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Uma viúva carente (foda ao telefone)


Uma viúva carente (foda ao telefone)



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E agora... O conto de Macho latino :

Olá amigos.
No meu último conto, intitulado “Uma viúva carente”, falei-vos de como eu e Dalila nos conhecemos e de como eu a seduzi, dançando na pista de dança de uma danceteria muito conhecida junto da marginal de Cascais, beijando-a sofregamente sob os olhares invejosos de mais de 20 pares que também dançavam e de outras pessoas que nos observavam.
Contei-vos como ficámos cheios de tesão e do nosso desejo de nos devorarmos o mais rapidamente possível e narrei-vos as fodas escaldantes que demos em sua casa, uma delas com Dalila vestida com o seu vestido de noiva, outra vestindo as roupas que tinha vestido no dia do funeral do seu marido e a última no duche, bem molhados e ensaboados, deliciosamente escorregadios. No fim do duche fizemos a cama com lençóis lavados e deitámo-nos bem abraçados. Dalila, deitada de costas para mim e com o seu traseiro e coxas bem encaixados em mim, adormeceu profundamente.
Eu, ainda sob o efeito do “Pau de Cabinda” que Cândida tinha colocado na minha bebida, continuava cheio de tesão, ainda pra mais com o rabo quente e macio de Dalila bem encostado ao meu pau. A minha vontade era de lhe levantar uma perna lentamente e penetrá-la, mesmo estando ela a dormir, mas preferi aguentar e não a incomodar, uma vez que ela dormia profundamente, com um sorriso nos lábios que demonstravam bem que estava saciada e satisfeita. Demorei a adormecer, mas acabei por pegar no sono cheio de tesão.
Acho que passei o resto da noite cheio de tesão e enquanto dormia sonhei que estava a foder alguém. Esse sonho foi-se tornando tão intenso que a certa altura já parecia realidade. Fui acordando aos poucos e à medida que ficava consciente fui percebendo que não estava a foder, mas apercebi-me de que Dalila chupava o meu pau gulosamente. Fingi que ainda dormia e deixei-me saborear aquele boquete delicioso. Huuuuuummmm… que delícia acordar com o caralho bem apertado na boca quente e molhada de Dalila. Entreabri ligeiramente os olhos só para dar uma mirada. Dalila cuspia no meu caralho, deixando-o bem babado, depois dava voltas com a língua na cabecinha, espalhando bem a saliva e depois enfiava-o todo na boca, subindo e descendo lentamente. Eu estava a entrar em delírio. Respirei profundamente e Dalila, percebendo que eu estava a acordar, olhou-me sorrindo e perguntou-me:
- Até que enfim que acordas seu dorminhoco. Estás a gostar da minha mamada?
- Huuuuummmmmm… - respondi – Estou a adorar. Podes continuar e podes virar-te ao contrário para eu te chupar também.
Ela virou-se, deixando a sua paxaxinha por cima da minha cara e ficámos numa saborosa posição de 69. Enquanto ela continuava a chupar o meu caralho, eu lambia os seus lábios vaginais, enfiava a língua na sua cona e chupava o seu clítoris. De vez em quando dava-lhe pequenas dentadinhas no grelinho, o que ela adorava, pois contorcia-se toda e soltava pequenos grunhidos de prazer sempre que eu lhe fazia isso:
- Aaaaaiiiiiiiiii… isso que tu me fazes é tão boooooommmmmm – gemia ela.
Tocou o telefone, que estava em cima da sua mesinha de cabeceira. Dalila atendeu e disse-me que era Cândida, que deve ter perguntado como tinha sido a nossa noite, pois Dalila respondeu:
- Fui uma loucura. Fodemos toda a noite como adolescentes.
Dalila narrou pormenorizadamente a Cândida como tinha sido a nossa noite, as fodas que demos e as posições em que fodemos. Contou detalhadamente como nós fodemos com ela trajando o seu vestido de noiva, depois no sofá vestindo o fato que usou no dia do funeral do seu marido, não esquecendo o facto de ter colocado a foto dele na nossa frente e acabou a sua narrativa contando a foda que demos no duche. Enquanto ela conversava com Cândida eu continuei o que estava a fazer, lambendo e introduzindo a língua na sua cona. Quando mordiscava o seu clítoris, Dalila não se continha e lá soltava os seus grunhidos de gozo e prazer. Cândida deve ter perguntado o que se passava e Dalila respondeu:
- Estamos a fazer um delicioso 69 para ganharmos tesão e a seguir vamos dar mais uma boa foda. Ele dá umas dentadinhas no meu grelinho tão gostosas que até me encolho toda. Já estou mortinha para ter o caralho dele aqui todo entalado na minha cona. Olha, fala com ele agora que eu vou chupá-lo mais um bocadinho antes de começarmos a foder.
