mais uma da Ana... - lido 1505 vezes
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A historia que vos contar hoje, é a prova que nunca se deve dizer nunca rsrsrsrs
Tínhamos ido passar uns dias à quinta de uns amigos nossos, é uma bonita casa e com bonitas paisagens de campo, lá eles têm diversos animais e fazem varias culturas, como só lá vão aos fins de semana e alguns períodos maiores de ferias, pois vivem na maioria do tempo aqui em Lisboa, têm lá uns caseiros ainda dos pais deles (não sei se do pai se da mãe, eles herdaram aquilo, que inveja rsrsrsrs), esses caseiros vieram há muitos anos de África juntamente com os pais deles e assim são de certa forma quase família.
A casa alem de grande tem uma grande piscina, estábulos e outras pequenas casas (entregues aos caseiros), nos dias que lá estivemos, passamos grande parte do tempo na piscina, ou melhor passei, a apanhar um sol, pois adoro sol, logo ao segundo dia de lá estarmos aparece uma menina, devia ter uns vinte e cinco anos, muito bonita, alta e cabelos louros e compridos, soube depois que vive numa quinta próxima e como são amigos serve-se da piscina, pude ver que era muito atraente, não só de cara como de corpo e não tinha problemas em fazer topless (aproveitei e fiz também rsrsrs), num momento em que o sol se escondeu e ela levantou-se e saiu, pouco depois decidi fazer o mesmo e fui dar uma volta pela quinta, afinal aquilo era tudo novidade para mim (menina de cidade), e estava a adorar o campo, comecei a andar e quando vou a passar por uma das pequenas casas entregues aos caseiros oiço uns gemidos abafados, fui investigar silenciosamente, olho pela janela e vejo a menina, a loirinha, deitada de costas sobre o que parecia ser uma mesa e um rapaz negro abaixado à sua frente a acariciar-lhe as pernas e a fazer-lhe um minete.
Sempre ouvi dizer coisas acerca dos negros, mas nunca me tinha despertado a curiosidade e/ou feito nascer uma fantasia, se bem que já tivessem havido comentários e conversas no nosso circulo de amizades em como eles são muito bem abonados, o meu marido uma vez e a propósito de uma conversa dessas até me tinha posto a ver pequenos filmes da internet onde é bem visível o tamanho dos seus paus, mas tendo eu a profissão que tenho, nunca dei muita importância a isso pois de certeza que há negros avantajados assim como outros que nem por isso, o mesmo acontece com brancos, mas naqueles filmes eles eram muito bem servidos, mas volto a dizer nunca me tinha despertado coisa alguma e eu o que gosto é de ser “bem fodida” como dizem os meus amigos e marido e para isso basta que tenham um pau e saibam o que fazer com ele. Voltando à surpresa, decidi ficar à espreita, o rapaz devia ter a mesma idade que a rapariga e devia estar a dar-lhe muito prazer pois ela contorcia-se e arqueava as costas ao sabor das lambidelas dele, depois, ele puxa-a e deve ter-lhe dito que era a vez dela (mal os ouvia e falavam baixo, o que tinha sido mais audível eram os gemidos abafados dela), ela abaixa-se à sua frente e despe-lhe as calças, o tipo não usava cueca e o seu pau saltou-lhe e ficou ali especado na frente da rapariga, que rapidamente o começou a lamber, chupar e punhetear, vi ali “in loco” o meu primeiro pau negro e aquele menino era bem servido como os tipos dos filmes, ela metia-o na boca até onde podia (pouco mais de meio) e chupava-o, depois de um tempo nisto, ela vira-se e “oferece-lhe” as costas dobrando-se sobre a mesa, ele aponta á sua ratinha e rapidamente lhe dava “estocadas” a que ela correspondia com mais gemidos abafados, ele era muito rápido e agora alem dos gemidos dela ouviam-se os barulhos típicos de corpo com corpo, tudo aquilo me excitou muito, ele