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E agora... O conto de XPTO :

MINHA HISTÓRIA

O INÍCIO
Desde os meus 11 anos, em termos de sexo a única coisa que eu fazia, era bater punheta, que eu tinha aprendido com um amigo mais velho.
Fazia isto quase todos os dias.
Quando eu era pequeno, minha mãe que era viúva, tinha me alertado o que meninos maus podam fazer, sem entrar em muitos detalhes, dizendo que podiam colocar coisas dentro do traseiro por onde saia o coco.
NO COLÉGIO
Claro que eu tinha uma noção do que era dar o cu ou chupar um pau e, que alguns meninos do colégio que eu frequentava, no período matutino, faziam troca-troca dando o cu ou chupando.
Isto ocorria na casa destes meninos ou mesmo no colégio, no banheiro de um vestiário afastado, perto da quadra de esportes que não tinha nenhuma vigilância.
Entretanto apesar de ter sido paquerado por alguns colegas para participar destas brincadeiras, principalmente por ser bonitinho e ter uma bundinha bem redonda, sempre recusei com medo de alguém ficar sabendo e ser chamado de veado, como ocorria com alguns meninos.
Outro problema era que existia no meu colégio, um grupo de uns alunos mais velhos e, que quando descobriam que um menino tinha dado o cu ou chupado o pau de outro, forçavam por meio de chantagem ou mesmo pela força, estes meninos fazerem sexo com eles, quase todos os dias.
Isto ocorria no banheiro do vestiário e, eu gostava de ir, na hora do recreio, neste banheiro para ver o que estava rolando e, o que eu via me deixava excitado.
Eu tinha visto, por diversas vezes, no banheiro do vestiário, um ou outro menino junto com até três alunos mais velhos.
Enquanto um entrava no reservado e ficava abusando do garoto, os outros ficavam vigiando.
Depois saia um e entrava outro e, assim, iam revezando.
Às vezes entravam dois.
No começo eu não entendia o que dois caras podiam poderiam fazer com apenas um só menino.
Depois me contaram que enquanto um comia o cu do garoto, o outro na mesma hora, fazia o menino chupar.
Muitas vezes eles não percebiam que tinha alguém por perto e comentavam em voz alta, entre eles, coisas como: Acabei na boca dele e ele engoliu tudo ou: Hoje eu consegui enfiar meu pau inteirinho dentro do cu do garoto, ou ainda: O Denis dá o cu melhor que Bruno, mas o Bruno chupa melhor.
Uma vez, vi um menino pequeno, loirinho, bem bonitinho, que devia ser bem mais novo do que eu, sair chorando do banheiro, amparado por um aluno que era um dos mais velhos da escola.
Sem que eles percebessem, pois os dois estavam muito nervosos, fui atrás e, consegui escutar tudo o que o aluno mais velho falava para este menininho: Não chora não. Esta dorzinha passa logo. A primeira vez é assim mesmo. Doeu porque seu cuzinho é muito apertado. Amanhã a gente faz de novo e como vai estar mais abertinho, não vai doer. Prometo. Olha, foi muito bom! Consegui enfiar tudo dentro e, mesmo doendo você ainda ficou quietinho e esperou até eu acabar. Não sei se você percebeu, mas eu gozei duas vezes sem tirar o pau de dentro. Só quem é muito bom consegue fazer o que você fez.
No dia seguinte fui até o banheiro do vestiário, mas não vi sinal dos dois e fiquei frustrado.
Depois de alguns dias, logo no início do intervalo, que durava meia hora, vi os dois entrando junto no banheiro do vestiário.
Fui logo atrás e, como o banheiro estava vazio vi os dois entrando num mesmo reservado.
Eu resolvi ir para fora do banheiro, esperando eles saírem.
Estava demorando pacas e como eles não saiam do banheiro, resolvi entrar e fui ao reservado ao lado, fechei a porta em silencio e escutei o menino gemendo baixinho e o mais velho respirando forte e às vezes sussurrava: Fica quietinho, assim mesmo, vai, empurra a bunda para traz e outras coisas que eu não conseguia entender.
Estavam trepando há bastante tempo. Estava para soar o sinal de termino do recreio, quando escutei o aluno mais velho falar: Vou gozar, aperta bem, isto, assim mesmo, ah, ah, gozei.
Escutei uns suspiros e depois de algum tempo em silêncio, ouvi o aluno mais velho dizer: Saiu limpinho, vai, põe na boca e chupa que ainda tem muita porra dentro do meu pau. Isto, suga bem. Chupa mais. Assim, Pronto, já deu.
Fiquei horrorizado e, sai rapidamente e em silêncio do banheiro e fiquei esperando do lado de fora.
Depois de alguns minutos saiu primeiro o loirinho, todo sorridente e depois de alguns minutos saiu o aluno mais velho com uma cara de cansado.
Pensei comigo: O loirinho já virou o veadinho daquele aluno mais velho.
Dalí há alguns dias, calhou de eu ver aquele aluno mais velho sozinho, em outro banheiro fazendo xixi.
Consegui, sem que ele percebesse, dar uma boa olhada no pau dele e fiquei surpreso com o tamanho.
Pensei que se o pau do cara tinha aquele tamanho quando mole, quando duro, devia ser enorme.
Fiquei imaginando como aquele loirinho pequenininho, conseguia dar o cu para um cara com o pau tão grande.
Não era a toa que naquele dia ele estava chorando. Levar um pau grande como aquele no cu devia ter doido muito e que aquele menino já devia estar como o cu bem arrombado, para conseguir aguentar um pau daquele tamanho.
Depois disto, varias vezes vi os dois entrando juntos no banheiro do vestiário.
Os dois formavam um casalzinho e não se separavam, mas no ano seguinte não vi mais nenhum dos dois.
Muitos daqueles meninos que os alunos mais velhos dominavam, acabavam gostando e, ficavam sendo as putinhas dos meninos mais velhos, que faziam tudo o que queriam com eles.
Falavam que quem quisesse, na hora do recreio gozar na boca ou no cu de um destes meninos, no banheiro do vestiário, era só falar com algum destes alunos mais velhos.
Por algum dinheiro ou, qualquer outra coisa, arrumavam um veadinho que era obrigado a fazer qualquer coisa que eles mandassem.
Varias historias circulavam, como a de um aluno mais velho, que morava bem próximo da escola, que falavam para estes menininhos pedir para a mãe deixar ir brincar ou estudar na casa dele á tarde.
O que as mães não sabiam que não havia ninguém na casa á tarde, pois os pais trabalham fora e a empregada diarista, saia depois do almoço.
O estudo ou brincadeira na verdade era fazer o menininho ser a mulherzinha dele e geralmente também de um amigo.
Contavam que assim que o menino chegava, tiravam na boa ou mesmo na marra, a roupa dele e durante toda a tarde eles abusavam do garoto.
Fui varias vezes, por estes alunos mais velhos, convidado para brincar na casa deles, mas como eu já sabia que era uma armadilha sempre recusava.
Outra história que contavam é que um aluno mais velho tinha comido pela primeira vez um aluno mais novo, mas este não tinha gostado e não queria mais.
Então o aluno mais velho convenceu os pais deste aluno mais novo que ia ter uma festa em casa que começaria no fim da tarde e ia acabar a noite e que ele poderia pernoitar na casa dele.
Os pais concordaram, mas na realidade ele estava sozinho em casa, pois os pais tinham viajado.
Naquele dia, durante toda a tarde e também noite inteira, ele fez repetidas vezes, o que quis com o garoto.
Na segunda feira, ele encontrou o garoto no recreio e falou que queria conversar.
Estava com dois amigos e os quatro foram para um canto afastado do recreio.
Naquele local afastado ele falou aos amigos que tinha tido uma Lua de Mel e, contou para os amigos, com todos os detalhes, o que tinha feito com o menino durante toda a tarde e a noite.
Apesar de o menino começar a chorar de vergonha, ele ficou fazendo perguntas como: se ele tinha ficado com o cu doendo, se tinha gostado de engolir porra, qual a posição que ele achou melhor para levar no cu, etc.
Terminou dizendo que dali para frente ele ia ser o veadinho da turma e que naquele mesmo dia já ia começar e os dois amigos decidiram no par ou impar quem ia levar o garoto para o banheiro.
Depois de uma semana fazendo todos os dias o que os caras da turma queriam o menino não aguentou e mudou para outra escola.