Ao dizer isto passou-me o telefone e Cândida pediu-me que lhe fosse narrando o que fazíamos:
- Uuuuuuiiiiiii… - gemi – ela agora está a dar voltas com a língua na cabecinha do meu caralho… oooohhhhhhh que booommmmm… agora está chupá-lo… issooooooo… chupa-me esse caralho todoooooo… ela chupa tão beeeemmmm… aaaahhhhh… chupaaaaaaa… issoooooooo… que delíciaaaaaa…
Dalila saiu e colocou-se de pernas abertas em cima de mim, preparando-se para me cavalgar. Eu ia narrando tudo a Cândida:
- Ooooohhhhh… ela está a esfregar a cabecinha do meu caralho no rego do cu… que booommmmm…
Cândida respondeu:
- Ai amor… vai contando tudo pois eu também já estou cheia de tesão… enquanto vocês fodem eu vou esfregando o meu grelinho…
Dalila começou a enfiar a cona no meu caralho e eu ia contando tudo a Cândida:
- Uuuuuiiiiiii… já tenho a cona dela toda enfiada no meu caralho… oooohhhhh… já lá está todo espetadinhoooo… issoooooo… dá-me essa cona todaaaaa… oooohhhhhh…
Dalila tirou-me o telefone e enquanto me cavalgava falou para Cândida:
- Chupa no dedo se quiseres, mas ele hoje é todo meu… só meeeeuuuuu… ooooohhhh… tenho o caralho dele… todo enterradooooo… na minha paxaxaaaaaa… que grande fodaaaaaaaa… aaaahhhhhhh… toma láááááá… com essa conaaaaaaa…
Dalila pousou o telefone ao lado, sem o desligar para que Cândida continuasse a ouvir os nossos gemidos e, continuando a bombar a cona no meu caralho baixou-se e colou a sua boca na minha, introduzindo a língua na minha boca. As nossas línguas tocavam-se em movimentos de vai-vem, numa dança frenética ao mesmo ritmo dos nossos movimentos de vai-vem, enquanto Dalila me cavalgava a grande velocidade, subindo e descendo, desenfiando a cona e voltando a enfiá-la com força no meu caralho. Nesta fase apenas se ouviam os nossos sussuros e gemidos de prazer imperceptíveis e abafados pelas nossas bocas coladas: mmmmmmmmmmmmm… ggggggggggggg…. Uuuuuuuhhhhhhhh… hhhhuuuuummmmmmffffff…
Enquanto Dalila me cavalgava eu acariciava as suas nádegas e o rego do seu cuzinho. Embora já tivesse uma grande intimidade com Dalila, ainda não a conhecia suficientemente bem para conhecer os seus gostos sexuais, mas o meu tesão era tanto que arrisquei a dar-lhe uma suave palmadinha nas nádegas. Dalila gritou:
- Aaaaaaiiiiiiiii… isso sabe bem… bate com mais força.
Dei-lhe uma palmada mais forte e Dalila voltou a gritar:
- Ooooooohhhhhh… que booooommmmmm… bate nesse cuuuuuuu… forçaaaaaa…
Dei-lhe mais algumas palmadas e ouvi a voz de Cândida. Peguei no telefone, encostei-o ao ouvido e sussurrei:
- Siiiiiiimmmmmmm?
Cândida comentou:
- Que grande foda, hein? Até eu estou quase a ter um orgasmo só de me masturbar a ouvir-vos. Ela gosta de palmadinhas no cu. Que grande puta ela é, hein? Experimenta enfiar-lhe um dedo no cu para ver se ela gosta e se ela gostar pode ser que ainda hoje lhe fodas o cuzinho. Experimenta. Eu sei que gostas de foder um bom rabo.