acelerava mais ainda, ela já mordia a mão, para não fazer barulho que mesmo assim era bem audível para mim, pouco tempo depois tira o pau para fora e vem-se para as costas dela que se tinha deitado totalmente sobre a mesa, aproveito e retiro-me dali o mais rapidamente possível, volto para a piscina e como o sol tinha voltado, estico-me ao sol, pouco depois chega a menina e não demorou muito sabia um pouco da sua vida, vivia ali perto, tinha acabado o curso de arquitetura, mas ainda não tinha arranjado trabalho o que só vinha atrasar a sua vida pois namorava à 3 anos com um rapaz que lhe tinha pedido a mão e ela dissera que casava com ele quando arranjasse trabalho, por esta altura pensei que o namorado fosse o rapaz, mas depressa ela me disse que o seu namorado trabalhava na câmara municipal da cidade, fiquei a olhar para ela, a menina de casamento marcado ia para ali apanhar sol e dar umas boas quecas com o rapaz negro que eu ainda não sabia quem era, até que ele passa um pouco ao largo e eu aproveito o facto de ela lhe acenar para perguntar quem era, disse-me então que era como que um amigo, pois eram vizinhos e que ele era filho adoptivo dos caseiros. O resto dos dias que ali estivemos ainda os vi por mais duas vezes, mas noutros locais, uma vez nos estábulos e outra numa espécie de palheiro.
Na semana seguinte a ideia de eles juntos não me saia da cabeça, cheguei a acordar de noite a imaginar-me a ser penetrada por aquele pau enorme e negro, já me andava a passar da cabeça como se costuma dizer, uns dias depois encontro a minha amiga, a dona da quinta, enquanto tomávamos café, disse-lhe que tinha adorado a sua quinta e que me tinha feito muito bem, aquela calma e o sol da piscina tinham sido muito reparadores, ela disse-me então que sempre que eu lá quisesse ir, que podia ir, eles nem precisavam de lá estar, os caseiros já me conheciam e bastava por-me a caminho, agradeci-lhe a oferta mas que seria aborrecido para ela, como resposta telefona aos caseiros à minha frente e diz-lhes que a amiga que la tinha estado hà poucos dias era provável que regressasse e que fizessem tudo o que eu pedisse, no final do telefonema agradeci-lhe imenso e disse-lhe que assim sendo numa próxima folga iria até para descansar novamente (claro que o menino me estava na ideia), quando cheguei a casa, contei tudo ao meu marido que evidentemente me incentivou e disponibilizou para o que fosse preciso, começou logo a idealizar situações, ri-me e disse-lhe que se fosse seria apenas para descansar, o que fez com que se risse de mim.
Quando tive uma folga, meti-me no carro e fui até à quinta, lá chegada fui recebida pelos caseiros, que me indicaram o meu quarto e até apresentaram o filho adoptivo (o menino que eu tinha visto que agora me parecia mais um matulão que um menino), rapidamente me instalei e fui para a piscina, estico-me a aproveitar o belo dia de sol que se tinha posto, ao fim de um tempo oiço um pequeno barulho, abro um olho e reparo que o rapaz andava ali nas proximidades, decido provoca-lo coloco os óculos escuros e retiro a parte de cima do biquíni e faço topless, as minhas maminhas não têm vinte cinco anos, mas posso afirmar que nada devem às da menina, vi que ele deve ter gostado do que via, pois agora olhava mais incessantemente, pouco tempo depois viro-me de costas e puxo o biquíni de modo a que parecia que estava de tanga pois o meu rabo ficava quase sem nada, entretanto, como eu estava de costas e não o via, ele ganhou confiança e colocou-se mais de perto, quase que sentia os seus olhos em mim, tive ali mais ou menos uma hora e ele também, mas sempre com alguma distancia, fingindo sempre estar a limpar o jardim ali à volta.
