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De regresso ao cinema



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E agora... O conto de Macho latino :

Olá amigos.
Digo-vos uma coisa… desde que comecei a contar-vos as minhas experiências sexuais com pessoas do mesmo sexo que me sinto melhor comigo mesmo. Parece que tinha algo cá dentro que queria sair e eu próprio impedia a sua saída. Desde que comecei a contar-vos essas minhas experiências senti um grande alívio, como quando temos algo na nossa mente que nos oprime e quando desabafamos com alguém sentimo-nos aliviados. Vocês têm-me ajudado ao lerem os meus contos e votarem a maioria de vós votando neles como excitantes e deixando os vossos comentários favoráveis. É que além de eu próprio ter sentido prazer nessas experiências, sinto que também dei prazer às pessoas com quem as tive.
Hoje vou contar-vos mais uma dessas experiências que se passou uns 5 dias depois da última que vos contei, intitulada “Entre marido e mulher meti… o meu pau” e parte dela passou-se num conhecido cinema de Lisboa denominado “Olímpia”, famoso por passar exclusivamente filmes pornográficos, onde decorreu a história do meu primeiro conto intitulado “Uma mamada deliciosa no cinema”.
Eu continuava a cumprir o meu serviço militar obrigatório e mais uma vez saí à procura de alguém que me satisfizesse sexualmente, preferencialmente do sexo feminino, mas depois das experiências que tive e que já vos narrei, já aceitava mesmo alguém de sexo masculino. O importante era aliviar a pressão que trazia nas calças.
Estávamos no mês de Junho e decorria em Lisboa a Feira do Livro, no Parque Eduardo VII. Eu sentia-me rico, pois, tal como vos narrei no conto “Entre marido e mulher meti… o meu pau”, numa noite ganhei o equivalente a quase 9 meses do meu vencimento de militar. Como adoro ler, desloquei-me a essa feira e comprei alguns livros a bom preço e depois sentei-me num banco de jardim próximo da feira mas um pouco afastado, junto de um candeeiro e pus-me a folhear os livros que tinha comprado, só para passar algum tempo.
Alguns minutos depois, chegou um tipo que se sentou no mesmo banco que eu e deu-me as boas noites. Eu respondi ao cumprimento mas senti-me um pouco desconfortável, pois havia outros bancos vazios próximos daquele e ele tinha que se sentar mesmo ao meu lado. Mais tarde viria a saber que aquele parque era muito conhecido em Lisboa (ainda hoje é) por ser muito procurado por gays que ali se deslocam em busca de jovens, principalmente militares, para satisfazerem os seus prazeres sexuais, a troco de algumas gratificações em dinheiro.
Nesta altura eu ainda desconhecia esta tradição e senti-me desconfortável. Então, saí dali imediatamente e comecei a descer a Avª da Liberdade em direção à Baixa. Quando ia mais ou menos a meio da avenida, olhei para trás e apercebi-me que o indivíduo me seguia. Acelerei um pouco o meu passo e quando cheguei ao fim voltei a olhar para trás. O tipo continuava a seguir-me e comecei a ficar enervado. Entrei na rua onde se localizava o cinema Olímpia (que hoje já não existe e faz parte do Teatro Politeama) e, numa tentativa de me livrar do tipo, comprei rapidamente um bilhete para o filme que estava a passar e entrei na sala, sem sequer ver qual o filme que estava em cena.
A sala estava mais ou menos meio cheia. Poucos minutos depois verifiquei que era um filme com travestis, curiosamente, tal como aconteceu no meu primeiro conto, intitulado “Uma mamada deliciosa no cinema”. Uns instantes depois sentou-se um tipo ao meu lado. Alguns minutos após se ter sentado ele aproximou-se do meu ouvido e perguntou-me em sotaque brasileiro:
- Oi gato. Você quer transar comigo?
Qual não foi o meu espanto quando olhei para ele e vi que era o mesmo que se tinha sentado ao meu lado no banco de jardim. O gajo perseguiu-me desde o Parque Eduardo VII, viu-me entrar no cinema, tirou um bilhete, entrou na sala depois de mim e conseguiu ver onde eu estava sentado. Se fosse há uns tempos atrás ficaria enervado com a ousadia do gajo, mas depois das minhas experiências anteriores que já vos narrei nos meus contos atrás referidos e também no conto “Fodi o meu amigo”, e ainda mais pelo facto de já estar excitado por algumas cenas do filme, senti um pulo no meu pau e, se já estava atesoado fiquei ainda com mais tesão. No entanto, não lhe respondi e ele, tentando encorajar-me voltou a aproximar-se de mim, começou a acariciar o meu pau, que já parecia querer rebentar-me com o fecho das calças. Ele aliviou-me essa pressão, abrindo-me o fecho e tirando o meu pau pra fora. Começou a acariciá-lo masturbando-me deliciosamente. Huuuummmmmmmm que delícia! Relaxei e deixei-me saborear a sua mão quente acariciando o meu pau e ele, percebendo que eu estava rendido, voltou a aproximar-se do meu ouvido e disse:
- Cara, você tem uma rola maravilhosa, sabia? Eu tenho um cuzinho muito guloso, quente e apertado que já está latejando de desejo de engolir o seu pau todinho. Você topa? Olha, se você transar comigo eu te darei 30 mil escudos.
