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ORGIA NO SÍTIO!

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simao publicou o seguinte:
em Dupla Penetração
Uma dupla de oferta para vc
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Depois de ler este conto, porque não uma visitinha a estes desabafos Sexys:

Confissão: Quero homens e mulheres no Skype
Eu confesso que, quero fazer novas amisades e trocas fotos e videos pelo Skype...

Publicado em 21 April 2014 | 12:23 pm
Confissão: Nao sinto desejo sexual como as pessoas normais
Eu confesso que nao sinto desejo sexual como todos... Eu vejo as pessoas traindo, transando, morrend...

Publicado em 20 April 2014 | 11:24 am


E agora... O conto de Pinduca R. Fernandes :

ORGIA NO SÍTIO!

Não me lembro com precisão da data, mas lembro-me desta viagem. Foi numa 5ª feira. Só sei que eram 26 universitários que estavam indo para um sítio que alugaram bem longe de tudo e de todos. Eu contei 16 mulheres e 10 homens, mais o líder deles. Entre as mulheres, só tinha louras e morenas. Sentado no banco do guia na cabine, ele me avisou para não se espantar com o que eu iria presenciar. Perguntei do que se tratava e ele me disse que era uma comemoração de aniversário de uma delas. Mas ia acontecer de tudo um pouco. Fizeram uma vaquinha para arrecadar dinheiro e comprar ao produtos de consumo.
-Um colega nosso já viajou com você para um Hotel Fazenda. Falou muito bem da sua pessoa. Por isso nós pedimos que você fosse nosso motorista. Se prepare, pois até cenas de sexo vai rolar, motorista. Quem viver, verá! Uma festa regada a cerveja e caipirinha feita com vodca. E quem sabe, uma dessas meninas simpatize com você!
Pois sim. Não acreditei muito nisso. Até porque, eu era o único negro do grupo. Dirigi por 1 hora pela rodovia e entramos em uma estrada de terra batida. Mais 20 minutos de viagem e chegamos. Ele desceu, abriu a porteira e entrei com o ônibus. Desembarquei suas bagagens e os mantimentos, junto com os fardos de cervejas, refrigerantes, as garrafas de vodca e o saco de limão. Um aparelho 3 em 1 com 2 caixas de som. Pensei comigo “a festa vai ser de arromba”. O sítio era grande, assim como a construção. A piscina era enorme, parecia de competição. Todos se alojaram. O líder informa que meu quarto era no fim do corredor. O último quarto estava com um cartaz “Motorista” e foi nele que entrei. Arrumei minhas coisas, tomei um banho e desci para ajudar o pessoal a colocar as coisas no lugar. Um aparelho 3 em 1 foi instalado. Uma morena ligou o som e ao sintonizar uma estação, esta tocava uma música clássica. Ela pergunta em voz alta que música é essa e eu respondo:
- “O Lago dos Cisnes”, do compositor russo Tchaikovsky!
Todos os olhares dos que estavam na sala se voltaram para mim. Uns de surpresa, outros de admiração. Continuei a ajudar na arrumação. Não queria chamar a atenção de ninguém. Com tudo no lugar, a janta ficou pronta. Fomos jantar e como não havia tevê, peguei um refrigerante e sentei-me a beira da piscina, pois a noite de lua cheia estava linda. Pensei que ia ficar sozinho, mas uma morena também veio apreciar o luar. Andando e olhando para a lua, ela não me viu. Parada em pé, de costas para mim, ela tomava cerveja e olhava para cima.
-Linda noite, não?
Ela se assustou. Virou-se depressa e se depara comigo. Pedi desculpas por tê-la assustado. Ela tomou um gole da cerveja, se recompôs e sentou-se ao meu lado.
-Ah, é você, motorista? Pensei que estava sozinha. Mas vejo que você tem gosto pela natureza como eu. Veja quantas estrelas. Que bonito é a noite longe da cidade!
Apontei para uma estrela com mais brilho e disse que era Marte. Ela olhou em direção a ele e falou:
-Maravilhoso! E como brilha! Nos centros urbanos não temos essa visão!
E comentei meu raciocínio:
-Estava pensando se estamos sozinhos nesse imenso universo. Mas será mesmo que não haverá vida em outros planetas? Somente na Terra que temos este dádiva?
-Não sei. Mas os cientistas estão pesquisando. E ainda não encontraram resposta para essa pergunta. Como é seu nome, motorista?