Por estes motivos eu nunca dei bandeira, mesmo tendo vontade de fazer troca-troca, ou chupar e ser chupado por alguém.
COM O MEU MELHOR AMIGO
Antes de fazer 14 anos, comecei com o meu melhor amigo, que estudava em outro colégio e, era um ano mais novo do que eu, a fazer sacanagens, quase todas as tardes, na casa dele, aonde batíamos punheta juntos, vendo revistas de mulher pelada e de sacanagem.
Quando gozávamos usávamos um pano de flanela velho para colocar a porra que saia que naquela época era muito pouca.
Fizemos isto várias vezes até que um dia combinamos de um bater uma punheta para o outro. Eu batia uma punheta até ele gozar e depois ele fazia a mesma coisa comigo.
Às vezes ficávamos numa posição tipo 69 e um batia punheta para o outro ao mesmo tempo.
SEXO ORAL
Falamos em um chupar o pau do outro até gozar na boca, mas como tinham afirmado na escola, que para ser legal, tinha que engolir toda a porra quando o cara estivesse gozando e, como nos dois achávamos nojento; não fizemos.
O que combinamos e depois fizemos foi um chupar o pau do outro até que quase estivesse gozando e ai tirar da boca e bater uma punheta até gozar.
Estava dando certo e estava bom, muito bom mesmo.
Começamos a fazer desta forma quase todos os dias da semana.
Íamos para a casa dele, pois os pais ficavam fora durante toda à tarde, ficávamos pelados, para não amassar ou cair porra na roupa.
Jogávamos par ou impar para ver quem ia gozar primeiro.
Um ficava de pé e o outro ajoelhava em uma almofada e chupava ao mesmo tempo em que ficava mexendo nas bolas do saco.
Era tão bom que, depois de gozar, descansávamos um pouco e fazíamos tudo de novo, até o pau não subir mais. Varias vezes conseguimos dar três gozadas numa mesma tarde.
Quando estávamos cansados ou íamos repetir, fazíamos também deitados na cama dele, tomando cuidado para não desarrumar e colocando um pano para que se caísse porra não sujasse.
Às vezes, quando nos dois estávamos de pau mole e queríamos gozar de novo rolava até um 69.
Tudo ia bem até que um dia depois de meu amigo me chupar e eu gozar com ele batendo uma punheta para mim.
Quando foi a minha vez, ele, não avisou que ia acabar não tirou o pau de dentro da minha boca, gozou dentro e forçou para que eu engolisse a porra dele.
Engoli e chupei até toda a porra sair e o pau dele amolecer.
Apesar de não achar tão ruim, fingi de bravo e falei que não tinha gostado.
Ele pediu desculpas e disse que tinha dado a melhor gozada da vida dele.
Disse que naquele dia ele estava com muito tezão e não tinha conseguido aguentar.
Agradeceu por eu ter engolido toda a porra e, também, por continuar chupando até o fim.
Como viu que eu ainda fazia cara de bravo, disse que ele poderia me chupar até eu gozar dentro da boca dele, que ele iria engolir tudo e continuar chupando até quando eu mandasse parar.
Falei que eu já tinha dado uma gozada e, se seu gozasse de novo ia sair pouca porra para ele engolir e que eu ficaria em desvantagem.
Ele olhou e viu que eu estava de pau duro pensou e, disse seguida em chuparia e engoliria tudo e, também ficaria devendo uma chupada para quando eu quisesse e que neste dia ele também engoliria tudo.
Aceitei e falei que queria ficar na cama e ele começou a dar uma chupada bem caprichada, fazendo caricias com a mão nas bolas do meu saco.
Fechei os olhos e aproveitei e demorei a gozar e quando estava quase falei para ele que começou a sugar com força.
Apesar de já ter dado uma gozada, naquele momento saiu ainda bastante porra, que ele engoliu tudo e continuou chupando e sugando até meu pau murchar e ele colocar tudo na boca.
Falei para ele parar e ele tirou o pau da boca segurou e começou a acariciar e perguntou se ele tinha chupado direito e se eu tinha gostado.
Falei que apesar de achar meio nojento, que tinha sido muito bom.
Perguntei o que ele tinha achado.
Ele disse não tinha achado nada nojento e que o gosto não era ruim quanto falavam e que ele tinha sentido tezão quando percebeu que eu estava gozando na boca dele.
Falei que não queria mais fazer aquilo e ele concordou e disse que tudo bem e que ele ficava devendo uma chupada com gozada na boca.
Marcamos para o dia seguinte para ele me chupar.
No dia seguinte fui até a casa dele e ele fez como prometeu e quase engasgou com tanta porra que saiu. Foi ótimo.
Enquanto descansávamos ele disse ter uma ideia, que a gente poderia gozar na boca do outro, mas não precisava engolir era só cuspir e depois continuar chupando.
Falei que não sabia se era possível e ele disse que poderíamos experimentar para ver se dava certo.
Como eu já tinha gozado e muito, disse que eu ia experimentar chupando ele primeiro, mas que era preciso algum lugar para cuspir a porra, pois senão ia dar bandeira e a flanela que usávamos era ruim para isto.
Ele sugeriu papel toalha, pois papel higiênico não era legal porque grudava em tudo. Ele foi até a cozinha pegou um rolo.
Em seguida deitou na cama abriu as pernas e eu fiquei na posição de 69 e comecei a lamber o pau e o saco dele.
Senti que o pau dele estava duro como uma pedra.
Ele gemia e dizia que estava ótimo e passava a mão em mim, no meu saco, no meu pau e também na minha bunda.
Quando ele foi ficando mais tarado, começou a colocar um dedo bem na entradinha do meu cu e começou a apertar.
Comecei a chupar, tirando e colocando a cabeça na minha boca e depois comecei a tirar e colocar como se estivesse batendo uma punheta com a boca.
Ao mesmo tempo ele enfiou o dedo um pouquinho mais dentro do meu cu e começou a mexer.
Aquilo me deixou tarado e eu comecei a tirar e colocar quase todo o pau dele dentro da minha boca.
Depois de um tempinho ele começou a gemer e falou que ia gozar.
Ele encheu minha boca de porra e eu cuspi no papel toalha e voltei a sugar, saiu mais porra e eu cuspi de novo.
Depois continuei sugando e até engoli um pouquinho da porra e continuei chupando até o pau dele ficar mole.
Enquanto isto ele continuou mexendo o dedo no meu cu.
Tirei o pau dele da minha boca, perguntei para ele como tinha sido e ele, meio sem jeito, tirou a dedo que havia enfiado no meu cu.
Falou que tinha sido ótimo e que não tinha feito muita diferença quando eu tinha chupado e engolido.
Disse que achava que quando ele gozava e engolia tudo dava mais tezão, mas a diferença era muito pequena.
Perguntou ainda se eu tinha ficado tarado enquanto eu chupava ele e eu perguntei o porquê da pergunta.
Ele disse para eu não ficar bravo mais que ele tinha enfiado o dedo no meu cu e ele tinha percebido que eu tinha gostado.
Falei que na verdade tinha me dado um pouco de tezão e como foi que ele tinha percebido.
Ele falou que sentiu que o meu cu ficava mexendo apertando e soltando o dedo dele.
E neste momento disse que ia me contar uma coisa que ele fazia sempre, mas nunca tinha tido coragem para contar.
Então ele me contou que várias vezes quando estava tomando banho, batia punheta e passava creme rinse em um ou dois dedos e os enfiava bem fundo dentro do cu.
Falou que era muito bom e que daquele jeito ele gozava mais rápido, dava mais tezão e, saia mais porra.
Aí rolou um papo sobre fazermos troca-troca, mas concordamos que com o que os meninos da escola falavam; que viciava e quem dava o cu ficava veado e assim desistimos da ideia.
Voltei para casa e quando estava tomando banho, me lembrei do que o meu amigo me contara e fiz igual.
Achei ótimo e, no dia seguinte, quando fui á tarde na casa dele, contei o que tinha feito e que tinha gostado.
Aí comentamos que era muito bom e que quem dava o cu devia gostar, ficava viciado e virava veado e que por este motivo nos não devíamos dar o cu, fazendo troca-troca.
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Ele então falou que, com certeza, só colocando o dedo não viciava e que não dava para virar veado.
Falou que a gente podia experimentar quando um fosse chupar o outro.
