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Na Volta da balada



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Publicado em 19 January 2018 | 11:55 am
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Publicado em 19 January 2018 | 3:17 am


E agora... O conto de pp10 :

Na Madrugada
O relato que farei para vocês já demanda mais de vinte anos, quando, pela primeira vez, descobri como é transar com outro homem. Hoje tenho quarenta anos, e o fato se deu quando ainda tinha 17. Vivia uma fase de descoberta, de indefinições, mas até então ainda me tinha como hétero. Tinha namorada e gostava mesmo de comer as meninas. Sempre fui um cara bonito: 1,80m, peitos largos, abdomem trabalhado, pernas grossas, bundinha musculosa e uma mala grossa de 20 cm.
Mas confesso que à época já vinha tirando uns meninos. Colegas, rapazes da rua, de vez em quanto me flagrava prestando atenção em algum cara. Um peito forte, uma coxa mais grossa, mas principalmente uma mala mais volumosa e uma bundinha arrebitada.
Tudo aconteceu em um dia que vinha voltando da balada a pé de madrugada para casa. Aquela época ainda era possível andar a pé na madrugada. A caça não tinha sido boa, não consegui nenhuma gata aquela noite, e estava com um tesão danado.
No meio do caminho, notei que um rapaz vinha em direção contrária, e, sem peceber, comecei a tirar o muleque. Era alto, seus 1,80m quem sabe, um físico bom, pernas grossa, moreno claro, e um baita volume de mala. Não sei por que motivo, mas não conseguia tirar o olho do cara, e olhava de forma acintosa, que o próprio muleque percebeu.
O cara, ainda há alguma distancia, percebendo meus olhares, deu uma segurada no cacete, meio disfarçado, como quem diz, só dei uma ajeitada, ou, ta aqui o menino, tá afim.
Aquilo só aumentou meu tesão. Quando nos cruzamos, o cara, olhando firme pra mim, levou de novo a mão na pica, segurando-a por mais tempo, até passarmos um pelo outro. Achando que o menino tinha seguido andando, dei uma parada e resolvi olhar pra traz. Que bela surpresa, primeiro, o carinha tinha uma bundinha arrebitada muito gostosa; segundo, alguns passos depois o cara também deu uma parada e olhou pra traz. Tentei disfarçar mas o carinha fez um sinal com a cabeça, tipo, vem aqui, e começou a caminhar na minha direção. Não sabia bem o que fazer, quando o muleque chegou em mim, segurando a rola, que parecia já estar dura, e perguntou: \"Tá afim\", demorei a responder e ele completou \"só um boquete\". A coisa começou a passar a minha minha cabeça, e quando dei por mim, já tinha acenado com a cabeça que sim. Perguntei onde seria, ele pediu para eu ir com ele.
Andamos alguns metros, ele sempre a frente, sempre olhando se eu estava o seguindo, e eu atrás. me deliciando com aquela bundinha.
Chegando em frente de uma casa abandonada ele fez um sinal com a cabeça e entrou, foi atrás dele. Ele me levou para um cômodo nos fundos, e sem mais conversa, baixou a calça e falou chupa. Ele estava com a camisa aberta, então dava pra ver aquele abdomem trabalhado, a virilha bem marcada e um monstro de um cacete, que devia ter lá seu 23 cm. Fiquei paralizado com aquilo. Caralho o pau do muleque era muuito tesudo, grande, grosso, reto e cabeçudo. Me vendo paralizado, o muleque falou de novo, vem mama.
Cai de boca naquele cacete, ainda que fosse minha primeira vez, já sabia bastante como as meninas chupavam meu pau, e o que elas precisavam fazer para ser gostoso. O muleque no início me deixou a vontade pra chupar o pau dele como eu quizesse. Depois, passou a mão direita na minha nuca e começou a dar o ritmo da chupada. Nessa hora começei a me sentir a putinha dele. Sentia a pomba do muleque pulsar na minha boca. De repente o cara segurou minha cabeça com as duas mãos e passou a pombar na minha boca, o muleque tava fudendo minha boca. Caralho, aquilo era muito tesão, tinha momento que eu achava que ele ia gozar na minha boca.
Comecei a me perguntar se eu conseguia engolir aquela pica toda, e a cada chupada tentava colocar um pouco mais pra dentro, mas acabava engasgando. o Muleque percebeu e tampou meu nariz, falou não respira, e com a mão direita na minha nuca trouxe minha cabeça até eu sentir o saco dele encostado no meu rosto. Sentia a cabeça do pau dele descendo pela minha garganta, mas não engasgava.
O muleque falou: quando eu mandar tu paras de respirar. ele dava o sinal e enfiava aquela rola até o talo na minha boca, dava umas 3 estocadas na minha garganta e depois liberava. Caraca o carinha tava fudendo minha garanta.
Então o muleque me levantou, me colocou apoiado na parede e começou a roçar na minha bunda. Eu ficava doido. Ele roçava a rola no meu rego, passava a cabeça do pau no meu cú, e colocava o pau entre as minhas pernas e me fudia.
Ele passou então a lubrificar meu cuzinho com cuspe e a me dedar. Estava quase pra gozar com aquilo. Ele então colocou a cabeça de seu pau no meu cú, tentou enfiar mas institintivamente o cú travou, ele forçava e aquilo doía muito. ele então lubrificou mais minha bunda e seu pau, colocou a cabeça no meu anel, e foi metendo devagar. Sentia que a cada socada o pau dele entrava um pouquinho, até que senti a cabeça toda entrar de uma vez. Dei um grito, ele nem me deixou reclamar, em mais duas estocadas fortes ele colocou até o talo no meu cú e me segurou forte pelos quadril. Eu implorava para ele parar. Ele mandou eu relaxar que já ia passar. de repente ele começou a rebolar na minha bunda, a socar devagar e quando percebi o cara já socava forte em mim. Eu chorava no pau dele. Com o tempo eu já estava empinando a bunda para que o cacete entrasse todo. Aquilo doía demais, mas a última coisa que eu queria era que ele tirasse sua rola da minha bunda.
Ele segurava meu quadril, meus ombros e socava feito um cavalo. Eu me acabava na punheta. Quando senti que ele ia gozar, pois acelerou as pombadas e os gemidos, pedi para ele não parar e comecei a acelerar a punheta. Caralho, nunca gozei tanto como naquele dia. Não sabia se gozava pelo pau ou pelo cú. O Muleque encheu minha bunda de porra, só sentia aquela coisa quente encher meu cú e escorrer pelas minha pernas.
Depois de alguns minutos com a pica gozada na minha bunda, ele retirou, se vestiu falou valeu, deu as costas e foi embora. Eu fiquei alí com o cú arregaçado. Alias, passei uns tres dias com o cú arrebentado. Mas confesso que até hoje bato umas punhetas pensando naquela foda.



#9999 Comentários - 03-01-2017 - 12:57 AM por pp10 - Gay - Confirmo, É EXCITANTE (14) - Nota negativa! (1)
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