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Zé do Ovão
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Zé do Ovão - lido 1078 vezes
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Por Narceja
A pedido de uma tia que me escreveu de Itacaré, interior da Bahia, resolvi passar as férias de Julho na pequena cidade.
Lá chegando, tratei de me enturmar com a simpática vizinhança. Minha tia Nazaré, viúva, morava em uma casa grande, alguns quarteirões afastada do centro, próximo a praia.
O local era bastante agradável, muito verde, casas simples, ruas de paralelepípedos e um ar de hospitalidade reinava no rosto dos habitantes.
Minha tia dividia a casa, que era bastante grande e confortável, com Dona Cremilda, a empregada. A casa era da cor azul clara, muito arrumadinha, de oito cômodos amplos e bem mobiliados. Lembro que tinha um alpendre e uma rede que passou a ser meu local preferido.
A empregada era uma futriqueira de marca maior. Vinda de algum interior do Nordeste, que prefiro nem citar o nome... É de saber apenas que veio de uma tal favela chamada “Gato morto” e morava na rua do “Lá vai bala”, nomes estes, que marcaram minha memória!
Após alguns dias, já estava bastante introsada com dona Cremilda, uma mulher de seus 38, anos bem extrovertida e bastante fofoqueira. Foi dela mesma que fiquei sabendo desse tal de Zé do Ovão pela primeira vez. Soube que era nosso vizinho de quintal, e que tinha uma vendinha na rua principal.
Depois do almoço, ficava sentada na mesa ouvindo suas histórias enquanto ela cozinhava ou fazia suas tarefas domésticas. Pessoas simples têm sempre peculiaridades significantes. De todos os assuntos que ela me relatava seu principal era o tal cidadão do sacão.
- Pois num é não... Narcejinha! Onde já se viu um homem como o Zé do Ovão ficar de bebendo em pleno dia... Depois que a mulher dele morreu, ele só quer saber de menina nova e de pinga. Pode?!
- Zé do Ovão... Eu hein... Vocês aqui têm cada uma... Disse coçando a cabeça, encucada com o nome.
- Tu sabes não é mulher ?! Tu já tens mais de 20... Parece que o homem tem aquilo grande... Disse enfiando as mãos na massa do bolo que estava fazendo.
- Mas como é que sabem Dona Cremilda? Perguntei curiosa.
- Ah... Minha filha... Devem ter visto... E provado!
- Zé do Ovão... Hum... Só sendo mesmo! (Certo, confesso que o nome me deixou com uma pulga atrás da orelha. - Mas que diabo que aquele homem tinha para ser chamado de Zé do Ovão?!)
Ora, o imaginei bastante velho, coroa de museu com direito a pança de cerveja.
E deu-se que no outro dia à tarde fui até o tal do botequim com a empregada comprar Cuscuz e leite. O boquim era mercearia durante o dia, e a noite barzinho, desses estilos ralé, com direito a cadeira de plástico branca quebrada e música de corno.
Fui vestida simples, de shortinho jeans e camisetinha por cima do biquíni, além das autênticas chinelas de dedos.
Direi então a verdade, eu era gostosinha mesmo! Bundinha empinadinha, coxa grossa, cintura fina, seios redondinhos e estava vermelhinha do sol. Já me encontrava há alguns dias sem sexo, e claro, pensava sim em encontrar algum Baiano gostoso para me satisfazer. Mas nem pensava no infeliz do Zé do Ovão, sendo para mim mais uma curiosidade mesmo.
Aproximamo-nos do Boteco, uma casa pintada de amarelo e bastante antiga. Ficava numa esquina, onde existia uma calçada larga onde se encontravam as mesinhas de plástico. O nome do lugar estava apagado pelo tempo, mas consegui ler alguma coisa que lembro apenas o final: “.... e seus dois Maridos”. Assim que entrei, vi um senhor gordão vindo em minha direção e tratei de olhar para o meio das pernas quando ouvi a voz do Zé do Ovão, que vinha saindo de trás do gordo.
- Dona Cremilda! Quanta honra a senhora aqui no meu humilde estabelecimento, e com visita do exterior... Disse se referindo a mim.
Minha surpresa foi geral... Zé do Ovão não era velho coisa nenhuma, muito menos gordo. Era um homem de seus 35 anos, moreno cor de jambo, um sorriso de fazer inveja, e uma barriguinha selada e durinha. Com músculos esculpidos pelo trabalho braçal e um rosto quadrado, desenhado com uma barba mal feita ralinha e uns olhos vivos e vorazes.
Ao vê-lo, dirigi meus olhos até a bermuda jeans com o intuito de ver se o apelido era de honra. E não é que era? O volume era mesmo anormal. Um “bolão” de respeito dentro da cueca, e o melhor, com uma visibilidade nítida e instigante. Aquilo era uma afronta à sociedade!
- Olá, sou a Narceja, a sobrinha da dona Nazaré. Disse meio tímida.
O safado não deixou por barato, tratou de me dar uma secada com os olhos comedores e conferiu o material olhando para minhas pernas e seios.