Falei que podíamos experimentar naquela hora mesmo, mas achava que enfiando o dedo no rabo, podia sair sujo.
Meu amigo pensou e sugeriu que podíamos usar uma camisinha no dedo ou então usar uma luva.
Entretanto na casa dele não tinha nem luva e nem tão pouco camisinha.
Eu pensei e veio à ideia de se usássemos um filme plástico no dedo, daria certo.
Ele achou boa a ideia e foi até a cozinha, pegou um rolo de papel toalha, outro rolo de filme plástico, passou o banheiro e pegou também um creme rinse para cabelo.
Tiramos toda a roupa, ficamos totalmente pelados, como sempre fazíamos e tiramos no par ou impar quem ia gozar na boca primeira, com um dedo enfiado no rabo.
Eu ganhei e ele colocou o filme plástico no dedo, passou bastante creme rinse, deitamos na cama e, começou a colocar o dedo, dentro do meu rabo.
Quando entrou, senti um arrepio, mas também tezão. Meu amigo percebeu, perguntou se estava bom e se podia começar a chupar.
Disse que sim e ele começou a chupar e mexer o dedo dentro, apertando para cima na direção do meu saco.
Aquilo me deixou doido e eu gemia de tezão. Não demorou muito e falei que ia gozar.
Gozei na boca dele e para mina surpresa ele não cuspiu, não tirou a pau da boca, engoliu tudinho e continuou me sugando e mexendo o dedo até eu não aguentar mais e o meu par dar uma amolecida.
Aí ele tirou meu pau da boca, o dedo de dentro de mim, falando: Olha não sujou e perguntou como tinha sido.
Falei que tinha dado a melhor gozada da minha vida, mas ele não precisava ter engolido toda a minha porra.
Ele falou que tinha visto que eu estava muito tarado e decidiu me dar mais prazer, não tirando o pau da boca, chupando e engolindo tudo.
Agradeci, disse que tinha gostado muito e que ia fazer igual que o ele tinha feito em mim.
Fui ao banheiro fazer xixi e na volta ele já estava deitado na cama.
Fiz a mesma coisa que ele tinha feito comigo e enquanto eu estava chupando ele pediu para enfiar mais um dedo e mexer mais.
Fiz o que ele pediu e não demorou muito para ele gozar bastante na minha boca.
Engoli o que deu e, continuei sugando até o pau dele ficar mole.
Aí tirei o pau dele da minha boca, mas não tirei os meus dois dedos no rabo dele.
Perguntei como tinha sido e ele disse que tinha sido ótimo e tinha adorado os meus dois dedos mexendo no cu dele.
Tirei os dedos e fui ao banheiro para levar as mãos. Ele foi atrás de mim e, enquanto eu lavava as mãos ele fez xixi e propôs a gente fazer um 69 pra valer, um colocando o dedo e um engolindo a porra do outro.
Aceitei, fomos para a cama e gozamos quase na mesma hora.
Ficamos exaustos, mas achamos que tinha sido a melhor coisa que tínhamos feito e que devíamos fazer de novo mais vezes.
Nos dias seguintes repetimos varias vezes a mesma coisa, perdemos o nojo e, quando um gozava o outro engolia toda a porra.
Em varias vezes em vez de um dedo só, enfiávamos dois.
Ficamos fazendo este tipo de 69 durante um mês inteiro, quase todos os dias e, estava muito bom.
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Foi quando um dia, depois de tiramos a roupa ele disse que tinha pensado muito e que achava que se a gente fizesse só um pouco de troca-troca, não iriamos viciar e nem iriamos virar veado e perguntou se eu não queria experimentar.
Pensei e falei que sim, mas tinha algumas condições; eu queria comer ele primeiro, pois meu pau era maior que o dele e que eu não sabia se ele aguentava ou se ia machucar como eu já tinha visto.
Falei ainda que nos dois tínhamos que limpar bem o rabo e também que ele não podia contar nada para ninguém, pois eu soubera que ele tinha falado com outro amigo que ele tinha um cara que chupava o pau dele e deixava gozar na boca e engolia tudinho.
Ele disse que foi mal contar para o amigo e, se arrependia de ter feito aquilo, mas como ele não tinha dito o nome de quem era o cara que chupava ele e, o amigo não tinha acreditado e, nem sabia quem eu era.
Ele falou que não tinha nenhum outro problema e fomos ao banheiro e usando sabonete líquido, um lavou bem o rabo um do outro enfiando e tirando o dedo.
Fomos para a cama ele passou creme rinse na entrada do cuzinho e deitou na cama com a barriga para baixo.
Deitei em cima dele, coloquei o meu pau na entradinha e para minha surpresa, apesar da entradinha do cu dele ser muito apertada, entrou a cabeça inteira entrou de uma vez só e fui enfiando e comecei a mexer.
Depois de algum tempo já estava mexendo bem, tirando e pondo e, senti que tinha conseguido enfiar tudo e perguntei a ele se estava bom.
Ele respondeu que estava uma delícia e, que era para eu mexer mais e enfiar tudo dentro, que dava mais tezão.
Fiz o que ele pediu fiquei bombeando e aqui foi me deixando tarado, quando de repente ele disse para que virássemos na cama e ficássemos de lado que ele precisava mexer no pau dele para gozar.
Logo depois que viramos ele pediu para foder mais rápido e começou a se masturbar.
Logo após senti o cu dele apertar com força o meu pau e ele gritou que estava gozando.
Não consegui segurar e logo em seguida gozei também.
Ele continuou se masturbando devagar e meu pau que tinha ficado mole saiu do cu dele.
Na hora ele perguntou se tinha saído limpo e, eu olhei e falei que saíra limpinho.
Perguntei o que ele tinha achado e se tinha sido bom.
Ele disse que nunca tinha imaginado que era tão gostoso.
Completou dizendo que tinha dado mais tezão do que quando ele gozava comigo chupando e com dois dedos enfiados atrás.
Disse que tinha que ir ao banheiro e, fui junto. Sentou no vazou e soltou vários peidos enquanto eu lavava o meu pau na pia.
Logo ele se levantou do vaso, perguntou se eu queria ver quanta porra tinha saído. Fui ver e fiquei surpreso com a quantidade de porra que estava na água.
Ele perguntou do que eu tinha gostado mais.
Respondi que foi quando meu pau tinha entrado nele, pois estava muito fechado e apertado e também o apertão que o cu dele tinha dado no meu pau quando ele gozou.
Ele disse que havia gostado mais foi quando eu tinha enfiado ate o fim e mexido tirando e pondo tudo.
Explicou que o que tinha sentido era como se estivesse recebendo uma punheta pelo cu.
Voltamos para a cama e eu disse: Agora é minha vez de dar o cu para você.
Entretanto ele me fez uma proposta que me deixou surpreso. Falou que tinha sido muito bom e ele queria mais.
Perguntou se eu podia dar uma chupada no pau dele e quando ele estivesse tarado se eu podia comer o cu dele de novo.
Propus ao invés de eu só chupar, poderíamos fazer um 69 e como estávamos acostumados e que era muito bom.
Ele topou e rolou um 69, enquanto eu chupava o pau dele ele também me chupava e ia enfiando um dedo no meu cu.
Depois de alguns minutos ele disse que estava tarado e queria que eu enfiasse meu pau no cu dele.
Falou ainda que devíamos mudar de posição, pois ele deitado de costas não tinha como ele mexer no pau.
Sugeri que ele ficasse de pé apoiando os braços na cama. Ele topou, mas naquela hora, apesar de estar com o meu pau bem duro estava difícil enfiar no cu dele.
Ele disse: É claro que não vai entrar, esquecemos de passar o creme. Ele pegou o vidro, passou atrás e deu para mim dizendo: É melhor você passar também um pouco na ponta do seu pau.
Voltei a colocar o meu pau duro na entradinha do cu dele e dei uma empurrada. Para minha surpresa entrou de uma vez. Nesta hora meu amigo deu uma gemida e disse: Putz! Entrou gostoso. To sentido tudo dentro.
Comecei a mexer e ele disse: Vai, enfia tudo que me dá mais tezão. Fiz o que ele mandou e comecei a tirar e enfiar tudo. Ele gemia e falava: Mexe assim mesmo, enfia tudo, não para, mexe um pouco mais rápido, assim está bom, Não para, mexe!
Não demorou muito e ele gozou, e eu senti direitinho, pois ele de novo deu aquela apertada no meu pau.