Huuuuummmm… 30 contos eram mais 5 meses do meu miserável vencimento de militar. Olhei para ele. Devia ter uns 40 e poucos anos e tinha boa aparência. Perguntei-lhe:
- E vamos para onde?
Ele respondeu:
- Ué! Vamos para o meu quarto de hotel, né?
Não resisti e decidi aceitar. Ele estava hospedado num hotel na Avª da Liberdade e fomos a pé até lá, pois era perto. Pelo caminho ele contou-me que era descendente de portugueses. Um dos seus avôs era natural duma pequena aldeia da Beira Baixa, que tinha emigrado para o Brasil e casado com uma brasileira. Agora, ele estava em Portugal pela 1ª vez para gozar férias, aproveitando para visitar a aldeia onde nascera o seu avô e conhecer alguns familiares. Disse-me também que quando estava ainda no Brasil planeando a sua viagem já estava imaginando em conquistar um belo português que comesse o seu cuzinho, pois já tinha ouvido histórias contadas por outros brasileiros homossexuais seus conhecidos que vieram a Portugal e tinham conhecido portugueses, precisamente naquele parque e que lhes deram excelentes fodas.
Assim que chegámos ao quarto, ele empurrou-me pra cima da cama, abriu-me o fecho das calças, tirou o meu pau pra fora e começou a fazer-me uma deliciosa mamada. Relaxei completamente e comecei a gemer de prazer:
- Huuuuuummmmm! Issoooo… chupaaaaaa… huuummmm que boquinha deliciosa, macia e quente. Ooooooohhhhhh que booommmmm!
Ele pareceu ficar entusiasmado com os meus gemidos de prazer e disse:
- Isso, cara, relaxa. Deixa eu te chupar gostoso. Vou-te dar muito prazer, viu? Adoro fazer um cara gemer de gozo. Daqui a pouco você vai meter essa tora no meu cuzinho, não vai? Quero que você me coma gostoso. Meu cuzinho já está latejando. Espera um pouco que eu já volto.
Alguns minutos depois ele apareceu com uma lingerie feminina muito provocante. Vestiu um body preto muito sexy com uma cuequinha muito reduzida. O seu rabinho era muito provocante, empinado e nádegas robustas.
Ele chupou o meu pau ainda mais uns minutos e depois pegou num frasco de óleo que espalhou no meu pau e no rego do seu cu. Depois sentou-se no meu pau e foi-se enfiando bem devagarinho, de costas pra mim. Quando já tinha todo o meu pau espetado no seu cu começou a rebolar enquanto acariciava as minhas bolas. Depois começou a cavalgar lentamente enquanto gemia:
- Ai cara, sua rola é bem gostosa, sabia? Que bom que eu conquistei você. Aaaaiiii que foda gostosaaaaaaaa… issoooooo... mete tudo no meu cuzinhoooo… Aaaaaaahhhhhhh que delíciaaaaaaa…
Ele começou a cavalgar em cima de mim, enterrando o meu pau no seu cu e rebolando o traseiro em cima das minhas coxas, cada vez mais sôfrego.
Mudámos de posição ainda mais duas vezes, uma vez ficámos de lado e alguns minutos depois ele colocou-se de bruços e rabo espetado para cima e eu deitei-me em cima dele enfiando o meu pau no seu cu. Finalmente, ele pediu-me que saísse de cima dele e colocou-se de 4 dizendo:
- Ai gato, me pega de 4, vai. Tou cheio de tesão. Me fode como se eu fosse uma cadela no cio. Me faz de gato e sapato. Quero ser sua puta bem safada. Pega no meu rabo e mete toda sua rolaaaaaa… vaiiiiiii… mete toda sem dó… me fodeeeeeeee… com forçaaaaaaaa… vaiiiiiii...
Este brasileiro era muito guloso. Ele ficou de 4 com o rabo todo empinado e com ambas as mãos abriu bem as suas nádegas. Eu cheguei-me a ele e dei algumas pinceladas com o meu pau no rego do seu cuzinho, abaixo e acima. Ele estava louco de tesão e só queria mesmo o meu pau enfiado no seu cu, pois quase gritou:
- Ai gato, você está me fazendo sofrer. Mete logo essa rola no meu cu. Quero esse pau gostoso todo espetado na minha bunda até suas bolas baterem nas minhas nádegas. Vai gato, me fode gostoso, vai. Por favor.
Apontei a cabecinha do meu pau ao seu cuzinho, segurei nas suas ancas e fui entrando devagarinho. Quando estava todo enfiado, ele meteu um braço entre as suas pernas e segurou as minhas bolas, apertando-as e acariciando-as. Voltei a tirar o meu pau até ficar só a cabecinha encostada ao olho do seu cuzinho e voltei a espetá-lo todo lá dentro e assim continuei em movimentos de vai-vem. Ele também ajudava levando o seu cu para a frente e empurrando-o para trás ao meu encontro, quando eu voltava a enfiar o meu pau no seu cu.
