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Adulto Inocente No Parque (abuso invertido)




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E agora... O conto de Marcos :

É o contrário do seguinte conto:

Criança Inocente na rua. By Ceifeiro
Do site contoseroticoscnn

Como seria se crianças pervertidas que espreitassem adultos no parquinho?

Foi numa tarde de sábado que, na praça, Paula, de 9 anos, viu um homem sozinho, brincando em um balanço. De dentro do seu carro o observou por mais de 1 hora. Vendo que ele continuava sozinho, ela decide ir até ele, levando um cachorinho branco. Paula tem pele branca, cabelos pretos e estava usando um short de lycra. Ela é bem bonita e não desfarça seu interesse no homem do qual se aproxima com seu cachorrinho, que, ela juga, é a melhor isca para adultos.
O homem, assim que vê o animalzinho, se abaixa para fazer carinho.
- Que lindo, menina.
Vendo a reação do homem, seu coração começa a bater descompassado. Ela mordia os lábios enquanto olhava de perto o jovem de corpo atlético.
- Qual é seu nome? - perguntou Paula.
- Felipe.
Ele nem a olhava no rosto.
- Você gosta de filhotinhos?
- Sim, adoro!
- Tenho filhotes em casa. Quer ver?
- Só se for agora!
Paula olhou para um dos lados, um pouco apreensiva e pergunta:
- Você está acompanhando alguém? Ou mora aqui perto?
- Não, é que eu tinha vindo visitar uma tia, mas ela não tá em casa e me ligou dizendo que só vem pra casa a noite. - explica, caminhando junto à criança em direção ao carro.
Paula entra e observa cobiçosamente o rapaz entrantro e sentando no banco do passageiro. No caminho ela pergunta:
- Você tem namorada, felipe?
- Não.
Para que ele não memorizasse o caminho, ela insistia para que ele brincasse com o cachorrinho o tempo todo. E, ao chegar, ela pediu para que ele permanecesse no carro, enquanto ela abria o portão, para que não fosse visto por visinhos.
Assim que entrou com o carro, ela o parou, desceu e foi, bem de pressa, fechar o portão. Ao mesmo tempo, Felipe, sem estranhar, sai do carro com o cachorrinho no colo.
Sorridente, a criança pega a mão dele e o leva aonde estava os filhotes, nos fundos do quintal.
Assim que Felipe vê os filhotes, deixa a menina e vai acariciá-los. Ela só o observa, pensando em maneiras de abusar do jovem que tinha quase o dobro de seu tamanho mas só metade de sua força, e não desconfia nem um pouco que ela seja uma pervertida.
Depois de um tempo, ele se levanta e ela o abraça, precionando o abdomen contra o pênis dele, mas Felipe nem se dá conta do motivo do abraço, e retribui naturalmente.
Paula vai dentro de casa, dizendo que vai prepapar um milk shake para ele. Mas coloca um comprimido de tranquilizante bem forte. Só então ela o chama.
Ela o leva até a sala e liga a TV. Ele bebeu bem rápido, e assim que terminou a menina se sentou no colo dele, permanecendo assim por uns 20 minutos, foi quando começou a perceber o efeito do remédio.
- Menina, acho que vou pra casa, eu tô é com sono.
- E sua tia?
- A noite eu volto.
Ela se levanta do colo dele e diz:
- Mas já está quase anoitecendo... Dorme na minha cama.
- Não, menina, a gente mal se conhece... Eu tenho que ir embora.
Ele se levanta.
- Dorme um pouquinho aqui mesmo, eu não me importo.
Paula o leva, já chapado, pela mão até o quarto. Do geito que chega à cama dela, ele se deita. Sem perder tempo, ela começa a tirar a camiza dele, que mal podia abrir os olhos.
- Vamos brincar um pouquinho. - diz a criança.
Ela desce o ziper de sua calsa, enquanto Felipe tenta segurar, inutilmente, suas mãozinhas.
- Não! O que vai fazer? - pergunta, com a voz fraca.
Paula massageia o pau dele por cima da cueca.
- Pára. - diz ele, ainda segurando suas mãos.
Seu membro crescia rapidamente, e acaba saíndo por cima. Ela pucha sua cueca e aprecia aquela pica enorme e cheia de veias, depois cai de boca e chupa com vontade, deslizando seus lábios bem encaixados ao pênis dele, que tenta segurar seu rostinho, tentando impedir os movimentos para cima e para baixo. Mas depois deixa.
Ele, agora, só gemia, alucinado pelo efeito do medicamento. Ela põe uma mão sobre seu pênis e desce a língua até suas bolas, enquanto pucha ainda mais suas calsas. Paula se levanta e termina de tirar a roupa dele, deichando-o completamente nú. Ela se deita sobre ele e o beija na boca, passando a mão por todo seu corpo, e, então, alcansou seus testículos e os apertou forte. Ele gemia de dor, e isso a deixava muito excitada, continuou apertando.
Por causa do barulho que ele estava fazendo, ela coloca um pano na boca dele, que o tira.