Ia parar, mas ele disse: Ainda estou tarado, vou deitar e você vem por cima. Fiz o que ele queria e continuei a mexer da mesma forma, ele começou a gemer e eu perguntei se estava tudo bem e ele falou: Tá ótimo, não para, manda ver, vai!
Continuei mexendo e foi me dando tanto tezão que fiquei meio tonto, até que gozei, mas logo após continuei mexendo até acabar de novo, devo ter demorado quase uma hora só trepando.
Fiquei cansado e deitei em cima dele com o meu pau ainda dentro. Falei no ouvido dele que tinha sido muito bom.
Ele respondeu que enquanto eu estava comendo, ele tinha gozado várias vezes sem bater punheta e que tinha sido ótimo.
O meu pau murchou e saiu fora e eu deitei deitado e ele também, de frente para mim.
Aí ele olhou para mim e disse que ele iria contar uma coisa, mas que eu não podia falar para ninguém.
Falei que jurava que ia guardar segredo e ele me disse: Se eu soubesse que você tinha um pau tão gostoso e fodia tão bem, eu já teria dado o meu cu para você há muito tempo.
Fiquei todo vaidoso e falei que era ele que tinha um cuzinho gostoso.
Ele complementou dizendo que agora ele sabia por que muitos meninos gostavam de dar o rabo e que ele nunca tinha ouvido falar que dava para gozar, sem mexer no pau, só dando o cu.
Disse que tinha que ir ao banheiro e fui atrás e continuei perguntando o que ele tinha sentido.
Ele disse que tinha sido ótimo, mas no fim tinha ardido um pouco e que naquela hora a entradinha do cu estava doendo um pouquinho.
Falei que a culpa era minha, pois tinha ficado quase uma hora comendo ele e, depois de tanto tempo tinha mesmo que arder ou doer.
Fizemos xixi juntos e, ele disse que tinha uma idéia, que ia ligar o bidê e sentar. Regulou a agua morninha e sentou e logo disse: Isto é muito bom.
Enquanto ele ficava sentado no bidê lavei o meu pau na pia. Depois que eu enxuguei ele disse: Vem aqui pertinho.
Fui e ele começou a mexer no meu pau e disse: Você foi demais, vem mais perto que eu chupo você. Falei que não precisava, mas ele insistiu e eu fiquei de pé e ele sentado no bidê começou a enfiar o meu pau na boca dele.
Foi ficando duro, mas eu disse que já era tarde e que devíamos deixar para o dia seguinte.
Ele concordou e eu me vesti e fui embora.
No dia seguinte, fui a casa dele e como de costume ficamos pelados e, eu disse que um devia lavar o cu do outro, como tinha feito no dia anterior.
Depois disso fomos para a cama, passei creme na entrada do meu cu e falei que ele podia enfiar.
O pau dele era menor que o meu e eu devia ter o cu bem mais largo; pois deu para entrar tudo de uma vez sem qualquer esforço.
Ele começou a mexer sem problemas, pois o meu cu não era tão apertado quanto o dele.
Enquanto ele me comia pensei que não era ruim levar no cu, mas que eu preferia comer em vez de dar.
Em pouco tempo ele disse que ia gozar e para minha surpresa tirou o pau de dentro, bateu uma punheta e gozou nas minhas costas.
Achei meio estranho, mas não falei nada, fomos até o banheiro onde ele lavou a porra das minhas costas com o chuveirinho e perguntou por que eu não tinha gozado.
Falei que não tinha sentido tezão em dar o cu e apesar de não ter sido ruim aquilo não me excitava.
Ele olhou para mim e disse: Ontem você me deixou tarado, dar o cu para você foi bom demais e, eu queria que você me comesse de novo.
Topei e fomos para a cama. Dei uma gozada dentro do cu dele e ele deu duas, uma rápida batendo punheta e outra mais demorada sem por a mão.
Descansamos um pouco, fomos ao banheiro e, ele me disse: Você aguentar dar outra? Falei que aguentava que estava gostando muito e perguntei se ele não estava com o cu doendo ou ardendo como no dia anterior. Ele respondeu: Nada! Está tudo bem.
Voltamos para a cama, ele disse: Estou sentindo que meu cu está aberto e não vai precisar passar creme.
Ele tinha razão, deu para eu enfiar tudo de uma vez só, numa boa.
Como eu já tinha dado uma boa gozada demorou bastante para eu dar outra e, durante todo este tempo, que eu acho que foi de quase uma hora, ele se soltou e realmente virou uma mulherzinha, gemendo e falando coisa tipo: que estava muito bom, que eu fodia muito bem e que tinha um pau muito gostoso, e outras coisas.
Quando terminamos já estava escurecendo e eu tive que ir embora rapidinho.
Quando cheguei em casa fiquei pensando que eu tinha feito meu amigo virar veado e, que ele estava gostando muito em dar o cu para mim. Tinha virado minha fêmea, minha mulherzinha, minha namorada, minha putinha.
Nos dois dias que se seguiram, choveu forte durante todo o dia eu não pude ir a casa dele.
Ele ficou me ligando dizendo que não via a hora de eu ir a casa dele e, ficava só pensando em mim.
Dali a dois dias a chuva parou e fui até a casa dele. Ele me recebeu só de sunga e disse que tinha se lavado muito bem e que queria que eu comesse o cu dele.
Aquilo me deixou tarado e fomos ao quarto, onde tiramos toda a roupa, mas pensei um pouco e falei que estava muito tarado e ia gozar logo e que não sabia que ia aguentar sem gozar até ele acabar.
Propus que ele me chupasse até eu gozar e que depois eu comia ele, pois assim eu não iria gozar logo e, poderia ficar mais tempo dentro dele.
Ele gostou da idéia e me chupou até eu gozar e engoliu tudo.
Depois meu pau amoleceu, mas mesmo assim ele não parou e continuou com o meu pau dentro da boca e ficou mexendo no meu saco e na entradinha do meu cu, até que meu pau ficar duro de novo.
Aí ele passou em vez do creme rinse outro que ele havia pegado da mãe e eu comecei a come- lo. Fiquei mexendo por um bom tempo e neste período ele gozou varias vezes.
Quando gozei, virei de lado e meu pau amoleceu e saiu de dentro do cu dele.
Sem eu pedir, ele passou um papel toalha no meu pau, deu uma limpadinha e começou a chupar de novo.
Ele chupou tão gostoso que não demorou muito e eu estava de pau duro de novo e ele disse que queria mais.
Transamos por um longo tempo até eu conseguir gozar e quando eu tirei o meu pau do cu dele ele foi correndo ao banheiro e sentou no vazo.
Eu descansei um pouco e depois foi ao banheiro para mijar e encontrei ele sentado no bidê.
Enquanto eu mijava perguntei se tinha doido, ele disse que só um pouquinho, mas que tinha valido a pena, pois ele tinha perdido a conta de quantas vezes ele tinha gozado.
Combinamos outra foda para o dia seguinte.
DESCOBRINDO COISAS
No outro dia pela manhã, quando eu esta na escola vi um aluno mais velho mostrando para os amigos, um livrinho de sacanagem gay, onde mostrava todas as posições possíveis para comer um cu de homem.
Comprei o livrinho e gastei quase toda a minha mesada. Foi a melhor compra que eu fiz, pois naquela mesma tarde levei o livrinho na casa do meu amigo e cada dia eu o comia em uma posição diferente.
No fim de alguns dias conversamos para ver quais eram as melhores posições. Achamos que de quatro ou cachorrinho, frango assado e sentado em cima eram as melhores, mas às vezes de ladinho e com ele deitado de barriga para baixo e eu indo por cima, também eram boas.
Nos meses que se seguiram, todas as tardes a gente trepava. Era sempre a mesma coisa, ele me chupava até eu gozar, às vezes fazíamos 69, depois eu sentava na cama ou em uma poltrona e ele vinha por cima e ficava levantando e abaixando ao mesmo tempo que batia uma punheta. Depois que ele gozava íamos para a cama e eu fodia ele de quatro ou de frango assado.
Muitas vezes conseguia dar duas sem tirar de dentro.
A FAZENDA
Quando chegaram as férias, minha mãe quis que eu fosse com ela visitar a irmã mais velha dela, que também era viúva, que morava numa fazenda no interior e que seu quisesse podia convidar o meu amigo para ir junto.