- Pinduca, mas pode me chamar de Duca. É como todos me chamam!
-Eu sou Nilze!
-Como se chama seu líder?
-Zé Carlos. Gente muito boa!
Ficamos falando sobre a natureza e o quanto ela tinha para nos ensinar. Ela disse que ia dormir e se retirou. Continuei mais um pouco, mas queria descansar e resolvi me deitar. Na 6ª feira, levantei, lavei o rosto e fui tomar café. No corredor, me encontro com Nilze. Um oi de lá e outro de cá. Entro no final da fila. O líder me chama para pegar o pão e o café com leite ou chocolate, mas eu não gosto de ser fura-filas. Continuei nela, peguei o pão e o chocolate, me sentei na mureta do corredor. Não conhecia ninguém, a não ser o líder e a Nilze. Ficava melhor assim. O dia estava ensolarado e prometia ser quente. A piscina era a pedida para todos. Eles tomaram conta dela. Até a hora do almoço, foi a diversão do grupo. Ninguém usava roupa. Os rapazes de sungas e as meninas de biquíni. O único comportado era eu, de bermuda jeans, camiseta e chinelos de borracha. Todos almoçaram e voltaram para a piscina. Na cozinha, 2 moças e 2 rapazes faziam os salgados para a noite. Como prefiro ser sempre o último para comer, ganhei um bolinho de bacalhau. Junto com uma lata de Coca Cola, sentei-me na mureta do corredor para almoçar. Nilze chegou e sentou ao meu lado, perguntando se eu ia participar da festa da aniversariante. Respondi que assistiria de longe, pois não era convidado deles. Apenas o condutor do ônibus.
-Você está sendo humilde demais. Aqui ninguém vai te reparar, pois todos só querem se divertir!
Se você não for, pelo menos para comer um salgado e tomar um refri, eu vou te buscar. E se insistir em não participar, fico de mal!
Ela fez uma carinha de zangada. Prometi que ia fazer parte da festa, mas do meu jeito. Acabamos de almoçar e fomos para a piscina. Ficamos conversando até tarde. A noite veio. Tomei meu banho e de calça jeans, camiseta e tênis, fiquei do lado de fora em uma janela. O som foi ligado, com música eletrônica, mas não estava alto. A sala ficou vazia, somente no canto dela, a mesa com um bolo e doces. Os sofás foram colocados na varanda. E os convidados começaram a chegar. Estranhei, pois eles estavam com sungas e biquínis e não roupa social. Tinha mulher para todos os gostos. Loura ou morenas, altas ou estaturas médias, magras ou boasudas, cabelos compridos ou curtos, seios grandes ou pequenos. Zé Carlos entrou com os comes e bebes. Um isopor grande com latas de cervejas, um pequeno com gelo, outro rapaz trouxe as garrafas de vodca, e uma loura com um recipiente cheio de fatias de limão e copos descartáveis. Eles se serviam e dançavam ao som da música. E a medida que o tempo passava, o efeito da bebida era mais alto. Eles abriram uma roda e uma loura muito bonita de cabelos lisos ficou no meio. Colocaram uma música axé e ela passou a dançar, acompanhada de palmas. Parou, levantou um copo de caipirinha, gritou “viva nossa aniversarinate,”levou a boca e virou de uma só vez. Abaixou o braço, balançou todo seu corpo e voltou a dançar. Levou as duas mãos as costas e desfez o laço do tecido. Foi quando alguém gritou:
-Tira! Mostra os peitos!
Sorrindo, ela tira a parte de cima do biquíni e joga longe. Seus seios pularam para a frente. Ela retornou a dança e seus seios balançavam igual a uma porção de gelatina. E ela rodopiava, fazia movimentos de quem estava transando, e ao som da música, ia se abaixando devagar rebolando até o chão. Um moreno entrou na roda com dois copos na mão, entregando um a loura. De novo, ela levantou e virou todo o seu conteúdo. Ele imitou a loura. Se abraçaram e passaram a dançar. O casal parou, ela levou as mãos na cintura dele e começou a tirar sua sunga. Jogou para cima. Todos riram, pois o moreno estava de pau mole. Deram umas voltas e a loura começou a tirar a parte de baixo. No ritmo do axé, aos poucos, a peça foi descendo até chegar ao chão. Ficou nua e rodou o tecido por cima da cabeça. Um “oh” se ouviu em toda a sala. Seu corpo era bem feito. O moreno segura em sua cintura por trás e os dois dançam uma coreografia bem sexy. Ela esfrega a bunda nele. Ele faz uma insinuação de quem está metendo. A música acaba, eles param junto com ela e ganham uma salva de palmas e assovios. O casal se retirou, a música eletrônica recomeça e eles voltam a dançar em grupo. Estava ali, no meu cantinho, quando Nilze vem em minha direção. Só de biquíni, ela estava muito atraente. Dei uma olhada discreta em seu corpo. Ela sorriu.