Estava a ser uma foda deliciosa e nós estávamos a ficar frenéticos à medida que a foda ia aumentando de ritmo e nós íamos ficando cada vez mais entesoados. Ele gemia bem alto:
- Ai gato que você fode tão bem. Meu cuzinho está adorando sua rola, sabia? Isso meu macho gostosoooooooooo… me faz sua putinha vadiaaaaaaaa… quero ser sua fêmea safadaaaaaaa… oooooohhhhhhhhhhh que deliciaaaaaa… fode esse raboooooo… me rasga a bundaaaaaaa… todaaaaaaaaa… aaaaaaahhhhhhhhhh.
Eu também estava a entrar em delírio. Aquele cu era apertadinho e escaldante e os gemidos dele deixavam-me completamente fora de mim. As minhas estocadas eram cada vez mais violentas. O meu caralho entrava e saía no seu cu a um ritmo alucinante. As minhas pernas faziam um barulho ensurdecedor batendo nas suas nádegas gordas: chap… chap… chap… chap… Eu estava a ficar louco de tesão e também gemia e gritava alto e bom som:
- Ooooohhhhhhh… isso minha putaaaaaaaa…. Atira com esse cu com força contra mim… uuuuuiiiiiiiiiiii que deliciaaaaaaaaa… que cuzinho apertado e quenteeeeee… tu também fodes muito bem… aaaaaahhhhhhh… sua cachorra safadaaaaaa… vou encher esse cuzinho de leiteeeeeeeeeeeee… aaaaaahhhhhhhh!
Ele também entrou em delírio e gritava:
- Isso meu putooooooooo… goza no meu cuzinhoooooooo… gozaaaaaaaaaa… eu também estou gozandooooooooo… me enche a bunda com a sua porraaaaaaa… vaiiiiiiiiiii… gozaaaaaaa… aaaaaaaaahhhhhhhhh… estou sentindo o seu leitinhooooooooo… é quenteeeeeeeee… aaaaaaahhhhhhhhh que deliciaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…
Ele devia ter bons rendimentos e estava hospedado numa das melhores suites do hotel. A casa de banho tinha uma banheira enorme onde cabiam duas pessoas. Depois da nossa foda escaldante fomos tomar um banho com sais e alguns minutos depois ele começou a acariciar-me e voltei a ficar cheio de tesão. Escusado será dizer que tive que foder o seu cuzinho ainda mais uma vez. Dessa vez o meu pau ainda deslizava melhor no seu cuzinho, pois estávamos ambos com a pele molhada e bem escorregadia e o meu pau entrava e saí no seu cu como manteiga.
Mais uma das minhas experiências que nunca contei a nenhum dos meus amigos, mas de que nunca me esquecerei pelo enorme prazer que senti. E mais uma vez, além do prazer que senti, ainda ganhei dinheiro, pois ele entregou-me 6 notas de 5 mil escudos, conforme me tinha prometido ainda no cinema. Ele disse-me que quando voltasse da aldeia do seu avô ainda ficaria em Lisboa durante 2 dias e fez-me prometer que o procuraria para transar com ele ainda mais uma noite e que me pagaria o mesmo. É claro que não consegui recusar. Cerca de uma semana depois fui ter com ele ao hotel e voltei a foder o seu cuzinho mais 3 vezes. Ele voltou ao Brasil com a bunda bem saciada.
As minhas aptidões sexuais estavam a ser lucrativas. Comecei a pensar em explorar melhor estas minhas capacidades e mais tarde tornei-me gigolô, dando prazer a senhoras da média e alta sociedade, algumas separadas, divorciadas, viúvas e também algumas casadas, todas com idades acima dos 50 anos. Cheguei a foder com senhoras de 70 e até 80 anos. Mas isso são histórias que vos contarei mais tarde.
Lembram-se de vos ter falado de uma amiga minha que estava sempre disponível para ter sexo, não apenas comigo mas também com outros homens, quando vos narrei o conto “Fodi o meu amigo”? Tive várias experiências com essa minha amiga e da próxima vez contar-vos-ei resumidamente 2 ou 3 dessas experiências, as que considero mais excitantes. Aguardem-me.
Espero que tenham gostado e votem.
Até à próxima
Um abraço do vosso amigo, Macho latino.



#7158 Comentários - 01-02-2013 - 01:52 AM por Macho latino - Gay - Confirmo, É EXCITANTE (81) - Nota negativa! (66)
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Cara, tenho um amigo que me contou uma estoria muito parecida com essa. Será que foi você que fodeu o meu amigo? Um dia desses deixarei aqui o meu endereço pra vc me adicionar. Estou pensando em ir a Portugal e gostaria de te conhecer. Estou todo meladinho e já estou imaginando vc comendo meu cuzinho também. Será que vc ainda tá afim de comer uma bundinha masculina?. #1 - 01-02-2013 - 02:02 AM por Alex - reportar abuso

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