|
|

atreva-se a publicar o seu e surpreenda-se com o feedback
Conhece um conto erótico digno de ser partilhado?
-
Descreva o seu conto aqui
- - ATENÇÃO : Não utilize este espaço para discussões, publicidade ou qualquer outro texto que no seja um conto erótico.
- - Por favor preencha todos os campos cuidadosamente.
- - Atenção somos TOTALMENTE CONTRA A PEDOFILIA. Todos os intervenientes no conto deverão ter pelo menos 18 anos. Os contos em que participem menores, serão removidos.
o Boizão do meu cunhado atochou a tora na minha xoxota: Provoquei e levei rolada! - lido 2681 vezes
Este site conta com o apoio de:
Plágio é crime punido com reclusão de até 4 anos conforme aduz o Código Penal Brasileiro em seu artigo 184.
Por Narceja
Depois de me comer com os olhos, me cumprimentou voltando ao seu quarto.
- Ah desculpa Narceja, o Boizão não é muito de visita... Disse minha irmã sem jeito.
- Tudo bem querida, não tem problema! Vim te ver e aos meus sobrinhos! Por isso estou aqui. Disse abraçando minha irmã.
Casados há nove anos, tinham dois filhos e pareciam felizes de uma rotina cotidianamente irritante. Ele, o Boizão, assim era seu apelido, trabalhava como gerente de uma loja de calçados da cidade. Minha irmã, voltada às prendas do lar, limitava-se a sua função heróica de dona de casa.
Estava na cidade fazia uns quatro dias. De férias, havia me hospedado em um hotel, mas por insistência de minha mana havia me mudado pra sua casa. Lá, dormiria no quarto dos meus sobrinhos.
A casa era modesta, mas de uma simplicidade simpática e aconchegante que me fez sentir em casa logo nos primeiros dias.
A rotina da casa era muito pragmática, todos os dias minha irmã acordava cedinho, fazia o café da manhã dos moleques, levava-os ao colégio e voltava para seus afazes domésticos. Já meu cunhado, acordava cedinho, tomava banho, geralmente cantando (obrigando-nos a ouvi uma voz de cachorro velho.), sentava à mesa apressado comendo sem delicadezas, parecia um bicho esfomeado pronto pra rugir, aliás, só faltava arrotar e peidar na mesa.
Era de uma repugnância patológica. Olhava-me com desdenho e desejos, chegando ser arrogante. A figura olhava sem desviar o olhar, mostrando que me comia com o olhar sim, quase me desafiando.
Apesar de trocarmos poucas palavras, nos comunicávamos visualmente. Ele com seu corpão de Boizão, ombros largos e peito estufado, parecia uma daqueles ratos bombados de academia, que não fazem outra coisa a não ser exercitar os músculos. Mas não, o infeliz não malhava coisa nenhuma, jogava futebol na pracinha com os amigos do bar da esquina.
Como visita, tentava me adaptar as regras e a ordem da casa e uma era sagrada. Só jantar quando o magnânimo Boizão estivesse sentado à mesa com sua fome de leão. O cara chegava a me irritar de tal maneira que passei a ter raiva do safado.
Deselegante, passou a ficar relaxado depois de uma semana que eu estava em sua casa, não mais fechava a porta do chuveiro ou do quarto, preservando o respeito familiar. Saía agora do chuveiro enrolado em uma toalha branca molhada que contornava seu membro e seus bagos grandes. Claro, eu olhava, não estava cega!
Tanto é que olhava, que passei a sentir uma estranha compulsão, apesar do nojo que sentia dele, de ir até a sala, quando sabia que o infeliz estava no banho. Do sofá, via o safadinho sair do chuveiro enrolado na toalha, passar na cozinha pra pegar alguma coisa, como comia aquele animal, e ir para o quarto. Da sala, passei a imaginar o safado se trocando e foi aí que minha curiosidade nasceu e minha razão perdeu-se dando lugar a libido e ao tesão.