Meio sem jeito, abaixei os olhos e coloquei o cabelo atrás da orelha, enquanto Dona Cremilda fazia a compra com uma estranha risadinha estampada no rosto.
Após receber o dinheiro da empregada, Zé do Ovão sorriu para mim dando tchauzinho com a mão e olhando atrevidamente para minhas pernas. Ao sairmos de lá, ouvi-o comentando com o gordo que ficara estacionado na porta do estabelecimento com a finalidade de fuxicar após nossa saída. Hábito dos moradores da cidade:
- Carne nova no pedaço! Disse dando uma risadinha.
Cheguei em casa meio perdida e sentindo tesão. O homem era demais, de uma beleza masculina difícil de achar nos dias de hoje. Mas também era bastante safado. Cafajeste mesmo! Minha tia não poderia nem sonhar em pensar que eu estaria interessada em Zé do Ovão.
De noite surgiam as cadeiras nas calçadas das casas, costume que aprendi a gostar. Era gostoso depois da novela das 8 ficarmos ali sentadas, eu e dona Cremilda, falando da vida alheia. A vizinhança parecia estar habituada às cadeiras nas calçadas.
Alguns minutos na calçada, e era um festival de “Boa noite” de beijinhos de um lado e do outro, de apresentações e olhares maliciosos.
E assim conheci a vizinhança, alguns jovens da minha idade que me pareciam pouco interessantes. Mas o melhor da noite, era quando Zé do Ovão chegava do trabalho depois de fechar o bar, vindo no passo lento, meio “cheio” de álcool. Passava cumprimentando toda a vizinhança até se aproximar de nossas cadeiras...
Foi nesse instante que senti minhas pernas tremerem pela primeira vez com a sua aproximação. Inconscientemente, “ELA” parecia sentir seu próximo explorador. Sentia então um corrimento vasto no vão de minhas pernas e uma fome vinda da boca de baixo... a xotinha! “ELA” havia dado o sinal da vontade, e eu, sua escrava, não poderia deixar de satisfazê-la!
- Boa noite donas princesas! Disse dando beijinhos de um lado e do outro.
Levantei um pouco da cadeira para facilitar a saudação e senti seus lábios, em um beijo estralado e com cheiro de cachaça, em minhas bochechas, instigando minha vontade de conhecer seu ovão. Após os cumprimentos, ele se dirigia para sua casa no mesmo passo lento que chegara.
De noite na cama, era ele que reinava em meus pensamentos. E claro, me masturbava pensando no dono do boteco. Fechava os olhos e colocava dois dedos dentro de mim enquanto os outros três ficavam mexendo no meu clítoris. O imaginava me comendo, enfiando a tora dentro de mim, sentindo seu saco molestar o vão de minhas pernas e ouvindo o barulho do vai e vem de seus testículos batendo na entradinha da minha xotinha molhada e pequena, de “lingüinha” de fora, faminta. Em meu quarto sozinha, tinha vários orgasmos pensando no “Ovão” daquele homem.
E passaram-se alguns dias e minha vontade, assim como as visitas a seu estabelecimento só aumentaram.
Sempre inventava alguma desculpa para ir lá e sentir aquele macho me comendo com os olhos enquanto olhava para seu volume... Meu desejo de ser possuída por ele aumentava gradativamente com os beijinhos no rosto todas as noites, as gracinhas e os olhares safados que ele me dava.
Numa tarde, Cremilda chegou do Supermercado com uma fofoca quentíssima trazida de uma vizinha que encontrou na hora das compras.
- Narceja, menina, tu não sabes o que ouvi hoje da Dona Denise. Disse baixinho para minha tia, que estava a maior parte do dia vendo televisão, não ouvir.
- Conta logo! Disse curiosa.
- E sobre o Zé do Ovão! Disse olhando para os lados, meio desconfiada.
- Fala logo Cremilda, a tia está na sala.
- Dona Denise me contou que passou na costureira, dona Germana, e ela contou que pegou uma encomenda de roupa do Zé do Ovão.
- E aí, o que tem isso? Perguntei sem entender nada.
- Daí, menina, que ela me contou que a costureira teve que fazer três bermudas e duas calças com um espaço maior que o normal no fundo da peça... Fuxicou baixinho.
- Como assim? Indaguei já me excitando.
- Parece que ele honra mesmo o apelido, Narceja. Zé do Ovão!
Fechei os olhos e cheguei a sentir o cheiro de seus testículos ao imaginá-los nessa hora. Seriam mesmo tão grandes quanto a população da cidade falava?! O que ele tinha dentro daquele volume todo que exibia dentro da calça? E essa agora, de ter que encomendar na costureira, roupa feita por encomenda? Isso me intrigava.
No Domingo, saíram para missa, como de costume, a tia e Dona Cremilda, e fiquei em casa sozinha. Resolvi então ir até o alpendre tomar um pouco de ar, quando vi Zé do Ovão em seu jardim de bermuda aguando as plantas. Sabia que no Sábado, ele só abria o boteco ao meio dia. O quintal de sua casa ficava no fundo da nossa. Nosso jardim era bastante grande. As duas casas eram separadas apenas por um muro baixo do quintal.