À noite, jantei com eles na cozinha da casa e fui cedo para o quarto que me tinha sido atribuído pela “caseira”, dava para o jardim que pega com a piscina, estava calor e decido despir-me e deito-me nua sobre a cama, estava um pouco cansada da viagem e estava a saber-me bem todo aquele sossego, quando abro os olhos, pareceu-me ver um vulto próximo da janela, calculei logo que fosse o rapaz, disfarço e coloco-me de maneira não só que ele visse mais o meu corpo ali despido como que ele não reparasse que eu o via, instantes depois confirmei que era ele, então ia mudando de posição para que ele me visse por completo, depois, levanto-me e começo a espalhar creme pelo corpo, demorando-me nas maminhas e na ratinha e rabinho, de seguida visto apenas uma túnica e saio para fora para fumar um cigarro no jardim, sento-me num banco corrido e até deixo que a túnica suba e me deixe quase à vista a minha rachinha, segundos depois ele aparece e tenta disfarçar que ia a passar, eu finjo aceitar e não tarda começamos a falar a conversa era do mais banal possível e o meu interesse era apenas o grande volume que ele tinha nas calças o que me excitava imenso, não demorou muito e começou a elogiar-me e um pouco mais tarde ao saber a minha profissão começa com perguntas acerca de sexo e vim a saber que o rapazinho era uma espécie de garanhão ali da zona e que as meninas das redondezas o procuravam só para que ele as comesse, não sei se é verdade ou se estava a “fazer-se” para mim, se bem que eu já o tinha visto com a outra menina e mais que uma vez, a certa altura diz-me que por vezes sentia uma dor no pénis, principalmente à noite embora não fosse o caso daquela noite, tento saber mais sintomas e ele dizia “é em cima doutora, é mesmo em cima que dói”, eu tentava que por palavras ele me dissesse mais (mas percebi logo o que ele queria, já ando nisto há uns anos e já vi muita coisa e principalmente muito esperto a querer que eu lhes pegue no pau, mas estava a achar piada ao rapaz), quando ele me diz (o que eu esperava ouvir), “quer ver doutora?”, “mostra lá isso então, mas anda aqui para o quarto”, venho para dentro e sento-me na cama, ele aproxima-se de mim e despe as calças, o seu pau não estava duro mas via-se bem que era grande, pego-lhe no pau e começo a perguntar onde lhe doía, enquanto isso vou massajando-o que fez com que rapidamente se erguesse nas minhas mãos, ele dizia “é em cima doutora”, abaixo a cabeça como que para ver melhor, pergunto “e agora dói-te?”, ele diz “um bocadinho”, abro a boca e começo a chupa-lo, lembro-me da miúda que o queria chupar todo e tento fazer o mesmo, também só consigo ir até meio, mas que grande pichota o puto tem, lembro-me de pensar, eu chupava-o e lambia-o, e depois de um bocado, páro e pergunto-lhe “ainda te dói?”, responde-me “pode continuar doutora, tá a melhorar”, sorrio e continuo, passados uns minutos, recosta-me na cama e começa a lamber-me, tinha uma língua dura e um pouco áspera, o que me sabia bem e me fez rapidamente atingir o orgasmo, lembrei-me da miúda e agora podia sentir o mesmo que ela, mal me acalmo do orgasmo, agarro a minha mala e tiro uns preservativos de lá, puxo-o para cima e coloco um, agarro-lhe no pau e esfrego-o na minha ratinha, para cima e para baixo, depois