Os pais do meu amigo concordaram e quando chegamos lá ficamos hospedados cada um em quarto separado que tinha um banheiro em comum.
Para ir de um quarto á outro era só passar pelo banheiro.
Bem cedo todos iam dormir, esperávamos até tudo ficar quieto e um passava pelo banheiro ia para a cama do outro.
A noite inteira era só de sacanagem que geralmente acabava com eu dormindo com o meu pau enfiado na boca ou no cu do meu amigo.
Na manhã seguinte desarrumávamos a cama que não tínhamos usado e depois tomávamos banho juntos e um lavava o outro e fazia outras sacanagens como enfiar os dedos no cu do meu amigo para ver quantos ele aquentava, ver se tinha saído porra do cu dele, da trepada da noite anterior e outras bobagens.
Em um destes banhos descobri que era gostoso quando ele lambia o meu cu e pedi para ele fazer mais e ele não só lambeu como ficou enfiando e tirando a língua de dentro do meu cu. Adorei e fiz a mesma coisa com ele que também gostou e deste dia em diante, chupar um cu entrou no cardápio.
Durante o dia andávamos de cavalo e levávamos escondido um vidrinho com creme e um rolo pequeno de papel higiênico.
Quando encontrávamos um lugar afastado descíamos dos cavalos e ele abaixava as calças e a cueca e eu abria a braguilha da minha calça tirava o pau para fora, passava creme e comia ele de pé mesmo um, com ele encostado em uma arvore ou pedreira.
Depois que tinha gozado eu comendo ele e ele batendo punheta, a gente se limpávamos e voltávamos.
Além da descoberta da língua e chupada no cu, na segunda semana que estávamos na fazenda, por acaso descobrimos outra coisa, que chamamos de paradinha.
O negócio era o seguinte, ele ficava de frango assado ou deitava com a barriga para baixo.
Eu metia o pau e fodia o cu dele até que sentia que ia gozar.
Neste instante eu enfiava todo o meu pau, até o fundo e, ficava parado, sem mexer.
Quando sentia que tinha passado a vontade de gozar e o meu pau ia ficando mole, começava a mexer de novo. Dava para fazer umas três ou quatro paradinhas até não conseguir mais controlar e gozar.
Quando gozava a sensação era enorme e eu sentia que saia uma quantidade maior de porra.
Com a paradinha dava para ficar muito tempo trepando sem tirar o pau de dentro.
Na maioria das vezes eu dava duas sem tirar de dentro e a foda demorava umas três ou quatro horas. Quase não dormíamos a noite, ficávamos trepando: só dormíamos quando chegava a madrugada, mortos de cansaço.
Meu amigo gostava muito deste jeito, pois gozava muitas vezes quase sempre sem mexer no pau ou bater punheta enquanto levava no cu.
Só tinha dois problemas, o primeiro era que no dia seguinte o meu amigo acordava com o cu ardendo dentro e a entradinha do rabo doendo.
Isto não era muito um problema, pois na hora do almoço ele não sentia mais nada.
O segundo problema era que morríamos de sono e às vezes depois do almoço deitávamos em umas redes que tinha na varanda e tirávamos uma soneca que ia até a hora do café da tarde, por volta das quatro.
A MUDANÇA
Como o meu amigo só falava que a trepada com a paradinha era muito boa e dava muito tezão, resolvi que ia experimentar.
Conversei com ele e ficou feliz, pois como ele mesmo falou, faria qualquer coisa que para me deixar satisfeito.
Naquela noite, na fazenda, lavei bem meu cu e fui para a cama dele, pedi para ele chupar meu pau até ficar tarado e ai eu deitei de barriga para baixo, ele lambeu meu cu, enfiou a língua e quando eu disse que já estava bom ele passou creme na entradinha do cu e ele enfiou o pau dentro.
No começo não estava sentindo nada, mas depois da segunda paradinha foi começando dar tezão e eu vibrava com ele me comendo.
Contei para ele o que eu estava sentido e ele respondeu: Agora você acredita quando eu falava que deste jeito é muito bom.
Meu amigo me surpreendeu, em vez de ser o meu veadinho ou a minha fêmea, se comportou como um verdadeiro macho e meu comeu a noite inteira, dando as paradinhas e, eu gozei várias vezes sem sequer mexer no meu pau.
No dia seguinte conversamos sobre o que tinha acontecido e ele falou que tinha sido muito bom, que tinha dado duas gozadas dentro de mim, mas que preferia dar o cu para mim do que me comer.
Perguntou se estava ardendo ou doendo e eu disse que estava tudo bem.
Ele então sugeriu que naquela noite poderíamos fazer um troca-troca, mas que ele queria dar o cu primeiro.
Concordei e aquela noite foi demais; comi ele primeiro e fiz ele gozar várias vezes.
Depois chupei o pau dele até ficar duro e aí ele me comeu até a manhã do dia seguinte.
Acordamos mortos de cansaço, mas foi demais.
Dalí para frente, só fazíamos daquele jeito. Foi quase um mês inteiro que estivemos na fazenda fazendo fodas tipo daquele jeito: troca-troca com paradinha.
E eu descobri que meu amigo era do tipo dois em um; podia ser uma fêmea, que ele gostava mais de ser, ou também quando queria, podia ser um bom macho.
A VOLTA AS AULAS
Quando voltamos notei que meu pau tinha aumentado de tamanho, comentei com o meu amigo e ele também achou.
Depois que voltamos das férias na fazenda, ficamos mais soltos e começamos a fazer tudo que havíamos aprendido.
Um podia gozar na boca do outro, que engolia tudo numa boa, às vezes com dedo dentro do rabo, ou gozar com uma punheta enquanto levava uma língua no cu, o meu amigo podia escolher a posição que ele queria ser comido e, outras coisas que inventávamos em fazer.
Às vezes eu até fazia uma grande sacanagem com o meu amigo, mas que ele gostava; quando eu percebia que ia gozar tirava o meu pau do cu dele, limpava comum paninho húmido e enfiava na boca para que chupasse até eu gozar e ele engolia a minha porra até o fim.
Quase sempre escolhíamos um dia da semana, geralmente sexta, para fazer troca-troca com paradinha. Era ótimo e geralmente dava para cada um comer o cu do outro por várias horas sem tirar o pau de dentro.
Foi quando ele comeu uma coisa estragada e teve problemas de estômago, e teve disenteria por alguns dias.
Como não dava para comer o cu dele, naquela situação, combinamos que ele iria me comer, pois assim dava para nos dois gozarmos.
Na primeira vez ele deu uma chupadinha no meu pau, fiquei de frango assado, ele enfiou a língua e chupou meu cu, passou um pouco de creme e enfiou o pau.
Estava bom e quando senti que ia gozar, pedi para ele me chupar. Ele tirou o pau de dentro de mim e me chupou até eu gozar. Depois de engolir tudo ele voltou a enfiar o pau dele que estava duro no meu cu e começou a me foder. Quando senti que ia gozar de novo ele fez a mesma coisa.
Descobrimos que era outro tipo de paradinha e que fazendo daquele jeito ele demorava mais para ele gozar.
Começamos de novo e toda vez que sentia que ia gozar, eu falava e ele tirava o pau de dentro de mim e me chupava.
Eu perdi a conta das vezes que gozei na boca dele.
Ele me comeu e chupou até à tardinha. Aguentou até ele dar a terceira gozada dentro de mim, ai o pau dele ficou mole de vez e, não subiu mais. Foram mais de três horas de foda sem parar. Achei ótimo.
No dia seguinte ele me comeu do mesmo jeito, a tarde inteira; foram quase quatro horas de foda e, eu comecei a adorar, embora ele ter dito que quando passasse a caganeira dele, ele queria que eu comesse ele da mesma forma.
Foram três dias que eu fiquei só como passivo com ele me fodendo a tarde inteira.
Achei que tinha viciado naquilo de tão bom que tinha sido.
O QUE ERA BOM ACABOU
De repente o meu amigo, que tinha virado minha fêmea e às vezes meu macho, veio com uma triste notícia. O pai dele tinha sido promovido e ia assumir um posto importante nos Estados Unidos. Fiquei apavorado, estava com o meu amigo fazia dois anos e a partida dele me deixou arrasado.