Certa noite, levantei pra beber água e passando pelo quarto do casal ouvi um choro baixinho. Preocupada, parei no corredor pra ver se ouviria mais algum som, saber do motivo de minha irmã estar chorando tão baixinho.
E me aproximei da porta, com coração na boca, encostei o ouvido na porta e arregalei os olhos quando ouvi meu cunhado dizendo baixinho: “Isso safada! Bebe o leite do Boizão! Gostou de levar rola hoje? Gostou safada? Responde!” Os sons de tapas, certamente seriam tapas na cara e me excitei nesse exato momento. “Amanhã é sexta feira, dia de dar o cu, prepara ele bem que vou deixá-lo uma florzinha!” E ouvi novamente minha irmã chorando, parecia não poder falar, só chorava, soluçava, tossia e engasgava. Perdida e com medo de ser descoberta corri para o quarto, vi os meninos dormirem no beliche. Deitei em minha cama, tirei a calcinha e protegida pelo lençol, me masturbei. Uma masturbação clitoriana, clandestina e proibida.
Fechei os olhos e me imaginei bebendo o leite do Boizão. Era estranha aquela expressão primitiva e sem lógica “Leite do Boizão”.
Meu cunhado era um fogoso na cama, um puto safado. Agora entendia como minha irmã agüentava o estrupício, com seus modos de machão e sua petulância irritante.
Molestei meu grelo até ficar dolorido, fechei os olhos e imaginei aquele canalha em cima de mim, me dando rola e gozei... Gozei amolecendo o corpo e controlando minha fúria de gritar. Movimentei os quadris devagarzinho, enquanto sentia os espasmos do orgasmo... Deixei minha respiração ofegante tomar conta de meu corpo e olhei pra as crianças, dormiam como anjinhos enquanto seus pais se comiam sem pudores.
Minha irmã era uma vagabunda e meu cunhando um tesudo fogoso. O segredo da família estava descoberto. Acalmei-me limpando meus dedos melados na colcha da cama e dormi o sono dos justos. Não pensei em pecado ou bobagens do tipo estava cansada do orgasmo, merecia dormir.
No dia seguinte, acordei tarde, minha irmã já tinha saído para deixar meus sobrinhos na escola. Boizão com certeza, também não estaria. Levantei vestida com um roupão pra tomar café quando, pra minha surpresa, o safado estava sentado na mesa lendo seu jornal e bebendo uma cervejinha naquela hora nada apropriada.
- Bom dia Narceja, dormiu bem? Perguntou me olhando dos seios aos pés e fazendo questão de mostrar que me olhava mesmo, como sempre me desafiando.
Mas dessa vez, puta com a insolência do cachorro, resolvi não desviar o olhar pra suas investidas e o encarei olhando em seus olhos.
- Viu alguma coisa interessante? Perdeu alguma coisa? Disse encarando-o irritada.
- Só estou olhando, não pode? Respondeu na maior cara de pau.
- Tenha vergonha! Sou tua cunhada.
- Vergonha de quê? Não estou fazendo nada, só estou olhando, sou homem casado, mas não estou morto. Isso só mostra que você é gostosa e tenho tesão. Sua irmã não tem nada a ver com isso. Ele parecia gostar de me enfrentar.
- Ah é? E se eu contar pra ela que o maridinho dela está dando em cima das visitas.
- Aí querida cunhadinha Narceja, eu vou dizer que é mentira sua e você deu em cima de mim! Vamos ver em quem ela acredita, na irmãzinha rodada ou no maridão Boizão!
Respirei fundo pra não perder a classe e fazer um escândalo, meu ódio pelo crápula só aumentou e uma raiva irracional contra o tesão que estava sentindo me levou a sentir repulsa de mim mesma.
- O que é que tu queres afinal, cara? Disse visivelmente irritada.
- Nada Tchê, só estou olhando pra você, aliás, a senhora que iniciou esse papo. Não digo nada das suas olhadas quando estou de toalha... Disse rindo e colocando o jornal na cara pra evitar que eu visse seu sorrisozinho sacana.