-Oi, meu amigo. Que bom você está aqui! Quer tomar alguma coisa?
-Refrigerante! Não tomo nada com álcool!
-Você não bebe nem uma cerveja? Só vamos embora no domingo!
-Obrigado, Nilze, mas somente refrigerantes!
Ela se afastou, balançando sua bundinha redonda dentro do biquíni. Quando voltou, tinha um prato de salgados em uma mão e na outra, uma Coca e uma lata de cerveja. Ficamos comendo os salgados e vendo a festa rolar. Eu evitava olhar para seu corpo. Nilze, diga-se de passagem, era uma morena sensual. E num certo momento, ela me pergunta:
-Você viu o show de sensualidade do casal?
-Sim, assisti! Uma bela coreografia da dupla! As festas de vocês são sempre assim, com erotismo?
-É porque você ainda não viu nada. Tem festa que todos os rapazes transam com todas as meninas E sobram meninas. No nosso grupo, que é fechado, só entra se for convidado e tem que passar pela aprovação de todos. Para as meninas, a condição é ser mulher feita, com 23 anos ou mais. Aqui, nenhuma menina é virgem, nem no nariz! Não se espante se ver um casal transando no corredor, no jardim ou mesmo na piscina.
Achei graça das suas palavras. Nilze também riu. Ela tomou um gole de cerveja e ficou olhando o céu.
-A lua está tão bonita. Vamos até o jardim para vê-la melhor?
Ela deu a volta, se encontrou comigo e fomos encaminhando. Mas antes de chegar na parte do jardim que melhor dava visão do céu, notamos que em uma coluna tinha um casal. Ele em pé, encostado com o cacete de fora e ela abaixada, chupando. Nilze me avisa que isso é normal nestes dias. Passamos e eles não estavam nem aí conosco. Chegamos e ficamos de pé olhando a lua. Ela ainda tomava a cerveja. De costas, deu um passo para trás, colou em mim. Ficamos a admirar a noite coladinhos. Sua cabeça apoiou em meu ombro. Senti sua bunda encostar na minha parte frontal. Com delicadeza, segurei sua cintura com as duas mãos. Fiz um carinho e ela suspirou. Alisei o lado do seu corpo, ali onde fica a curva da cintura. Sentindo a maciez daquele corpo jovem em meus braços, meu pau começou a endurecer. Ela sentiu, olhou para trás, me sorriu e pressionou a bunda contra mim. Tomou o último gole da cerveja e jogou a lata no chão. Suas mãos procuraram as minhas. E ficamos nos esfregando, ela de olhos fechados, esfregando a bunda no meu pau. Eu alisando sua pele. Cada vez que eu fazia carinho em seu corpo, Nilze mais fazia pressão com a bunda sobre meu pau. Abracei seu corpo com força. Ela gemeu baixinho. Voltou o rosto, olha para mim e confessou que estava exitada com meus afagos. Eu respondi que estava com tesão por causa dela. Passou a mão por cima do tecido da minha calça e sentiu o volume que meu pau fazia. Abriu o zíper, enfiou a mão por dentro da cueca e tirou o pau para fora. O membro ficou de lado. Ela alisou por toda sua extensão. Deu um aperto. Murmura em meu ouvido:
-Estou morrendo de desejo! Faz amor comigo?
Ofereceu seus lábios, onde eu depositei um beijo. Minha mão direita entra por dentro do seu biquíni e encontra uma pequena porção de pelos. Entre eles, o grelinho duro. Desço um pouco mais e encontro sua racha úmida. Enfiei o dedo e ela gemeu. A esquerda sobe e afaga o seio dela por cima do tecido. Nilze me beija com furor. Se vira e de frente comigo, esmaga seus lábios nos meus. Aperta meu pau mais ainda. Meu dedo entra debaixo do tecido e toca o bico do seio. Descola o beijo, tira minha camiseta, solta o cinto da calça e abaixa tudo de uma vez. Meu pau apontou para cima. Ela abaixa o corpo e coloca a boca nele. Inicia uma chupada. Chupando meu pau, ela tira a parte de cima do biquíni e depois a de baixo. Toda nua, chupa mais um