Depois que ele foi embora, era só punheta com os dedos ou outro objeto enfiado no cu. Um dia, achei em casa um martelo com um cabo grande. Achei que não ia dar, pois o cabo era muito grosso e comprido e, eu nunca havia enfiado nada no meu cu com aquele tamanho, mas passei creme e com algum sacrifício deu para entrar tudo. Apesar de ter sido bem difícil para enfiar, pois entrava me arrombando, era bom, dava para gozar, mas ficava com a entradinha do cu doendo e às vezes também no fundo, quando enfiava o cabo inteiro. O martelo ficou sendo a alternativa, mas não era a mesma coisa que o pau do meu amigo.
Fui ficando desesperado e quase aceitei o convite de um aluno mais velho da escola. Aconteceu quando eu estava fazendo xixi, o banheiro estava vazio e ele veio do meu lado e tirou para fora o pau que estava duro. Exibiu para mim e eu fiquei paralisado, olhando aquele pau que era bonito e bem grande. Ele perguntou: Gostou. Balancei a cabeça que sim e ele perguntou se eu não queria dar o cu para ele. Falou que a gente podia ir ao reservado e ninguém ia ficar sabendo. Como eu fiquei quieto e não falei nada ele me mostrou um pacote de camisinha e disse: Olha eu ponho isto no meu pau. A camisinha é lubrificada e vai entrar fácil e não fica porra dentro do seu cu. Vamos, que você vai gostar.
Eu quase aceitei, mas sai correndo, do banheiro. Queria dar o cu para ele. Devia ser muito melhor do que o cabo do martelo que me arrombava e que sempre deixava o meu cu doendo o dia inteiro e, mas meu medo era ele contar para os outros e eu virar o veadinho da turma, como ocorria com outros meninos.
No dia seguinte eu, no desespero, fui procurar aquele aluno mais velho, para convidar para ele ir na minha casa á tarde, aonde eu podia dar o cu para ele com mais tranquilidade e, sem o risco de alguém ver a gente no banheiro. A minha ideia era levar ele para casa e propor um troca-troca e eu daria o cu primeiro e, depois ia ver o que rolava e se ele não quisesse me dar, podia ficar tudo numa boa.
Eu vi ele em um canto no recreio, mas quando eu ia falar com ele, na minha frente veio um menino e os dois começaram a cochichar. Fiquei olhando de longe e vi o aluno mais velho começar a passar a mão na bunda do menino e depois disfarçadamente o menino começou a apertar, por cima da calça o pau do aluno mais velho.
Ficaram assim o recreio inteiro e eu voltei para a aula frustrado.
Na saída, vi os dois indo embora juntos. Percebi que aquele aluno mais velho já tinha um veadinho e desisti dele.
PRIMEIRA VEZ COM O COROA
Eu não tinha 16 anos quando fui seduzido e, dei o cu pela primeira vez para um homem adulto.
Meu sedutor foi um dentista que morava e mantinha um consultório na mesma uma casa, que era quase vizinha a minha.
Ele era desquitado, morava sozinho e tinha quase quarenta anos.
Mas antes de fazer a descrição deste fato, que mudou a minha vida, vou contar como tudo começou. Fui fazer uma limpeza de dentes rotineira com ele e minha mãe me acompanhou na primeira vez. No retorno fui sozinho.
Quando cheguei no último horário a secretária já estava saindo e só ficamos nos dois, eu e o dentista.
Quando estava na cadeira ele começou a puxar um papo se eu já tinha namorada, e outros e de repente falou que queria conversar outras coisas, mas eu tinha que manter segredo e não contar para ninguém. Falei sem problemas, perguntou e eu batia punheta, disse que sim e que quase todos os dias e se eu já tinha feito alguma coisa com os amiguinhos. Falei que sim, mas não entrei em detalhes.
Ele disse que eu o deixava excitado e seu queria ver como estava o pau dele. Falei que sim e
ele tirou o pau para fora da calça. Já estava meio duro e eu fiquei espantado com o tamanho. Era bem maior e bem mais grosso que o cabo do martelo que às vezes eu costumava enfiar no cu. Ele perguntou o que eu achava do pau dele. Disse achava muito grande. Ele respondeu que era grande mesmo.
Pediu para eu mexer no pau dele e eu comecei a bater uma punheta de leve para ele.
O pau dele ficou duro e cresceu ainda mais. Ele tinha um pau muito bonito, com a cabeça rosada, parecendo um morango. Ele falou que estava bom e que era para continuar mexendo daquele jeito. Dalí a pouco perguntou se eu não queria por a minha boca no pau dele.
Na hora coloquei, mas como era muito grande e grosso só deu para enfiar a cabeça e um pouco mais. Comecei a tirar e por a cabeça do pau dele na minha boca e com a mão direita continuei a bater uma punheta e com a mão esquerda comecei a acariciar as bolas do saco dele.
Aí ele disse: Ah! malandrinho, do jeito gostoso que você chupa, já deu para ver que você deve ter mamado muitas rolas. Não demorou muito e ele disse; Estou ficando muito tarado e quero gozar na sua boquinha. Ele pediu para parar um pouco e perguntou se alguém já tinha gozado na minha boca. Eu falei que já tinha feito algumas vezes com um amiguinho meu. Perguntou ainda se eu conseguia engolir todo o leitinho sem tirar o pau da boca. Eu disse que ia tentar. Ele disse: Tá bom, então volta chupar do jeito que você estava fazendo, que estava muito bom e eu consigo gozar. Outra coisa, quando eu estiver gozando, vê se engole tudo sem tirar o pau da boca.
Voltei a colocar o pauzão dele na boca e comecei a fazer do mesmo jeito que tinha começado a fazer. O coroa gemia e não demorou muito ele segurou minha cabeça de disse: Vou gozar. Chupa.
A quantidade de porra que saiu do pau dele foi muito grande. A porra dele era bem mais grossa e tinha o gosto mais forte, mas conseguiu engolir tudo e continuei sugando e mexendo, até o pinto dele ficar mole e, aí consegui enfiar o pau dele inteirinho dentro da minha boca.
Ele disse: Menino, você é um tesouro, nenhuma puta ou veado conseguiu me dar uma chupada tão gostosa quanto esta. Falou ainda: Você me deixou tarado, ainda é cedo e dá tempo de você me chupar mais uma vez. Eu quero dar mais uma gozada na sua boquinha.
Vou mijar, lavar o pau e já volto. Se quiser tomar água tem um bebedouro atrás da porta.
Enquanto eu tomava agua ele voltou do banheiro peladão e foi beber água comigo.
Terminamos e ele disse: Vamos para a sala de espera onde tem um tapete bem grosso que você pode ajoelhar eu fico de pé. Fui à frente e ele foi bem atrás, e deu uma passada de mão na minha bunda e disse: Você tem uma bundinha bem gostosa. Chegamos e ele disse: Vamos lá meu bem, capricha nesta chupada que como eu já gozei vai demorar um pouco mais para eu acabar.
Comecei lambendo o pau dele que nem sorvete e depois o saco. Ele só gemia e dizia: Vai que está bom.
Quando ele abriu mais as pernas para eu lamber melhor o saco dele, lembrei-me de uma coisa que já tinha feito e lambi a entradinha do rabo peludo dele e, como estava com um cheiro bom de sabonete, enfiei a minha língua dentro do cu dele.
Ele ficou tarado, segurou minha cabeça e apertou minha boca contra a bunda dele e Disse; Puta que pariu! Até chupar um cu você sabe. Depois de algum tempo em que eu tirava e punha a minha língua dentro do cu, ele disse: Agora chega, estou quase gozando põe dentro da boca e chupa até eu gozar. Não deu outra, dali a pouco senti o pau engrossando dentro da minha boca e começou a sair jatos daquela porra grossa.
Ele gemia e falava: Chupa que eu estou gozando, Vai mais, chupa tudo! De repente ele tirou o pau da minha que ainda estava duro e pingando, sentou no sofá e disse: Fiquei até tonto, Vem aqui e enfia de novo o meu pau na sua boquinha e suga mais que ainda tem leitinho dentro do meu pau para você engolir. Fiquei chupando e sugando até o pau dele ficar bem mole e ai ele disse: Pode parar que eu não aguento mais. Estava muito bom! Eu nunca tinha gozado duas vezes em seguida com alguém me chupando. Você foi demais.
Perguntou se no dia seguinte, era possível, eu voltar no fim da tarde no consultório dele.
Falou ainda que ninguém podia saber e eu não podia falar nada. Concordei.