A sugestão de Cândida deu-me ainda mais tesão. Comecei apenas por massajar suavemente o olhinho do cu de Dalila com a pontinha de um dedo. Dalila disse gemendo:
- Huuuuuummmm… isso é booooommmmm…
Encorajado com a sua reação, fui enfiando devagarinho o meu dedo indicador no seu cuzinho. Dalila continuou a gostar e enquanto me cavalgava pediu gemendo que enfiasse mais:
- Ai amor… que boooommmmmm… enfia o dedo todoooooo… no meu cuzinhoooo… aaaaahhhhhhh…
Comecei a enfiar e a tirar o dedo no seu cu ao mesmo ritmo com que fodíamos e Dalila teve imediatamente um orgasmo, cavalgando-me e gemendo como louca:
- Ooooooooohhhhhh… que booooommmm… venho-meeeeee… estou a esporrar-me… como uma putaaaaaa… aaaaaaahhhhh… toma os meus leitinhooooosssssss… todoooooossssss…
O meu orgasmo ainda tardava um pouco. Abracei-a e dei a volta de modo a ficar por cima dela, peguei nas suas ancas e virei-a a contrário. Depois puxei as suas ancas deixando-a de 4, dei algumas pinceladas com o meu pau no reguinho do seu rabo, apontei a cabecinha à sua cona e penetrei-a. Dalila pegou no telefone e falou gemendo para Cândida:
- Aaaaaiiiiiiiii… ele é um garanhão… agora está a foder-me de 4… ooooohhhhhhh… que booooommmmm…
Fui aumentando o ritmo dos meus movimentos de vai-vem, segurando firmemente as suas ancas, tirando o pau fora até ficar só a cabecinha encostada e voltando a enterrá-lo todo lá dentro daquela cona quente e encharcada de líquidos. Estava mais que lubrificada e o meu pau entrava e saía dentro dela com grande facilidade, deslizando deliciosamente entre aqueles lábios vaginais grossos e macios. Enfiei o dedo polegar no seu cu e Dalila voltou a gemer para o telefone:
- Ai Cândidaaaaaa… queridaaaaaa… ele está a enfiar um dedo no meu cuuuuuuu… nunca me fizeram istooooo… é tão boooommmmmm…
Cândida provavelmente ter-lhe-á dito que me deixasse enrabá-la, pois Dalila perguntou:
- Isso não dói?
Poucos segundos depois, Dalila levou a mão atrás e, num momento em que eu tinha tirado o caralho de dentro da sua cona e me preparava para voltar a enfiar, segurou-o, apontou-o ao olhinho do seu cu e disse-me:
- Enfia-o aí devagarinho.
Huuuuummmmm… o meu pau já me doía de tanto tesão e de tanto se esfregar na cona de Dalila. Comecei a enfiar apenas a cabecinha no seu cu. Dalila gemeu:
- Aaaaiiiii… está a doer um pouco… enfia muito devagarinho.
Tirei e voltei a enfiar a cabeça, muito lentamente, saboreando cada centímetro daquele cuzinho virgem. Parei e esperei a reacção de Dalila, que disse num sussurro:
- Enfia mais um pouquinho.
Tirei o pau e enfiei-o na sua paxaxinha, de modo a lubrificá-lo um pouco mais, para se tornar mais escorregadio. Depois apontei-o novamente ao seu cuzinho e fui enfiando muito lentamente. Quando cheguei a meio parei e Dalila disse-me:
- Podes continuar a metê-lo assim, muito devagarinho.
Continuei a enfiar, lentamente, lentamente, milímetro a milímetro. Finalmente estava todo enfiado no seu rabo, com as minhas bolas encostadas aos seus lábios vaginais. Dalila disse novamente:
- Agora tira-o, dá umas estocadas com ele na minha cona e depois volta a enfiá-lo outra vez devagarinho no meu cu.