Com ódio, saí da cozinha pisando firme e enfurecida. Entrei no quarto, tranquei a porta e deitei na cama.
Fiquei uns minutos na mesma, tentando me acalmar pra não mandar aquele maldito tomar no lugar que ele merecia!
Logo os pensamentos da noite passada tomaram minha visão mental. Lembrei da maldita expressão libidinosa e errônea “O leite do Boizão”. – Safado! Pensei.
E senti os bicos dos meus seios saltarem e endurecerem assim como meus fluídos vaginais se excitarem e meus lábios de xotinha tremerem ansiando pelo Boizão.
– Aquele vagabundo, canalha... Aquele tesudo fogoso, leiteiro desgraçado, sabia como fazer uma mulher de vadia.
Naqueles pensamentos senti inveja da condição submissa de minha irmã. Dona de casa, lavando cueca, cuidando de filho e levando rola à noite. Extasiada por esses pensamentos abri o roupão e coloquei os dedos na xaninha abrindo as pernas e pensando no cunhado filho da mãe! Apertei meus seios e imaginei aquele safado na mesa da cozinha, sem camisa e lendo jornal, aquele Boizão fogoso, caralhudo e comedor, aquele idiota gostoso! E me masturbei com vontade, olhando pra porta trancada e imaginando o caralhudo arrombando-a e me possuindo com sua rola dura. E assim, com os dedos enfiados na rachinha gozei mais uma vez levantando as pernas para o alto e esticando-as o mais alto que podia. Senti o meu corpo tremer e minha visão escurecer, gozando..., quando ouvi um barulho na porta. Toc Toc.
- Desculpa aí cunhada, só quis brincar com você! Disse rindo.
Olhei pra porta, encostando minha cabecinha no travesseiro e respondi:
- Tudo bem... Fechei os olhos e dormi.
O dia transcorreu normalmente e a noite, como de costume, o jantar com as crianças, minha irmã e o chefe de família à mesa. Todos comendo e contando as novidades.
Meus sobrinhos de 6 e 8 anos dormiam sempre cedinho e minha irmã ficava com eles na cama até pegarem no sono.
Essa noite, sentei no sofá ao lado de Boizão, que estranhou minha aproximação repentina.
- Vou ver o jogo! Foi logo avisando como se eu fosse insistir em ver as novelinhas brasileiras. Faça-me um favor...
- E daí? Respondi dando de ombros.
- Por mim... Eu hein... Disse-me olhando de rabo de olho, estranhando...
Minha irmã apareceu na porta da sala e nos deu boa noite retirando-se em seqüência.
Alojei-me no sofá e fiquei olhando aquele homem forte e viril sentando de calção e camiseta branca. Bebia sua latinha de cerveja, parecia pertencer já ao seu estilo uma latinha de cerva gelada, o que minha irmã não deixava faltar nunca na geladeira. A camiseta, o deixava com um ar de virilidade, pois seus músculos mal trabalhados, porém firmes, desvendavam um corpo de homem bonito. Olhei pra seu queixo, uma “carona” grande de homem, a barba ralinha por fazer, um nariz grande e uns lábios grossos numa feição envolvente de beleza masculina.
Meus olhos desceram devagarzinho de sua boca até suas coxas, que se mostravam grossas em seus 1,68 de altura. Um homem baixo, porém parrudão, gado de pasto, touro forte!
Boizão parecia incomodado com minha presença ali na sala, olhava pra mim irritado, meio impaciente e com raiva.
- Vai dormir não? Perguntou.
- Não estou com sono.
E voltou a assistir ao jogo dando goles gordos na cervejinha gelada.
Não conseguia tirar os olhos daquele homem, daquelas feições agressivas de uma beleza rústica e interiorana que excitavam meus hormônios femininos, fazendo-os borbulhar e se manifestarem na minha lubrificação vaginal. Queria levar rola do Boizão. Precisava cair na rola dele e logo. Minhas férias estavam acabando e minha xota parecia apertada demais, parecia pedir por rola, implorar até... Eu estava perdida, não via mais a diferença entre a moral e a devassidão. Minha razão parecia extinta e minha libido tomava conta do m ...