Perguntei o que a gente ia fazer e ele disse: Pelo você fez, eu sei que você tem muita experiência e já deve ter levado muito pau no rabo. Amanhã eu quero comer o seu cuzinho.
Eu disse que não, falei que já tinha dado o cu só para um amigo meu e para mais ninguém e que ele tinha um pau pequeno, menor que o meu. Ele perguntou o que nos dois fazíamos. Contei que a gente fazia troca-troca e também 69. Disse ainda que estava com medo, pois ele tinha um pau muito grande e ia me machucar.
Ele falou que não tinha problema, ele disse que ia me dar para tomar uns comprimidos de um relaxante muscular que ia facilitar as coisas e que depois ia fazer uma lavagem e aplicava um alargador que ia me abrir e ficava tudo mais fácil. Falou que não tinha problema e que ele já tinha comido meninos menores que eu e nunca tinha machucado ninguém; pelo contrário, todos tinham gostado e eu ia gostar também.
Falei que não era preciso fazer lavagem, pois eu sempre limpava o depois que ia ao banheiro com sabão líquido, tirando e pondo o dedo.
Ele riu e falou que não era nada disso, mandou esperar, foi para dentro e voltou com duas coisas, uma seringa grande e um pau de borracha preto murcho, com uma bombinha pendurada.
Ele explicou que aquele tipo de seringa chamava ducha e que enchia de água morna e depois enfiava dentro de apertava enchendo o cu com a água. Depois a pessoa sentava no vaso e punha a água para fora. Disse que era para fazer algumas vezes até a água sair limpinha. Disse ainda que aquela que era a forma correta de limpar o cu por dentro, e que também que tinha uma ducha menorzinha que era para enfiar creme lubrificante dentro do cu, pois o cu não era que nem a buceta de mulher que tinha lubrificação natural.
Depois pegou o pau de borracha murcho e disse que aquilo era um alargador, que enfiava vazio dentro e depois com a bombinha ia enchendo devagar que nem um balão de gás, aquilo ia engrossando e ia alargando o cu. Falou ainda que na maioria das vezes nem era preciso usar aquilo. Só era usando algumas vezes no começo e depois não usava mais, pois o cu se acostumava.
Perguntei como é que ele sabia se ia usar o alargador ou não.
Ele disse: Eu mostro, vamos até o meu quarto. Chegamos lá ele disse: Tira as calças. A cuequinha também. Ele me virou de costas, passou a mão na minha bunda, algumas vezes e disse: Você tem uma bunda muito bonitinha! Apesar de ser pequenininha é redondinha e muito bem feita. Melhor ainda; é bem lisinha e você não tem nenhum pelo. Muita mulher queria ter uma bunda igual a sua. Agora de deita na cama. Você sabe o que é a posição frango assado? Sim? Então fica. Pegou uma luva no criado mudo, calçou só na mão direita passou um creme e disse: Levanta bem as pernas e abre com as duas mãos a bunda e, fica relaxado. Em seguida ele enfiou o dedo dentro e ficou mexendo e disse: Você tem o cu bem apertadinho, mas eu acho que dá para por dentro sem usar o alargador.
Ele olhou e viu que meu pau estava duro e disse: Já vi que o dedo no cu te deu tezão.
Como você foi legal comigo e chupou direitinho vou fazer você gozar usando uma técnica chamada de massagem na próstata. Concordei e ele começou a apertar por dentro do cu a base do meu pau. Fiquei tarado e meu pau ficou bem duro. Ele notou e disse: Para a sua idade você tem um pau até que grande alguém já contou isto para você? Dalí a alguns minutos, levando dedo no cu, disse que ia gozar, e ele falou: Vou ajudar você a gozar e, segurou o meu pau com a mão esquerda que estava sem luva e colocou na boca. Começou a chupar e mexer o dedo eu gozei na boca dele e senti que ao mesmo tempo em que eu estava gozando ele enfiou outro dedo no meu cu e doeu um pouco. Ele continuou até o meu pau murchar. Ai ele tirou o pinto da boca, cuspiu um pouco da porra e perguntou se eu tinha gostado. Disse que sim mais que tinha doido quando ele tinha enfiado outro dedo em mim. Ele tirou os dois dedos grossos do meu cu e disse: Se deu para colocar meus dois dedos inteiros dentro, dá também para colocar meu pau em você, sem usar o alargador.
Falei que queria fazer xixi e ele me indicou o banheiro. Quando voltei ele já tinha se vestido e entregou para mim um envelope com seis comprimidos dizendo: Não deixa ninguém ver. Toma dois comprimidos agora à noite, amanhã no café mais dois e, dois também na hora do almoço. Isto vai deixar você bem relaxado e fica mais fácil para nos dois. E outra coisa, eu sei que você gostou e continua tarado, mas não vai bater punheta hoje, deixa para gozar amanhã.
Fui para casa, fiz o que ele mandou e na tarde do dia seguinte fui ao consultório dele. Entrei ele fechou a porta e disse vamos para o quarto. Chegando no quarto e disse: Tira toda a roupa, até as meias. Ligou a luz um abajur que estava na mesa de cabeceira da cama e chegou as persianas da janela e deixou o quarto na penumbra. Nos dois ficamos totalmente nus e falou: Vamos até o banheiro que eu fazer umas lavagens em você. Depois de três lavagens ele disse: Você está bem limpinho por dentro, vamos voltar para o quarto. Estava um pouco zonzo e bem relaxado, acho que por causa dos comprimidos que tinha tomado.
Quando chegamos ele disse: Meu bem fica de quatro na cama que eu vou colocar um pouco de gel lubrificante na entradinha e dentro do seu cuzinho. Senti que ele tinha colocado bastante daquele gel geladinho em mim. Virou e disse: Chupa um pouco antes, para deixar meu pau bem duro. Fiz o que ele mandou até ele dizer: Para que está ótimo, vamos por dentro. E toma, chupa este chiclete que ajuda á relaxar. Ele foi por trás encostou a cabeça do pau na entradinha e disse: Agora faz como você fez na lavagem para botar a agua da lavagem para fora. Assim, faz como se estivesse soltando um peido ou como se estivesse fazendo força para cagar e para sair um coco.
Fiquei meio apavorado, mas fiz o que ele mandava e senti que cada vez que fazia daquele jeito, que estava abrindo atrás e ele dizia: Isto mais força e, mandou repetir, na quarta vez que eu fazia aquilo ele me segurou pelos quadris e enfiou. Senti que a cabeça do pau dele entrou inteira, mas doeu como se estivesse me abrindo, como se me alargando. Gemi e disse que estava doendo e que o pau dele era muito grosso e, pedi para ele tirar. Ele respondeu que se tirar ia doer mais e que ele ia ficar quieto, sem mexer até eu me acostumar. Depois de alguns minutos ele perguntou se tinha melhorado e disse que um pouco. Ele disse: Vou continuar parado, mas você vai mexer um pouco empurrando a bundinha para trás. Comecei a fazer disse: Assim mesmo. Vai, empurra mais um pouco. Senti que meu cu estava abrindo e ele disse Agora eu vou mexer um pouco, vai empurra a bundinha para trás, e enfiou bastante. Continuamos assim até que eu disse: Estou sentindo que está batendo no fundo. Ele disse: O cu não tem fundo, faz uma dobrinha. É o que você esta sentido. Já deu para enfiar bastante, agora mexe.
Eu nunca tinha tido uma sensação como aquela. Comecei a sentir um líquido quente saindo em parar do meu pau e disse a ele que passou a mão na cabeça do meu pau e disse é o liquido seminal que a próstata solta quando é excitada. Isto quer dizer que o seu cu está gostando do meu pau.
Depois de algum tempo ele já conseguia tirar e por quase tudo e eu estava achando muito bom. Ai ele disse: Você está com o cu relaxado e já entrou quase tudo. Perguntou se estava bom para mim. Respondi que estava ótimo. Ele disse: Vamos mudar de posição para ver se entra o resto. Vai virando devagar na cama para o pau não sair e fica de frango assado.
Quando ele estava em cima de mim disse: Tira o chiclete da boca e abre bem as pernas. Fiz o que ele pediu e senti ele mexendo e encostando no fundo.