pouco e faz o caminho de volta até minha boca, onde beija de novo. Pego minhas roupas e estendo na grama. Sento nelas, seguro Nilze pela bunda e faço com que ela abra as pernas. Coloco a boca no seu sexo e começo a chupar. Ela, de pé, aperta minha cabeça para que eu não saia da posição. Sinto o caldo de sua buceta em toda minha língua. Chupo para ter mais. Ela vibra de tesão. O luar iluminava aquela cena de prazer entre nós. Sua pele clara realçava na luz da lua. Ela me afasta, me deita, abre as pernas sobre meu corpo, abaixa, coloca meu pau na entrada de sua buceta, desce os quadris e deixa o pau entrar. E devagarinho, começa a me cavalgar. Acaricio sua bunda, abro e passo o dedo em seu cú. Parece que toquei em seu ponto fraco. Ela geme e aumenta a metida, joga a cabeça para trás, e me apertando, rebola no pau, murmura que está gozando. Seus lábios colam nos meus, com força. Ela faz um “huuuummm” longo e goza. Deu um tempo. Ficou de quatro na grama. Pediu para possuí-la outra vez. Enfiei na sua buceta. Meti forte. Nilze diz “vou gozar de novo, não pára”, sua mão aperta a minha, rebola o corpo, chegando ao 2º gozo. Ficou parada na mesma posição. Não agüentei. Tirei o pau da sua racha e enfiei no seu cú. Ela nada falou. Imóvel, me recebeu dentro de si. Passei a dar fortes bombadas. Digo em seu ouvido que vou gozar. Ela diz “goza comigo, goza”. Eu abraço a jovem com força e solto meu gozo todo dentro dela. Parados, ficamos abraçados, unidos pelo prazer. Demos um tempo nessa posição. Trocamos mais beijinhos. Meu pau foi amolecendo. Quando saiu de dentro dela, nos levantamos, nos vestimos e voltamos para a casa. De novo, passamos por um casal deitados na grama, que metiam como se fosse a coisa mais natural desse mundo. E gemiam alto, sem se importarem conosco. Nilze disse que é a Paula, a aniversariante do dia. Eu fiz este comentário:
-Ah, então ela tem direito! Dê meus parabéns quando estiver com ela!
-Como você é compreensivo! Pensei que ia ficar espantado com nossas cenas, mas vejo que em enganei!
Não disse para ela que Zé Carlos já me deixara de sobre aviso. Ela entrou e eu fui tomar um banho. Voltei e fiquei na mesma janela vendo a festa. Eles já estavam tontos, mas não todos. Uma morena cor de café com leite, um pouco tonta, entra na roda e começa a fazer um strip tease. Ao som de uma música, tira todo o biquíni e joga para o alto. Nua, ela dança no ritmo do som. A música acaba, ela deita-se no carpete e fica imóvel. Aplausos e gritos de “viva Glórinha”. Mas meu sono começou a dar o sinal e fui deitar. No meu quarto era possível escutar o som da festa muito longe. O sono me domina e consigo dormir. No sábado, acordei e não tinha nenhum movimento. Fiz minha higiene e fui até a cozinha. Tudo quieto. Tomei um copo de leite com biscoitos e sentei-me na mesa da piscina para fazer palavras cruzadas. Eram mais de 10:00 horas quando Nilze chegou, me cumprimentou e diz que me procurou para me dar um pedaço de bolo. Digo que fui dormir antas da 01:00 hora. Ela me fala:
-Eu demorei porque fui me lavar. Quando voltei, você não estava mais na janela. A Paula agradeceu seu voto de parabéns! E eu agradeço pela noite de ontem. Estava na maior secura. E como são menos homens do que mulher, daí eu te segurei para mim. Houve meninas que precisou dividiu seu homem com outra!
Duas louras sentam na beira da piscina tomando cerveja. Uma com cabelos cacheados e outra de cabelos curtos, usando óculos. A de cabelos curtos me olha demoradamente. Desvio meu olhar e volto a conversar com Nilze. Fomos almoçar tarde e voltei para a piscina. Desta vez de sunga para entrar na água. E a noite, durante a festa, todas as meninas vestiam uma peça tomara que caia em cima e minissaia curtíssima. Mas a loura de cabelos cacheados está totalmente embriagada. A de cabelos curtos, de nome Telma, não consegue domina-la. Eu ofereço ajuda. Seguramos a Flávia (esse era seu nome) e levamos para seu quarto. Tiramos sua roupa e demos um banho frio nela. Foi deitada na cama e não esperamos muito. A bebida fez com que ela dormisse rápido. Saímos e voltamos para a festa. Telma veio agradecer minha ajuda. Ficamos conversando sobre a festa. Meu olhar procurava Nilze, mas não a vi. Não queria dormir tarde, pois teria a viagem de volta no domingo. Falei para Telma que ia dormir e para meu espanto, ela pergunta:
-Posso ir com você? A Nilze viu as estrelas contigo, eu também quero ver!
-Como soube disso?
-Ela me falou. E gostou muito. E deixou esta noite para mim!
Então é por isso que Telma me olhou com interesse lá na piscina. E a Nilze não apareceu na festa. Faz sentido...
-Tudo bem, pode, mas e Flávia, vai ficar sozinha?
-Ela só vai acordar amanhã na hora do almoço. Conheço a peça!
Telma diz que vai tomar um banho e volta já. Ela chega enrolada em uma toalha. Eu vou tomar o meu. Quando volto, Telma está deitada debaixo de minha coberta. De costas para ela, tiro a toalha da cintura, fico só de cueca. Me virei para falar com ela e...
Telma estava inteiramente nua. De pernas abertas, com seu sexo exposto. Fiquei sem ação por um segundo. Ela me estende os braços secura minhas mãos e me puxa. Caindo na cama, fico bem próximo a seu rosto. Ela me abraça e me beija com ardor. Sua atitude era de quem estava com muita tesão. Correspondo ao seu beijo. Sua mão estica e segura meu pau. Este começa a crescer. E os beijos ficam cada vez mais prolongados. E o meu pau duro. Acaricio seu corpo. Chupo seu peitinho. Ela geme. Aperta o pau com força. Tira para fora e inicia uma punheta bem devagar. Enfio o dedo na sua xoxota. Está molhada. Levanto, tiro a cueca, coloco a boca em sua buceta e chupo com vontade. Telma vira o corpo, fica por cima e fazemos um 69. Beija, lambe e chupa meu pau. Aproveito para lamber seu cuzinho. Ele se contrai na minha língua. Sua boca suga meu pau com perfeição. Sai de cima, coloca o corpo sobre o meu, encosta a rachinha no meu pau e solta a cintura. O pau entra de uma vez. Abraço a jovem e dou estocadas de baixo para cima. Ela rebola e aumenta os movimentos da cavalgada. Dois minutos depois, ela geme e avisa:
-Vou gozar! Enfia tudo! Ah, que... gos...toso!
E goza fartamente. Ficou mole. Mas se recuperou e saindo de cima, fica de quatro na beira da cama, abre a bunda com as duas mãos, me oferecendo seu cú. Não resisto aquela visão. Sua bunda aberta é uma tentação. Mas não enfio logo. Como sou chegado a chupar um cuzinho feminino, caí de boca, beijando suas nádegas. Com a língua, procuro o rego, e sempre lambendo, vou chegando no buraco. Dou uns beijinhos nele e em seguida, uma lambida. Telma geme alto, dizendo que “é tão gostoso”. O cú pisca, pedindo um pau. Lambi, beijei e chupei aquele cú. Fico de pé, molho o cacete na sua buceta, mas ela pede para enfiar tudo e faço isso. Imediatamente, Telma tem um gozo profundo. Tiro o pau molhado, encosto no cuzinho, esfrego para lubrificar. Coloco a cabeça na entrada e pressiono. O cú se abre e lentamente faço a penetração. Quando chego no fim, abraço o corpo dela e inicio a foda. Ela não reage, apenas se deixa possuir. Com a cabeça apoiada nos braços, ela está de olhos fechados. Eu meto, tiro, meto de novo. Meu gozo vem chegando devagar. Aumento as estocadas, aperto Telma com um abraço, ela sente o momento, rebola para mim e gozo no seu cú com gosto. Deitamos de lado e nos beijamos. Trocando carinhos, me confessa que a Nilze disse para ela que eu gosto de sexo anal. Por isso, ela se ofereceu toda.
-Mesmo sem alcançar orgasmo, eu gosto de sentir um homem possuindo meu ânus!
Dormimos juntos um pouco, mas como a cama era de solteiro, ela foi para seu quarto. No domingo, almoçamos e iniciamos a viagem de volta. Nesta festa, eu tive sorte. Uma morena e uma loura. Dois estilos diferentes, mas duas mulheres quentes e gostosas.





#2642 Comentários - 09-03-2010 - 02:36 PM por Pinduca R. Fernandes - Orgias - Confirmo, É EXCITANTE (25) - Nota negativa! (1)
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Não consegui ler todo o conto mais adorei mesmo assim#1 - 12-03-2010 - 03:00 PM por Mila Sanches - reportar abuso

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