#483
Comentários - 12-01-2009 - 07:49 PM
por
Narceja - Incesto -
Confirmo, É EXCITANTE (31) -

Adicionar aos Favoritos

Enviar a um Amigo

Este conto já foi visto antes
Você não consegue ler todo o conto?
Só vê metade do conto e gostaria de ler a totalidade? Leia mais aqui.Você já leu a totalidade deste conto? Gostou? Não?
Agradecemos que faça a sua votação. Clique num dos links em cima.Clique em "Confirmo, É EXCITANTE" se gostou do conto ou clique em "Nota negativa" se não gostou. Obrigado pela sua participação.
Comentários dos utilizadores:
O canal Contos Eróticos e site mundoPT não se identifica com os comentários aqui publicados. Os comentários são da inteira responsabilidade dos seus autores e podem ser removidos sem aviso prévio.
é assim k deve dser tratada as vadias. e vc é uma certamnete e olha que sou mais rigido
#1 - 26-03-2009 - 07:24 PM
por
juari
- reportar abuso
eu fui ver minha irma mais ela naum estava em casa
eu fiquei espelando ela meu cunhado estava na cama dormindo
só de cueca ele estava com o pau doricimo
eu fiquei vendo aquere pau brande e grosso
eu esta va babando e toda molhada
deitei do lado dele e botei a mao no pau dele ele abriu
os olhos e se assustou queria levantar da cama eu sigurei ele e botei a mao no pau dele e ele relaxou chupei ele todu
minha irma chegou ne hora e comechou a fala eu falei com ela e
nos duas famos pra cama com ele e ele estava mervosso
mais deu um tempo ele ja estava no chima danos o cú a chota
chupei ele toudinho ate as bola minha irma chupou meu glilinho
dando muito tezao gozzeina boca do meu cunhado ele gozou na boca da minha irma minha irma gozzou na nimha boca nos deitamos e começamos a rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs hoje eu falo com meu cunhado ele quer todo dia minha irmao naum quer mais entao eu e meu cunhado vamos para um hotel asim fazemos 3 veze por semana no itahoca#2 - 09-03-2009 - 08:33 PM
por
graiela
- reportar abuso
Isso safada! Bebe o leite do Boizão! Gostou de levar rola hoje? Gostou safada? Responde!” Os sons de tapas, certamente seriam tapas na cara e me excitei nesse exato momento. “Amanhã é sexta feira, dia de dar o cu, prepara ele bem que vou deixá-lo uma florzinha!”#3 - 26-01-2009 - 08:34 PM
por
pablo f5
- reportar abuso
Isso safada! Bebe o leite do Boizão! Gostou de levar rola hoje? Gostou safada? Responde!” Os sons de tapas, certamente seriam tapas na cara e me excitei nesse exato momento. “Amanhã é sexta feira, dia de dar o cu, prepara ele bem que vou deixá-lo uma florzinha!”#4 - 26-01-2009 - 08:15 PM
por
adroano bastos
- reportar abuso
Gostou de levar rola hoje? Gostou safada? Responde!” Os sons de tapas, certamente seriam tapas na cara e me excitei nesse exato momento. “Amanhã é sexta feira, dia de dar o cu, prepara ele bem que vou deixá-lo uma florzinha!” #5 - 26-01-2009 - 08:13 PM
por
pablo
- reportar abuso
sempre quis uma cunhada igual a vc .........#6 - 15-01-2009 - 07:59 PM
por
leonardo
- reportar abuso
Gostei do seu conto.. fiquei cheio de tesão#7 - 13-01-2009 - 03:59 PM
por
Vitor
- reportar abuso
[ Página de comentários : 1]
Coloque aqui o Seu Comentário sobre este conto:
Tags + populares