veículo e prossegui minha viagem. Ela puxou conversa:
-Você caiu do céu para mim. Já tinha perdido a esperança de voltar hoje para casa e teria que ficar naquele posto, escutando piadinhas dos frentistas.
Como é seu nome?
De batismo, João José da Rocha, de guerra, Rochelle!
-O que você faz para sobreviver? Eu perguntei esperando como resposta a frase “eu faço programas à noite”. Me enganei redondamente.
-Trabalho em uma butique, e alem de vendedora, sou modelo exclusivo dela! O carro que me levaria para casa após desfilar esta tarde, está quebrado naquele posto. O motorista foi buscar outro carro e não chegou até agora!
Enquanto conversávamos, notei que a chuva aumentava. E desta vez veio com trovões e raios. Resolvi parar de novo, agora em um lugar deserto. Parecia ser um recuo para veículos. Um raio caiu bem perto e o estrondo se fez ouvir. Rochelle segurou em meu pescoço, com medo. Pedi que ficasse tranqüila, que este tipo de chuva passa logo. A chuva diminuiu e novamente segui viagem. Devagar e sempre, consegui chegar em nossa cidade.
-Que bairro você mora?
No São Judas!
Ficava do outro lado da cidade, mas eu não podia deixa-la longe de casa. Resolvi que passaria pelo bairro e deixar Rochelle próximo a sua casa.
-Vou deixar você na esquina de sua casa!
-Obrigado, mas onde é a sua garagem?
-Não vou para a garagem, o ônibus vai ficar comigo em casa!
-E onde fica sua casa?
-No bairro Amazonas!
-É um pouco longe do meu bairro!
-Eu sei. Mas essa chuva não para e além disso já passou das 23:00 hs.!
Entrei no bairro São Judas por uma avenida e fui subindo até chegar no fim dela.
-Minha casa fica a um quarteirão daqui!
A jovem chegou perto começou a passar a mão em minha perna, subindo até a virilha. Deixei que fizesse a carícia e ela deu um apertinho no meu pau, que estava mole. Me indicou um galpão enorme e velho. Estava tudo escuro. Rochelle me pediu para parar embaixo dele, chegou bem próxima e disse:
-Eu quero agradecer sua bondade para comigo! Quero pagar seu favor que foi imenso!
-O que é isso, menina. Se fosse para receber grana, eu não te daria a carona!
Ela chegou seu rosto bem junto ao meu. Perigosamente junto.
-Eu não falei em dinheiro, querido! Quero fazer outro tipo de pagamento! Eu vi você me olhando. Sei que gostou, pois olhaste mais de uma vez! Eu sou totalmente passiva e quero fazer um romance com você, como forma de pagamento!
-Não sou bonito e tenho o pau pequeno!
-Eu não me preocupo com beleza e nem com tamanho de pau. Eu preciso ser penetrada! Eu quero te sentir todo dentro de mim!
Sua voz era somente um sussurro. Seu pedido era quase uma súplica. Suspendeu a blusa e mostrou os seios.
-Alisa eles, são todos seus! Alisei e dei um apertinho no bico.
-Então, você me quer?
Esperava uma resposta. E aquela voz suave disse no meu ouvido:
-Tem um cuzinho bem gostoso te esperando...
Mas eu fiquei em silêncio. Colocou as mãos em meu rosto, me fez virar e me deu um beijo. Bem colado, gostoso. Quando nossas bocas se separaram, falei que era casado, mas ela respondeu que seu namorado também era. Que só mete com homens casados porque são limpos, discretos e guardam segredos. Nos beijamos.
Ela beijava muito bem. Seu corpo emanava um perfume suave. Eu continuava sentado ao volante. Seu beijo me excitou. Desceu a mão e esfregou meu pau por cima da calça. Ao sentir o volume dele, ela suspirou fundo. Sem para de me beijar, ela tirou a roupa e ficou só de calcinha na cabine. Seu corpinho era bem feito, seus seios médios e sua cintura fina era perfeita demais para quem nasceu homem. Esfregou um seio no meu rosto. Dei uma chupada nele e suguei o mamilo, ela deu outro suspiro. Me pediu para ficar em pé, no 2º degrau, desceu para o último, tirou meu pau para fora e começou a lamber a cabeça. Engolindo bem devagar, apertou o cacete com os lábios. Com a metade do pau na boca, fez movimentos de cabeça de um lado para outro, depois um vai e vem. Seus lábios deslizavam da cabeça até o saco. Que delícia. Deixou o pau bem molhado de saliva. Tirou a calcinha, ficando somente de meia de renda, revelando seu bonito corpo e bem feito, me pediu para sentar no degrau de cima. Me deu as costas, colocou saliva nos dedos e molhou o cú, mostrando sua bunda maravilhosa. Deu uma rebolada e sentou em meu colo. Pegou meu pau e o levou até seu cuzinho, encaixou a cabeça e devagar, foi descendo o corpo. Senti o pau entrar e quando completou a penetração, ela apoiou as duas mãos no assoalho e começou a subir e descer nele. Parava, esfregava a bunda para lá e para cá, e voltava a me cavalgar. A cena era cômica; ela inteiramente nua me cavalgando e eu de uniforme, com o pau indo e vindo em seu cú. Rochelle exclamou que estava gostoso sentir meu pau dentro dela e isso lhe dava um tesão muito grande. Perguntei por que ela estava tesuda. Ela disse que quando é penetrada, sente tesão pelo cú.
-Não agüento mais! Você se importa se eu tocar uma? Gosto de ser fodida e ao mesmo tempo, bater uma punheta!
Eu disse que não tinha nada contra.
Começou a se masturbar bem depressa. Sem parar de me cavalgar, a boneca apoiou a cabeça em meu ombro, pedindo um beijo. Nos beijamos. Sem tirar de dentro, trocamos de posição. Ela agora no degrau do meio e eu no de baixo. Segurei em sua cintura, alisando seus seios e continuei a fodê-la. Estoquei fundo em seu cú. A boneca jogava o corpo de encontro ao meu e balançando a cabeça, jogava os lindos cabelos. E acelerando a mão da punheta, falou:
-Mete, mete tudo! Me fode, porque eu...já... estou go...zan...do! E gozou, soltando fortes jatos em abundância no chão da cabine. Meu gozo foi chegando e avisei à boneca que ia gozar. Ela contraiu o cú, apertando meu pau. Abracei Rochelle, beijei sua nuca, meti tudo o que podia e soltei meu gozo em seu delicioso ânus. Ficamos alguns minutos sem sair da posição. E ela me confessou que hoje era o dia de se encontrar com o namorado, mas devido a quebra do carro, ficou na saudade. Mas o seu cuzinho pedia um cacete bem duro dentro. E quando eu lhe dei carona, ela sentiu que podia se aliviar comigo. Me ajudou a limpar o assoalho, se vestiu e sai com o ônibus, passando na esquina de sua casa. Me deu um selinho e descendo, correu e desapareceu na escuridão. Para mim foi algo inédito e diferente.


#2304 Comentários - 05-12-2009 - 11:53 PM por Pinduca Fernandes - Diversos - Confirmo, É EXCITANTE (18) - Nota negativa! (0)
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