apontava-o ao buraquinho, ele tentava logo enfia-lo e eu retirava-o e continuava a esfrega-lo em mim, ele começa a mexer-me na ratinha e a enfiar primeiro um dedo e depois outro, não demorou e eu gemia, então pego-lhe no pau e aponto-o, ele empurra e o pau entra lentamente, vai forçando até o meter quase todo parando porque eu o impeço de avançar, mando-o recuar, ele obedece, depois digo-lhe” devagar enterra-o até eu dizer, vá… devagar” ele obedecia e lentamente enterrava-o em mim até ao meu toque para parar, não demorou muito o seu pau estava todo molhado da minha ratinha, ele continuava lentamente, fora e dentro, varias vezes tentava acelerar, eu impedia-o, e ele voltava ao ritmo, eu estava excitadíssima, agora cada vez que ele vinha dentro eu ia deixando ele ir mais fundo, cada vez mais fundo e não tardou ele metia-mo todo e encostava no fundo, sentia os seus tomates a bater em mim, vinha a fora e metia todo até ao fundo, uns minutos assim, levanto as pernas e coloca-as nos seus ombros e digo-lhe “vá…. Agora acelera um pouco” ele obedeceu prontamente até que eu mando “mais… mais…. mais…” ele acelerava e dava-me bem fundo enquanto me batia com os tomates venho-me novamente e arfo imenso ele excita-se e vem-se também dentro de mim, retiro as pernas e ele deita-se sobre mim. Ficamos ali em silencio, pouco tempo depois sinto-o num pequeno vai vem dentro de mim, devia querer mais, nada digo e ele continua, sinto o seu pau a crescer dentro de mim ele começa a acelerar novamente os movimentos, mando-o ter calma, ele abranda, digo-lhe para ele parar e sair de cima de mim, obedece e fica ali de pé de pau espetado, retiro-lhe o preservativo, metade já tombava cheio de esperma, pego num dodot e limpo-o, olho para aquele pau negro brilhante ali na minha frente, chupo-o um pouco e meto-lhe outro preservativo, dispo-o e deito-o na camas, dispo a túnica e vou para cima dele, sento-me na cabeça do seu pau, vou rebolando e lentamente deixando-me sentar naquele pauzão já duro novamente, vou até ao fim e finalmente sinto os seus tomates, lentamente rebolo ali um pouco ele acaricia-me o peito com as suas grandes mãos negras, eu estou a adorar o menino, tou cheia de tesão ele agora agarra-me na cintura e ajuda-me a rebolar, sinto todo o seu pau em mim, estou a ferver, a noite quente nada ajuda a baixar a temperatura, senta-se na cama e eu permaneço ao seu colo a rebolar-me, lentamente, quero e estou a sentir todo aquele pau, com as mãos na minha cintura faz com que dê pequenos saltos no seu pau, beija-me as mamas, sinto agora os seus dedos no meu rabo, brincam com o meu buraquinho, chega a meter um dedo, sinto-me preenchida e não aguento e venho-me novamente, ele também, deito-o e deito-me no seu peito, estou cansada, instantes depois sinto-o no vai vem, digo-lhe “já chega, amanha há mais se te portares bem”, imediatamente ele pára e diz baixinho “….sim… mas….”, “diz lá….” Respondo já meio a dormir “eu…. Nunca…. Eu…”, interrompo-o “tu o que…. Fala”, muito a custo e baixinho diz “…anal… “, deixo-me estar ali um pouco, estou cansada mas muito satisfeita, fui bem fodida, rebolo e deito-me a seu lado, digo-lhe que quero dormir, veste-se, despede-se até amanha e sai, devo ter adormecido logo de seguida pois não me lembro de mais nada.