Aí ele disse: Vou apagar a luz do abajur. Ficamos no escuro ele disse: Me abraça bem forte e faz de conta que você é minha mulherzinha e vamos trepar gostoso. Ele começou a tirar e por devagarzinho e foi aumentando a velocidade. Estava muito bom nunca havia sentido uma sensação que nem aquela. Meu amigo, quando virava macho nunca tinha conseguido me deixar tão tarado. De repente subiu um calor e falei que ia gozar e, quando gozei ele me deu um beijo de língua e eu retribui e neste instante enquanto eu estava meio zonzo ele socou o pau com força no fundo do meu cu. Doeu e, reclamei. Ele disse: Calma meu bem, consegui enfiar tudo, estou sentido que cabecinha do meu pau já saiu do reto e entrou no seu intestino. Passou aquela dobrinha, que chama Sigmoide. Fica quietinho que agora que está tudo dentro eu vou te foder gostoso. Fiquei parado enquanto ele tirava e enfiava e falava: Tá sentido tudo dentro, já relaxou, o que está sentindo? Disse que estava sentindo como se o pau dele estivesse dentro do meu estomago. Ele respondeu: Viu como é bom, agora me dá um beijo e fica quietinho que vou mexer pra valer, que estou muito tarado e quero dar uma boa gozada.
Começou a mexer o pau dentro de mim e aquilo foi me dando um tezão enorme, depois de algum tempo, disse: Vou gozar. Eu respondi que também estava quase e ai tirou e enfiou o pau inteiro, algumas vezes, o que de deu uma dorzinha na entrada do cu depois socou tudo dentro e ficou quieto. Senti direitinho o pau dele pulsando e esporrando dentro de mim. Mexi no meu pau e gozei também. Senti que o pau dele estava amolecendo e ele me perguntou se estava doendo. Respondi que sim, mais na entradinha e, um pouco no fundo e que também estava com o cu ardendo um pouco. Ele falou: Fica assim quietinho que quando meu pau estiver bem mole eu vou tirar devagarzinho e vamos para o banheiro, você senta no bidê que eu vou colocar uma água quentinha que vai tirar a dor da entradinha. O pau dele ficou mole e escorregou para fora. Parecia que era uma cobra saindo do meu cu.
Fiz o que ele mandou e realmente a sensação da água morna, batendo na entradinha do meu cu era boa e a dor foi passando. Ele limpou o pau com um paninho do tipo usado para limpar a bunda de bebes e começou a mijar no vazo que ficava do lado do bidê.
Depois que terminou foi até a pia e começou lavar a mão e o pinto e perguntou se estava tudo bem. Disse que a dor na entradinha tinha passado, mas que no fundo ainda doía um pouco e o ardor tinha diminuído.
Ele virou para mim e disse: Já-já passa. Olha, eu já comi o cuzinho de muitos garotos, mas o seu foi o mais apertadinho de todos. Foi bom não usar o alargador, Riu e disse: O meu pau que alargou você. Vou te contar uma coisa; na maioria dos meninos que eu já comi, eu não consegui enfiar tudo. Só dava para ir até o fim do reto e não entrava mais. Só em uns poucos foi que deu para passar para dentro do colón, olhou para a minha cara de espanto e disse: Intestino grosso. É uma delícia quando isto acontece. Dá para sentir um aperto gostoso na ponta do pau.
Pegou uma toalha e me deu dizendo: Se enxuga que vamos voltar para a cama que eu ainda estou tarado e quero dar mais uma gozada. Seu cuzinho já esta bem mais aberto e agora vai ser uma delícia para nos dois.
Me enxuguei e, percebi que a toalha estava com sangue. Fiquei apavorado e mostrei para ele. Ele disse: Fica calmo que às vezes acontece sair um pouco de sangue. Vira e abre bem a bunda para eu ver. Senti ele apalpando e disse: Fica frio é só uma veia bem na entradinha que não aguentou. Vou passar uma pomadinha e dá para trepar sem problemas.
Disse que não queria mais que ele comesse o meu cu, que podia piorar. Ele insistiu que não tinha problema, mas eu disse que não. Ele então disse: Vamos fazer o seguinte; vou passar uma pomadinha e colocar um supositório em você, mas como eu ainda estou tarado quero dar uma boa gozada na sua boquinha como nos fizemos ontem. Falei que topava ele deu um tratou no meu rabo e voltamos para a cama e, eu o chupei até ele gozar.
Depois falei que já era tarde e que tinha que ir embora. Ele concordou colocamos as roupas e ele disse: É melhor você voltar aqui depois do expediente para ver como ficou este machucadinho. Aí ele pensou um pouco e disse: Olha, gostei muito de você, vamos comemorar, vamos comer uma pizza naquele restaurante da esquina, que é muito bom. Fiquei pensando e falou para eu podia ligar para a minha mãe e dizer que eu estava na casa de um colega e que tinha sido convidado para jantar. Concordei e dei o telefonema. Minha mãe nem desconfiou.
Quando estávamos saindo ele disse para eu ir na frente, que ele ia depois e me encontrava na porta do restaurante, que assim não dava bandeira. Encontramos na porta e sentamos em uma mesa meio escondida. Escolhemos a pizza, eu pedi um refrigerante e ele vinho.
Enquanto jantávamos ele puxou conversa fazendo perguntas como: Se eu tinha gostado, apesar de ter sangrado, se achou bom chupar e engolir, eu tinha dado só para este meu amigo, e eu só respondia que sim. Aí eu disse que queria perguntar uma coisa, mas estava com vergonha. Ele disse que não tinha problema. Eu perguntei quanto media o pau dele. Ele respondeu que variava entre 22 á 23 cm de comprimento, dependendo do tezão e geralmente tinha 5 cm de grossura.
Falei que devia ser bom ter um pau daquele tamanho. Ele respondeu que às vezes não. As mulheres queixavam que quando enfiava fundo na buceta machucava, tinham medo de dar o cu e como já tinha me contado, havia poucos meninos como eu que conseguiam levar tudo dentro. Perguntei quantos meninos ele já tinha comido. Na hora ele disse: Antes ou depois de casado? e continuou falando que antes do casamento tinha perdido a conta e, depois de casado só com três. Contou que o irmão caçula da ex-esposa morava com eles e um dia ele deu um fraga dele e mais dois amigos fazendo troca-troca. Contou que tinha falado se eles não dessem para ele ia contar tudo.
E daquele dia em diante passou a comer os moleques. O moleque que ele mais comia mais era o irmão caçula da mulher. Depois de algum tempo, comia ele toda manhã. Depois que a esposa saia para trabalhar ele ia ao quarto do garoto que já estava pelado, esperando por ele na cama. O moleque já estava de banho tomado, e com o cu bem limpo e ele comia o moleque, depois ele o levava para a escola e ia trabalhar. No domingo quando a mulher dele ia a missa com as amigas, os amiguinhos iam para a casa dele e saia uma suruba. Falou ainda que às vezes a mulher tinha que viajar a serviço e aí foi uma maravilha, ele ia dormir no quarto do garoto e era só alegria. Perguntei se o menino aguentava tudo. Ele disseque não só aguentava com adorava. Disse ainda que os amiguinhos não curtiam muito, mas na hora do vamos ver sabiam muito bem como chupar e dar o cu.
Falou que se separou da mulher porque um dia ela pegou ele comendo um destes amiguinhos do irmão dela, na garagem dentro do carro. Mas que ela pensou que seu só comia aquele menininho e não sabia do irmão e do outro coleguinha.
Perguntei quanto tempo ele tinha ficado com estes meninos. Ele disse que tinha sido por quase dois anos e a mulher nem desconfiava, pois ele dava conta do recado e, comia o irmãozinho dela de manhã e a noite ele trepava com ela. Depois de separar ele ainda continuou comendo o irmão da mulher e um amiguinho por bastante tempo e depois teve que mudar do Rio para São Paulo e que de vez em quando o irmão caçula da mulher aparecia, para passar um fim de semana com ele, era uma festa. Terminamos o jantar e pedimos a sobremesa e ele disse que ia fazer um brinde e eu perguntei por que e ele chegou perto e disse baixinho: Hoje foi como se eu tivesse tirado seu o cabacinho. Saiu até sangue, não foi? Fiquei meio envergonhado, mas concordei e brindei. Despedimos e ele discretamente passou a mão na minha bunda e disse: Até amanhã.
E ai começou uma relação que continuarei a contar em uma outra história.
















#7769 Comentários - 25-11-2013 - 01:01 PM por XPTO - Gay - Confirmo, É EXCITANTE (19) - Nota negativa! (1)
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