Assim fiz: bombeei o meu pau algumas vezes na sua paxaxinha, depois tirei fora e voltei a apontar a cabeça naquele olhinho do cu delicioso, mas dessa vez não fiz força para o enfiar. Fiquei parado apenas com a cabecinha encostada e apontada ao seu cu. Poucos segundos depois foi Dalila quem veio ao encontro do meu pau, empurrando o seu robusto traseiro para trás, muito lentamente. Preferi fazer assim, pois desta maneira era ela que escolhia o ritmo com que o meu caralho invadia o seu cuzinho e já não corria o risco de lhe fazer doer imenso e que ela não gostasse. Como era bom ver o meu pau a ser engolido por aquele cuzinho, muito devagarinho, milímetro a milímetro! Finalmente estava todo espetado lá dentro, com as minhas bolas bem encostadas à sua cona. Dalila virou-se para trás e disse-me:
- Anda querido… começa a foder o meu cuzinho, mas devagar, sim?
Comecei a tirar e meter o meu caralho naquele cuzinho muito devagar, como Dalila me pedira. Só lhe queria dar prazer e não dor. No princípio pareceu-me que Dalila se contraía um pouco, mas à medida que eu lhe ia introduzindo e tirando o meu pau dentro do seu cuzinho, percebi que ela se ia descontraindo a pouco e pouco e algum tempo depois já me acompanhava nos movimentos de vai-vem, levando e trazendo as suas ancas à frente e atrás, enquanto o meu caralho entrava e saía de dentro do seu cuzinho. Notava-se perfeitamente que a dor que Dalila sentira inicialmente se ia transformando em prazer. Envolvi a sua cintura com um braço e acariciei a sua paxaxinha, introduzindo-lhe 2 dedos. Agora sim, tive a certeza que Dalila já estava deliciada com a enrabadela. Com um braço, Dalila puxou a minha cabeça para si e beijou-me intensamente. Novamente as nossas línguas se envolveram num delicioso, húmido e quente abraço. Depois, Dalila olhou-me profundamente nos olhos, com o olhar de uma predadora olhando a sua presa e pediu-me:
- Dá-me esse caralho todoooooo… mete-o todo no meu cuzinhooooo… oooohhhhh… que deliciaaaaaa…
Dalila pegou no telefone e disse a Cândida, que continuava escutando a nossa foda:
- Ai querida, tinhas razão! Afinal é bom tê-lo bem entalado no cuzinho… aaaaahhhhh… que boooommmmm…
Depois passou-me o telefone, que encostei ao ouvido. Cândida comentou:
- Comeste mais um cuzinho virgem, seu safadinho! É bom?
- Huuuuummmm… uma delícia. - Respondi. – Apertadinhooooo… quente… molhado… é booooooommmmmm… oooohhhhhhh…
Dalila gemia a cada penetração. Senti que ela estava novamente muito perto do orgasmo e eu também sentia os meus leites a ferver e a quererem sair cá pra fora. Não aguentámos mais e ambos explodimos num orgasmo abundante:
- Oooooooooohhhhhhhh… - gemia Dalila – venhooooooo… toma os meus leitinhoooooossss… todooooooossssss… aaaaaaahhhhhh… que booooommmm…
Eu respondia:
- Aaaaaaahhhhhh… ai vão meus leitinhoooooosssss… pró teu cuzinhooooooo… tomaaaaaaaaaa… sua putaaaaaaaa… aaaaaahhhhhhhh…
No final conversámos um pouco ao telefone com Cândida, que ouviu toda a nossa foda ao telefone. Ela disse-nos que enquanto escutava os nossos gemidos excitou-se tanto que começou a masturbar–se e a acabou por se servir de um dos seus vibradores, tendo tido também um orgasmo ao mesmo tempo que nós.
Espero que tenham gostado. Da próxima vez narrar-vos-ei o que se passou no fim de semana seguinte. Já vos contei que a minha amiga Cândida era solteira e residia numa quinta enorme, sita numa povoação próxima de Lisboa, na margem sul do Tejo, onde organizava festas sexuais. Era fim de semana de Carnaval e Cândida convidou-me a participar numa dessas suas festas. No meu próximo conto, que será intitulado de “Orgia Carnavalesca” narrar-vos-ei tudo em pormenor. Foi a minha primeira orgia e prometo-vos que será muito excitante. Aguardem-me.
Muito obrigado, meus queridos amigos confidentes sem rosto, por lerem e apreciarem os meus contos. Até à próxima.
Um abraço do vosso amigo, Macho latino



#7346 Comentários - 13-04-2013 - 08:32 AM por Macho latino - Diversos - Confirmo, É EXCITANTE (37) - Nota negativa! (20)
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