Sem dizer nada, a menina pega umas cordas que tinha de baixo do colchão e amarra seus pulsos à cabeceira da cama, depois amarra seus pés e leva a corda até o pé da cama, deixando seus corpo esticado. E, então, põe o pano de volta na boca dele, que apenas a observa, com olhos semiabertos, dizendo algo inaldível por causa do pano em sua boca.
O pênis dele começa a ficar flácido, mas volta a endurecer quando ela põe gel, passando a mão bem de vagar, até ficar latejando de duro. Em seguida, ela tira o shortinho junto com a calcinha, sobe em cima de Felipe e, abrindo bem sua bucetinha, a penetra com a pica dele, deixando entrar só a cabecinha, depois rebola, enquanto o rapaz emitia sons abafados, pela mordaça, dando mais tesão a ela, que, então, deixa seu corpinho descer, fazendo a tora entrar até o fundo de sua vagininha e, finalmente, iniciou um movimento de vai e vem bem lentamente. Com isso, o adulto se retorce, tentando disfarçar o prazer.
- Está gostando? - sussurrou a criança.
Ele, porém, balançou a cabeça negando, incitando ainda mais os desejos da garota: com olhar perverso, ela começa aumentar a velocidade, fazendo-o pirar. Ela cavalgou sobre ele por 20 minutos, até ele gozar e perder de vez os sentidos.
Paula ergue seu corpinho, senta-se nas pernas de Felipe e, por um instante, observa o pênis dele todo melado de esperma, feliz em saber que tinha provocado um orgasmo em um adulto. Depois ela passa uma de suas mãos para sentir a textura, mas sua meta era judiar dele fazendo masturbação após orgasmo. Ela esferga a glandes com força e, imediatamente, ele acorda e começa a se encolher e virar para os lados, tentando se livrar da mãozinha dela, mas ela não larga seu orgão e continua masturbando-o e rindo de seu despero, expresso em gemidos abafados e convulsões. O pano acaba caindo de sua boca.
- Está doendo, menina! - diz ele, com voz forçada.
Sem dizer nada, ela põe o pano de volta na boca dele e, sentada em seu abdomen, continua, agora, usando as duas mãos, deslizando-as de baixo para cima, aumentando mais ainda o desconforto. Depois, segurando o pau dele com uma das mãos, decide esfergar a palma de sua outra mão na parte mais sensível dele, fazendo seu corpo extremecer. Ela volta a punhetá-lo usando só uma das mãos para poder se masturbar com a outra, e permanece assim por meia hora, até fazê-lo gozar mais uma vez. Agora, o pênis dele estava ainda mais sensível mas ela continua. Ele se depate, vira de um lado para o outro com movimento mais rápidos, mas ela não pára e esferga bem rápido o membro dele, enquanto se masturba, até alcansar seu próprio orgasmo. Só então ela parou e ficou com olhos fechados, gemendo baixinho. Depois ela tirou sua mão da bucetinha molhada e a levou até o pênis dele, melando-o com o lubrificante de sua vagininha, acariciando-o levemente.
Já estava de noite. Ela o desamarra, tira a amordaça, o beija na boca e aperta levemente o pau dele, ainda sensível, fazendo-o gemer e acordar ainda desorientado, mas volta a dormir em seguida.
Paula enche a banheira com água morna e arrasta o jovem até lá, o coloca dentro e entra junto, deitando sobre ele, agora, completamente nua.
- Quero você para sempre, para que a gente possa brincar todos os dias. - diz ela.
Ela o beija de novo e começa a limpar o pênis dele, depois, também, a vagina dela, para evitar complicações com a justiça. E volta a deitar sobre ele, que já estava recuperado a consiência.
Ele diz:
- Eu não acreditava que uma criança pudesse fazer isso.
Ela ri mas não diz nada.
Finalmente, já 9 horas da noite, a menina se levanta e, indo em direção ao quarto, diz:
- Vem vestir sua roupa.
Ele obedece, embora mal podia se manter de pé. Enquanto ele se seca e veste a roupa, ela vai na cozinha, pega outro comprimido e o dilui em um copo com água. Assim que ela volta ele pergunta, um pouco assuntado:
- Tem veneno nessa água?
- Claro que não! É só um tranquilizante!
- Você vai fazer tudo outra vez?
- Não, a gente acabou de se limpar! - diz ela, sorrindo, e explica o motivo - Isso é pra você não ver o caminho da minha casa.
- Eu não vou olhar. Não precisa disso.
- Ta bom. Então vamos.
Ambos vão para o carro. Ele se deita no banco de trás e ela dirige em busca de um hotel. Assim que encontra, ela estaciona em uma rua escura perto de lá e ele desce. Ela lhe dá dinheiro, para que pudesse pagar o aluguél por uma noite.
Paula se despede dele e vai embora, satisfeita.



#10044 Comentários - 26-03-2017 - 10:08 PM por Marcos - Diversos - Confirmo, É EXCITANTE (7) - Nota negativa! (0)
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