Do alpendre, podia vê-lo por entre as folhagens das árvores do nosso terreno.
Olhei para os lados rapidamente e segui por entre o jardim do quintal, me aproximando do muro do Zé do Ovão, o que dava aproximadamente uns 10 metros. Este, continuava aguando as plantas com a mangueira na mão.
Chegando próximo ao muro, me abaixei e coloquei apenas a cabecinha para espiá-lo mais de perto.
E finalmente pude observá-lo bem de perto, protegida por algumas folhagens vi o suor escorrer pelo seu peito suado. Ele estava sem camisa, apenas vestido de uma bermuda de algum tecido vagabundo, que de alguma forma favorecia seu volume por entre as pernas. Para minha surpresa, Zé do Ovão colocou a mangueira no chão e tirou rapidamente a bermuda, ficando apenas de cueca branca.
A preciosidade dentro da cueca reluzia como ouro para meus olhos ávidos e famintos. Ele pegou a mangueira, jogou a bermuda distante para não molhá-la e tomou banho no jardim, se banhando sem ter consciência de que estava sendo observado.
Serei, porém, mais sincera: Aquilo não era um volume considerável dentro da cueca, aquilo eram dois testículos de cavalo presos a um corpo de homem. A água molhava seu corpo lentamente, atingindo o tecido da cueca que agora se tornava transparente, permitindo observar uma escuridão dentro da mesma. Sim, era preto. Um bolão preto preso dentro da cueca. Vi os bagos enormes com desejo e tesão, pareciam-me carnes gordas e suculentas, com uma expressão de firmeza nociva ao sexo feminino. E o meu já estava ensopado de desejos e estremecimentos vaginais selvagens.
Não pensei duas vezes e enfiei a mão dentro da calcinha passando a castigar minha xoxota com violência e astúcia de quem conhece seu próprio corpo, tirando de mim um orgasmo forte e intenso.
E caí sentada no chão sujo, encostada ao muro, afobada, respirando forte e sentindo minha xaninha tremer satisfeita e pedir... Desejar aquele cavalo de homem dentro de mim. Agora, era questão de honra! São nessas horas que perdemos o sentido das coisas e atendemos ao pedido da vontade. E minha vontade era a de trepar em cima daquele macho de testículos de cavalo chucro.
Depois desse episódio, passei a ir mais sexy até a venda do Zé do Ovão e mostrar-me interessada nele. Minha intenção era que ele tomasse a iniciativa.
O que realmente aconteceu. Certo dia, em uma de minhas compras desnecessárias, ele me olhou dos pés a cabeça meio sem acreditar em meu nítido interesse e me convidou:
- Narceja, vai ter uma festa no final de semana na pracinha. Será que você gostaria de ir comigo? Perguntou meio acanhado.
- Claro que sim! Adoraria. Respondi animada.
- Só tem um problema, não sei se tua tia vai gostar...
- Ela não precisa saber! Ela nem sai de casa... Vamos sim, vou adorar.
Combinamos então de nos encontrarmos já na pracinha. Arrumei-me nesse dia, e disse para minha tia que iria sair com a filha de uma vizinhas. Vesti uma saiazinha jeans, curta, sem calcinha, uma camisetinha branca, e umas sandálias delicadas. Soltei os cabelos lisos e longos, e coloquei umas argolas na orelha, dando um toque feminino à simplicidade de minha roupa. Me despedi de minha tia e de Cremilda, que parecia saber de tudo, pois sempre dava suas risadinhas infernais, me constrangendo vez por outra.
- Narceja, cuidado hein menina... Juízo! Disse dona Cremilda, me vendo sair pelo portão da casa.
Cheguei na pracinha nervosa, esperando o Zé. O local já estava lotado, cheio de pessoas, carrinhos de cachorro quentes, vendinhas de bebidas, churrasquinho de gato, beijo na boca e uma atmosfera gostosa de vida do interior. E um cheiro no ar... Um cheiro que só poderia ser de pica. Era esse perfume que sentia em meio aquela bagunça de odores que se formava a minha frente.
A inquietação persistiu até que senti em minha cintura, por trás, uma mão me tocando de leve e um beijo no rosto vindo por trás.
- Boa noite, Princesa! Esta bonita, cheirosa... Disse Zé do Ovão.
Quando o vi, parecia outro homem. Arrumadinho, com blusa quadriculada, uma calça jeans e algum perfume barato, mas que o dava um ar de limpo. Alegrei-me e abri um sorriso:
- Boa noite, Zé...
- Me chamo Rafael. Disse sorrindo.
Fiz carinha de menina e olhei para o chão encabulada... Fazendo tipo! Ele segurou meu queixo e se aproximou de mim me roubando um beijo quente que me fez ovular e colocar meus hormônios em ponto de bala.
O abr ...
#818
Comentários - 28-02-2009 - 04:22 PM
por
Narceja - Heterosexuais -
Confirmo, É EXCITANTE (15) -

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