No dia seguinte levanto-me tardíssimo, era já quase hora de almoço, bebo um sumo e vou até à piscina, dou um mergulho e estendo-me ao sol, a caseira aparece com um café, agradeço e rapidamente o bebo enquanto fumo um cigarro, pergunta-me se estou a gostar, digo que estou a adorar e que penso voltar mais vezes, assim a minha amiga me faculte a estadia, diz que vai acabar o almoço e sai, uma hora depois chama-me para almoçar. Depois de almoço vou andar um pouco pela quinta e rapidamente tenho companhia, o meu rapagão tinha-se juntado a mim, andámos um pouco e sentamo-nos numa sombra, conversamos muito e disse-me que não estava a mentir e que por vezes lhe doía o pénis, mais propriamente a glande, depois de umas perguntas minhas verifico que é verdade, ele é muito solicitado pelas meninas das redondezas e que elas querem mesmo é a bruta e que há dias em que chega a estar com três, faço ver que a glande lhe dói porque ele não as fode como nós fizemos na noite anterior, ele confirma que no dia anterior tinha estado com uma antes de mim, e que estava bem, não lhe doía, alem disso disse-lhe para usar sempre o preservativo, o que ele disse que fazia sempre, alias elas próprias levavam, e para que de inicio, o fizesse lentamente e depois de bem lubrificado então acelerasse, ele anuiu e de seguida pergunta-me “lembra-se do que lhe pedi ontem?” respondo que não porque estava cansada e com sono, diz-me então que nunca tinha feito anal e que as meninas não o deixavam e era uma ideia que ele tinha, sorrio-lhe e pergunto “e queres fazer anal comigo, é isso?” ele ri-se timidamente e confirma, respondo-lhe “mais logo….. depois vê-se isso….” Ficou todo contente, abaixa-se e começa a beijar-me as pernas e vai subindo, os beijos transformam-se em lambidelas, os seus dedos enfia-se agora por debaixo do meu biquíni, aguento-me e digo-lhe “então….. mais logo….. mais logo….”, pára. Levantamo-nos, vai mostrar-me os estábulos e os cavalos, convida-me a dar uma volta a cavalo, aceito e andamos uma boa distancia da quinta, paramos numa grande arvore e sentamo-nos um pouco à sua sombra, ele estende uma espécie de manta e deitamo-nos nela, está calor e a frescura da sombra sabe bem, depois de falarmos um pouco fez-se silencio, ele vira-se para mim e acaricia-me o corpo e rapidamente mete a mão por debaixo da camisola e apalpa-me as maminhas, elogia-as como sendo as mais bonitas que tivera a oportunidade de mexer, começo a lembrar-me da noite anterior e excito-me, as suas mãos percorrem-me agora todo o corpo e não tarda começam a passar por debaixo do biquíni, nada digo, debruça-se e começa a beijar-me a barriga, depois os mamilos, depois desce e vem para as pernas, despe-me o biquíni, abro as pernas, avança rapidamente pelas minhas pernas acima e inicia-me um minete, sinto novamente aquela língua áspera e dura a penetrar-me, uns minutos e faz-me vir, empurro-o e dispo-o também, inicio-lhe um broche, lambo-o e chupo, ao fim de uns minutos diz-me se seria agora que eu lhe daria o rabinho, pergunto-lhe por preservativos, diz que não tem, “paciência….”respondo, continuo a chupa-lo e a lamber-lhe aquele pau negro e já luzidio da minha saliva, abocanho-o e chupo com força, punhetei-o e numa chupadela mais forte sinto um jacto enorme de esperma na boca, continuo e chupo-lhe tudo, até sentir o seu pau a desfalecer, cuspo fora todo aquele leite e pergunto-lhe “eu disse-te para te vires para a minha boca?”, senta-se de repente e pede-me mil desculpas, respondo-lhe “já que te ensino a fazer sexo, tenho de te ensinar boas maneiras”, tudo aquilo me estava a excitar, estava a adorar tudo aquilo, insiste nas desculpas, que não sabia se eu queria ou não, respondo-lhe, quando te estão a fazer um broche e tu te estás quase a vir, tens de avisar, dás um toque, avisas, a partir daí é da conta da rapariga, fazer o que quiser “percebes….?”, “sim….. sim….”, montamos no cavalo e regressamos, ele fica nos estábulos, combinámos ele aparecer na portada do meu quarto à noite, eu venho para a piscina, dou um mergulho, nado um pouco e deito-me a secar.
Á noite depois do jantar, a cena da noite anterior repete-se, primeiro espreita-me e depois quando eu saio, aparece (um must de ingenuidade), pouco conversamos, enquanto eu fumava o meu cigarrinho, venho para dentro, ele segue-me como um cachorrinho, sento-me na cama, ajoelha-se e começa a beijar as pernas, dispo a túnica que tinha vestida e deito-me na cama, ficando nua à sua frente, ele continua nos beijos e lambidelas pelas minhas pernas, sobe, sobe e rapidamente lambe-me o clítoris, excita-me, lambe-me e penetra-me com os dedos, estou quase a vir-me, mando-o despir-se e deitar-se na cama, obedece e num instante está deitado e nu, sento-me na sua cara, começa a penetrar-me com a língua, acaricio o clítoris, esfrego-lhe a ratinha na boca enquanto a sua língua me penetra, dobro-me e começo a chupar o seu pau já duro, enquanto o chupo roço-me na sua cara, nariz, boca e língua, penetra-me com os dedos na ratinha e não demorou a enfiar-me também um no rabo, venho-me em cima dele enquanto tento abocanhar o seu pau, viro-me e coloco-lhe um preservativo e rapidamente escorrego e sento-me na totalidade daquele pau negro, rebolo lentamente, ele acaricia-me o rabo e introduz-me um dedo no rabinho, mando-o por outro enquanto rebolo sentindo-me cada vez mais preenchida, coloco-me de cócoras, agarro-lhe no pau e aponto-o ao meu buraquinho já molhado da sua saliva e um pouco preparado pelos seus dedos, começo a sentar-me, ui…. Nunca tinha dado o rabo a um pau assim tão grande, vou forçando até que a cabeça entra, descanso e forço mais um pouco, vou até mais ou menos a meio, ali rebolo um pouco e tiro um pouco até a cabeça e volto até ao meio, algumas vezes assim e forço mais fundo e assim sucessivamente, uns minutos assim e meto-o todo, desenrolo as pernas e deito-me no seu peito, empino o rabo e digo-lhe “dá-me com jeito….” Ele começa o vai vem, do principio ao fim, de volta ao principio e até ao fim, lentamente, depois começa a acelerar, gemo um pouco alto com a mudança de velocidade, porem está-me a saber bem, deixo-o dar-me com força, sinto os seus tomates a baterem-me, uns minutos assim e sinto-o quase a vir-se, eu ainda não me tinha vindo e mando-o abrandar, mudamos de posição, em cima da cama meto-me de gatas para ele, aponta-me o pau ao rabinho já um pouco aberto e mete-mo de seguida até ao fundo, começa a acelerar, sinto os seus tomates a baterem-na na ratinha, acaricio o meu grelinho e ele apalpa-me as maminhas, gemo mais e mais, dou pequenos urros de prazer e sinto uma explosão no meu rabo, um calor inunda-me de tal maneira que me venho, ele acelera agora e é mais vigoroso batendo-me bem no fundo o meu orgasmo parece que não acaba, ele abranda e assopra, está rebentado, deixa-se cair a meu lado, pouco depois começa a elogiar-me que não há mulher como eu, que me adora, agradece-me muito por lhe dar o rabinho e que era o melhor rabinho do mundo, eu apenas sorria, recomponho-me e venho fumar um cigarro, ele veste-se e sai também, despeço-me dele ali pois venho-me embora de manha cedo, pede-me para que volte depressa, digo-lhe que sim, vai-se embora. No dia seguinte, cedo, meto-me a caminho para Lisboa, no caminho lembrei-me muita vez dele, do meu rapazão e dos prazeres que ele me tinha proporcionado, o caminho fez-se bem, tirando uma vez por outrauma dorzita no rabinho, que nunca tinha sido comido por um pauzão assim, mas que me tinha dado muito prazer, vim a alternar estes pensamentos com a ânsia de estar nos braços do meu maridinho, deitadinhos os dois e contar-lhe tudo ao pormenor, pois mantive-o sempre ao corrente com telefonemas e sms’s, pois como já vos disse em primeiro estamos nós, o casal, o jogo e não os jogadores. Por vezes nem sabemos que temos fantasias mas quando elas nos batem à porta, e se as podemos realizar, porque não? Eu nem pensava que tinha esta, muito menos em estar com um negro, que muito provavelmente se fosse outro e nem o tivesse visto com a loirinha nem tinha acontecido, as coisas são como são e compete-nos a nós traçar o nosso caminho, no meu caso, escolhi faze-lo com o máximo de prazer possível! Carpe Diem!! rsrsrs
#6624
Comentários - 02-02-2012 - 06:54 PM
por
Ana Marques
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muito excitante!
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